O jornal do Grupo Câmara pelo menos está tentando se reinventar para não sucumbir

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A troca do secretário de Finanças na Prefeitura de Goiânia, uma crise gigante, foi tratada por “O Popular” como um fato corriqueiro. Quando, na verdade, é bombástico.

Iris Rezende, que tinha o hábito de fazer um caixa para investimentos, não está conseguindo guardar dinheiro. O jornal do Grupo Câmara não percebe o óbvio: a banda passou e Iris Rezende nem percebeu.

Será que O Popular não o critica porque, no fundo, O Popular é o Iris Rezende do jornalismo e Iris Rezende é O Popular da política? Talvez não. Porque o grupo do Grupo Câmara está tentando se reinventar, até para não sucumbir no mundo moderno.