Gilvan Máximo diz que, unidos, evangélicos terão condições de eleger governador e senador

As igrejas evangélicas estão em ascensão em Goiás, mas, em termos políticos, os evangélicos estão subrepresentados

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Os evangélicos chegaram ao po­der na Prefeitura do Rio de Janeiro por dois motivos básicos. Primeiro, porque têm um líder político consolidado, Marcello Crivella. Segundo, porque decidiram se unir. Em Goiás, os evangélicos estão em ascensão. O IBGE constata que as igrejas evangélicas têm mais de 500 mil fiéis em Goiânia — quase 40% da população da cidade. Os evangélicos somam mais de 120 mil fieis em Anápolis — também quase 40% da população.

Porém, embora tenham dois deputados federais — Fábio Sousa, do PSDB, e João Campos, do PRB — e os deputados estaduais Lívio Luciano (Videira), Simeyzon Silveira (Luz Para os Povos) e Henrique César (Assembleia de Deus), os evangélicos não elegeram nenhum político para cargo majoritário (o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, do PMDB, afirma que é evangélico, mas é tratado como um político ecumênico).

“Nós precisamos ter mais ambição política”, afirma Gilvan Má­ximo, pré-candidato a deputado federal pelo PRB. “Se unirmos nossas forças, se apresentarmos um programa comum, teremos condições de postular o governo de Goiás, a Prefeitura de Goiânia e quaisquer outros cargos”, diz.

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Que diferença faz lem estes políticos
e-vangélicos? Cunha é o maior exemplo. Igrejas viraram emprejas. Uma vergonha!

Os evangélicos não chegaram ao poder no Rio de Janeiro não, quem chegou ao poder foi a Igreja Universal, que não são evangélicos, são seitas, não me inclui no meio desse povo da universal não, pois sou Presbiteriano a 52 anos, e não faço parte desses pseudos evangélicos não, esse povo vende o filho, a filha a mãe para conseguir o que quer, mais Deus cobrará desses pseudos evangélicos, e pode ter certeza que a conta vai ser cara.

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