Filho de Fidel Castro se suicida aos 68 anos. Era depressivo

Fidelito era doutor em ciências e tinha “depressão profunda”, informou o governo cubano

Fidelito (cima) e o pai, Fidel Castro: eles tiveram atritos

Fidel Castro Diáz-Balart, o Fidelito — filho de Fidel Castro, que liderou Revolução Cubana em 1959 —, se matou na quinta, 1º, aos 68 anos. O filho mais velho de Fidel Castro, o político que liderou a Revolução Cubana em 1959, era depressivo. Ele era doutor em ciências. Num país familiocrático, era assessor científico do Conselho de Estado e vice-presidente da Academia de Ciências de Cuba. Era muito ligado ao tio, o poderoso chefão de Cuba Raúl Castro, irmão de Fidel.

Fidelito era filho do casamento de Fidel Castro com Mirta Díaz-Balart. O jornal “Granma”, braço do Partido Comunista Cubano, informou que ele sofrida de “depressão profunda” e havia passado por uma série de internações.

“Como parte de seu tratamento, ele inicialmente exigiu um regime de hospitalização e depois continuou com o acompanhamento ambulatório durante sua reincorporação social. Durante sua atividade profissional, inteiramente dedicada à ciência, obteve relevantes reconhecimentos nacionais e internacionais”, informou o governo cubano.

Fidelito e Fidel tiveram atritos, durante algum tempo. O pai o afastou de um programa científico do governo.

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