Escolha de Sérgio para TCM é resultado dos serviços prestados a Goiás

Aprovação se deu absolutante dentro das regras, com aval da Assembleia Legislativa e votos de deputados da situação e da oposição

Divulgação

A aprovação da indicação de Sérgio Cardoso para o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) se deu inteiramente dentro da legalidade: foi aprovada pela Assembleia Legislativa, com votos da situação e da oposição, e é resultado de uma extensa lista de serviços prestados ao Estado.

Bacharel em Direito pelas Faculdades Alves Faria (Alfa), Sérgio Cardoso é funcionário de carreira do Estado pelo Banco do Estado de Goiás (BEG), foi gerente de diversas agências da instituição e exerceu, nos últimos 10 anos, diversas funções no Executivo. A formação e o currículo do conselheiro estão disponíveis para consulta no Portal do Servidor do TCM, inclusive pelo promotor do Ministério Público de Goiás (MP-GO) Fernando Krebs.

A carreira no BEG e no Executivo fizeram de Sérgio Cardoso um profundo conhecedor da realidade econômica, social e política de Goiás. Ao lado do ex-governador Marconi Perillo e do atual governador José Eliton, foi auxiliar estratégico no atendimento às demandas da população em Goiânia e no interior.

A simplificação da aprovação de Sérgio para o TCM à relação de parentesco com Marconi, de quem é cunhado, é uma estratégia eleitoreira orquestrada pelos adversários políticos do ex-governador. A estratégia não é tirar Sérgio do tribunal, é tentar minar o patrimônio e o legado eleitoral do tucano num momento em que a candidatura de José Eliton à reeleição ganha força.

No que se refere às regras de nomeação de servidores no serviço público, por exemplo, a relação de parentesco de Sérgio nem sequer seria considerada um caso de nepotismo.

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