Heribaldo Egídio, Sandro Mabel, André Rocha e Wilson Oliveira: um deles deve ser presidente da Fieg

Antônio Almeida continua no páreo, mas surgiram outros. Pedro Alves pode bancar Wilson Oliveira

Há novos players na disputa para presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg). Antônio Almeida, do setor das indústrias gráficas, permanece no páreo. Mas há novos atores no palco.

Heribaldo Egídio

Heribaldo Egídio

Heribaldo Egídio da Silva, do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas, confidenciou a aliados que não colocou seu nome no jogo e, portanto, não está articulando. Porém, se tiver apoio, disputará. É tido, ao lado do ex-deputado Sandro Mabel, como pule de dez.

Sandro Mabel

Sandro Mabel

Como representante do Sindicato das Indústrias de Alimentação em Goiás, Sandro Mabel conversou com um grupo de empresários. Um aliado afirma que, dada sua história, não entrará em bola dividida. Só disputará como “nome de consenso”, pois não quer se apresentar como candidato de um grupo minúsculo ou de “si mesmo”. “Mabel, se assumir o comando da Fieg, dará maior estatura à federação. Equiparo-o a Maguito Vilela, que, como prefeito de Aparecida de Goiânia, deu estatura à cidade”, afirma um empresário.

André Rocha

André Rocha

O presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar e de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg/Sifaçúcar), André Rocha, também é cotado para a disputa do comando da Fieg. É apontado como forte, sobretudo porque transita com desenvoltura tanto no meio empresarial quanto no meio político. Um de seus críticos faz um reparo: “Ele só é presidente-executivo do Sifaeg”. Um empresário discorda: “Ele milita em defesa do empresariado; portanto, pode ser candidato”. Um empresário complementa: “O presidente da Fieg não pode ser governista, o que não quer dizer que deve ser anti-governo. Na verdade, precisa ser independente. Por exemplo, na questão dos incentivos fiscais, deve se posicionar com o empresários, não com o governo”.

Wilson de Oliveira

Wilson de Oliveira

O presidente do Sindicato das Indústrias de Alimentação de Anápolis, Wilson de Oliveira, é um dos mais cotados. Também pule de dez. Por ser primeiro vice-presidente da Fieg, é ligado ao presidente da Federação, Pedro Alves de Oliveira. Teoricamente, é o candidato natural a presidente. Há quem postule que, como mora em Anápolis, fica mais difícil estar presente nas lutas diárias da Fieg, que se dão, em geral, em Goiânia. Um empresário contra-argumenta: “Ora, Anápolis e Goiânia ficam muito próximas. Se eleito, o Wilson pode ficar em Goiânia durante o dia e voltar para Anápolis à noite. Não há o mínimo problema. Na verdade, ele é fortíssimo. E por que Anápolis, onde fica o maior e mais moderno polo industrial de Goiás, não pode eleger o presidente da Fieg? Vale acrescentar que Heribaldo Egídio também milita, como líder empresarial, em Anápolis”.

Eleição

A eleição será realizada em agosto de 2018. Mas as movimentações começam agora. Quem deixar para articular apenas em 2018, sem firmar alianças a partir de agora, pode ficar fora do páreo.

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