Eleitor de Anápolis pode apostar em Roberto Naves como modernização continuada

Num primeiro momento, o prefeito dedicou-se exclusivamente à gestão. Mas revelou-se um hábil articulador político

O prefeito de Anápolis, Roberto Naves (PTB, a  caminho do PP), é um modernizador. Quando assumiu a prefeitura, em janeiro de 2017, encontrou o caos instalado. As dívidas eram consideradas impagáveis e a prefeitura atuava na base da improvisação.

Roberto Naves com o presidente Jair Bolsonaro, o governador Ronaldo Caiado e o deputado Major Vitor Hugo, em Anápolis | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

No lugar de ficar reclamando, de apontar o dedo para os defeitos das gestões anteriores, Roberto Naves decidiu trabalhar. Full time. Verdadeiro workaholic, investigou pessoalmente toda a estrutura da prefeitura e descobriu o que havia de errado e pôs-se a organizá-la com uma energia que surpreendeu tanto funcionários públicos quanto seus auxiliares.

Aos poucos, de maneira concentrada, Roberto Naves implantou métodos de gestão eficientes e adotou um planejamento para garantir tanto o crescimento econômico quanto o desenvolvimento de Anápolis, sempre com o objetivo de atender toda a sociedade, e não apenas segmentos organizados — aqueles que sabem pressionar.

O resultado é que, dois anos e dez meses depois — sim, o prefeito ainda não governou quatro anos, o que nem todos querem perceber —, a Prefeitura de Anápolis está ajustada, com as contas estabilizadas e seu desenvolvimento planejado. Há obras de qualidade em vários bairros, empresas foram atraídas para produzir no município e gerar empregos. O Daia está em expansão.

Prefeito Roberto Naves e o ex-ministro Alexandre Baldy: aliados | Foto: reprodução

Noutras palavras, segundo as pesquisas, hoje é mais agradável viver em Anápolis (frise-se, inclusive, que se trata de uma cidade limpa).

Aliados de Roberto Naves costumam dizer: “Roberto, você é mais gestor do que político. Se fosse mais político, sua aprovação seria de quase 100%”. Pois bem: Roberto Naves é muito mais gestor e isto porque é inerente a ele, mas também porque a população espera que, na prefeitura, atue mais como gestor do que como político.

Mas enganam-se aqueles que não percebem Roberto Naves como político. Ele articula com rara habilidade e, em 2020, terá a bancá-lo uma grande frente política — que poderá levá-lo à vitória, derrotando aqueles que acreditam que pode ganhar eleição por antecipação. Basta indicar que, em seu palanque, estarão o governador Ronaldo Caiado, do Democratas, e o ex-ministro Alexandre Baldy, do Progressistas. Que os analistas políticos não se surpreendam se, nesta frente, figurar, entre outros partidos, o MDB do ex-deputado federal Daniel Vilela.

Neste momento, com a casa organizada, o gestor e o político estão casados na pessoa física de Roberto Naves. O eleitor pode bancá-lo pela segunda vez — apostando numa espécie de modernização continuada — e evitando as aventuras políticas que acabam por deixar a prefeitura endividada e a cidade sem norte.

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