Eduardo Machado assume presidência do Goiânia. Conseguirá ressuscitar o time?

O Goiânia tem torcida, mas raramente tem time. Resta sabe se o presidente do PHS vai conseguir organizá-lo

Eduardo Machado presidente do Goiânia

O presidente do PHS nacional, Eduardo Machado, parece ter o dom da ubiquidade. O jovem político deixa a impressão de que frequenta vários lugares ao mesmo tempo — tal o seu dinamismo. Num dia está no Oiapoque e, no dia seguinte, no Chuí. Participa de negociações políticas—republicanas, avisa logo — junto ao governo de Michel Temer e, de repente, é convidado para participar de cargos nacionais e em Goiás.

Não contente com tanta atividade, Eduardo Machado assumiu, nesta semana, a presidência do Goiânia Esporte Clube. Sua missão, mais do que formar um time, é ressuscitá-lo. O Goiânia tem torcedores fervorosos (alguns dizem que são sofredores contumazes) — como Eduardo Machado e o ex-secretário de Segurança Pública de Goiás José Paulo Loureiro (também torcedor do Botafogo). O que falta é time. O que falta, quando há time, é jogar.

Jogar, no caso, significa ao menos disputar o Campeonato Goiano e, se der, a Série B do Campeonato Brasileiro.

(Foto do Facebook de Eduardo Machado)

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