Disputa para prefeito em Goiânia, Aparecida, Anápolis, Rio Verde e Luziânia vai ser acirrada

Vanderlan Cardoso pode ser o grande adversário de Iris Rezende. Antônio Gomide vai enfrentar Roberto Naves

Divulgação

Quaisquer que sejam os resultados das eleições deste ano, as disputas para prefeito de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde e Luziânia, cinco das mais importantes de Goiás, serão acirradas.

Em Goiânia, se conseguir melhorar sua gestão nos próximos dois anos, o prefeito Iris Rezende, mesmo com 86 anos (em 2020), deverá ser candidato à reeleição. Mas vai enfrentar verdadeiras pedreiras. Vanderlan Cardoso, turbinado pela disputa para senador, deve ser candidato pela segunda vez, agora com a estrutura do PP. O PT vai com Adriana Accorsi ou Luis Cesar Bueno. Daniel Vilela (ou seu pai, Maguito Vilela) deve ser candidato a prefeito, mas, se perder o comando do MDB, deve disputar por outro partido, como o PP de Alexandre Baldy ou o PSD de Vilmar Rocha. O PSD, desde já, sugere que vai bancar Francisco Júnior. O DEM pode lançar o vereador Paulo Daher ou dobrar com Iris Rezende. Aí, possivelmente, o vice seria Silvio Rodrigues, do DEM. O PSDB pretende pode bancar José Vitti (objeto de desejo do PSB).

Em Anápolis, a disputa se dará entre o prefeito Roberto Naves, do PTB, que está empreendendo uma ampla modernização da máquina pública e tem credibilidade, e o vereador Antônio Gomide, do PT. Fala-se que Alexandre Baldy pode ser candidato, mas a tendência é que tente se manter como ministro num eventual governo de Jair Bolsonaro (ou do PT) e apoie a reeleição de Roberto Naves. O MDB vai investir na renovação, com Márcio Correia. José de Lima, indefectível, sairá candidato pelo PDT.

Em Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (MDB), se estiver muito bem, disputa a reeleição. Se não estiver, Maguito Vilela volta para disputar o terceiro mandato, embora não seja o seu projeto (se disputar, prefere a Prefeitura de Goiânia). O principal adversário do MDB no município será o Professor Alcides Ribeiro, do PP. Marlúcio Pereira corre por fora.

Em Luziânia, cidade mais emblemática do Entorno de Brasília, o nome considerado mais consistente é o de Marcelo Melo, que deve disputar pelo DEM, com o apoio de Ronaldo Caiado. Bancado pelo prefeito Cristóvão Tormin, Wilde Cambão deve postular pelo PSD. Com estrutura, e sem desgaste político, Marcelo Melo pode largar na frente. O PT pode bancar Cassiana Tormin ou Didi Viana.

Em Rio Verde, o quadro deve ser praticamente o mesmo de 2016. Heuler Cruvinel (PP) deve ser candidato contra o prefeito Paulo do Vale (MDB). Este, em 2020, não será mais o novo e terá desgaste. Lissauer Vieira, do PSB, também pode disputar. Mas, se Heuler Cruvinel for candidato, deve ficar de fora. Se receber o apoio do líder do PP, poderá ser candidato. Clama-se no município que, apesar de não ser um prefeito ruim (na média), Paulo do Vale não está conseguindo cumprir suas promessas de campanha.

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