A presidente Dilma Rousseff recuou de seu projeto inicial e indicou Nelson Barbosa para o Ministério do Planejamento e o “duro” Joaquim Levy (secretário do Tesouro do governo Lula) — defensor de um Estado mais enxuto — foi para o Ministério da Fazenda.

Joaquim Levy é tido como um economista ortodoxo, pouco dado a firulas populistas. Mas é apontado como leal e cumpridor de ordens. Costuma ser rigoroso no ajuste das contas públicas e não teme cara feia.