Dilma Rousseff e Aloizio Mercadante não aprovam dobradinha Rubens Otoni-Caiado contra venda da Celg

Rubens Otoni: aliança entre o deputado do PT e o senador Ronaldo Caiado (DEM) não agrada a cúpula do governo Dilma Rousseff | Foto: Fernando Leite

Rubens Otoni: aliança entre o deputado do PT e o senador Ronaldo Caiado (DEM) não agrada a cúpula do governo Dilma Rousseff | Fotos: Fernando Leite

O deputado estadual Virmondes Cruvinel (PSD) e deputados federais que têm conversado com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), afirmam que o tucano-chefe está se tornando um dos interlocutores privilegiados da presidente Dilma Rousseff (PT).

Marconi Perillo tem conversado com frequência com Dilma Rousseff por telefone e tem colaborado nas articulações pró-ajuste fiscal no Congresso Nacional. Como contrapartida, as portas dos ministérios, sem exceção, estão abertas para o governo de Goiás. Isto nunca aconteceu nem mesmo na época do governo do presidente Fernando Hen­rique Cardoso (PSDB). A presidente aprecia o estilo direto e firme, sem enrolação, do gestor goiano, que tem sido visto no Palácio Planalto como um político com grande capacidade técnica e rara capacidade de articulação. O céu de Brasília, frisa Virmondes, é de brigadeiro para o administrador tucano.

Ao mesmo tempo que cresce o prestígio de Marconi no Planalto, cai o prestígio do deputado federal Rubens Otoni, do PT. Dilma Rousseff e o ministro Aloizio Mercadante não aprovam a aliança entre Rubens Otoni e o senador Ronaldo Caiado, do DEM, contra a privatização da Celg. A presidente e o chefe da Casa Civil estão profundamente irritados com o parlamentar goiano.

Dilma Rousseff e o ministro Aloizio Mercadante não aprovam a aliança entre Rubens Otoni e o senador Ronaldo Caiado, do DEM

Dilma Rousseff e o ministro Aloizio Mercadante não aprovam a aliança entre Rubens Otoni e o senador Ronaldo Caiado, do DEM

A venda da Celg, na avaliação de Dilma Rousseff e do economista Aloizio Mercadante, contribuirá, de maneira decisiva, com o ajuste fiscal. O governo federal pode obter de 3 a 4 bilhões de reais no leilão. Como o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, pretende economizar 65 bilhões de reais, os 3 bilhões são considerados, mais o do que bem-vindos, necessários.

A privatização da Celg, comenta-se no Palácio do Planalto, não é uma decisão do PSDB de Goiás, e sim uma decisão do governo do PT. O decreto que determinou a venda da Companhia de Energia Elétrica de Goiás está assinado pela presidente Dilma Rousseff. Gestores do governo e da Eletrobrás recomendam que petistas, como Rubens Otoni e Luis Cesar Bueno, consultem Dilma Rous­seff e Aloizio Mercadante.

3 respostas para “Dilma Rousseff e Aloizio Mercadante não aprovam dobradinha Rubens Otoni-Caiado contra venda da Celg”

  1. Avatar Domingos disse:

    Dilma, cada dia mais bicuda, já e uma tucana.

  2. Avatar keldson disse:

    Infelizmente nosso pais ainda pensa e dispensar o que temos de melhor, que são nossos patrimônios, triste isso… quero ver daqui há algum tempo quando teremos que pagar por locação de postes, conectores, cabos de tensão e multas por sobre carga no sistema energética, já pagamos algumas, mas ainda somos os donos, assim temos como contornar os gastos e melhor distribuir as contas. Fiquem ligados não desliguem seus disjuntores para privatização!

    • Avatar Emerson Lima disse:

      Todo esse patrimônio que vc falou está não mãos da corruptocracia atual. Advinha quem pagará a conta quando os rombos aparecerem???? Isso, o CIDADÃO!!! Se tiver alguma dúvida, pergunta para o Governo de Goiás quanto eles pagam por mês pelo último empréstimo para tirar a Celg do buraco. Privatização já!!!!!

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