Deve ser eleito prefeito de Goiânia o candidato que fizer o melhor discurso anti-Iris Rezende

Eleitores querem críticas duras à gestão do prefeito, mas não ataques pessoais a Iris Rezende

Francisco Júnior, deputado federal: discurso consistente pode torná-lo um candidato consistente em Goiânia | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Uma pesquisa feita por telefone, com cerca de 250 pessoas, constatou a seguinte tendência: deve ser eleito em Goiânia aquele candidato que se apresentar com um discurso anti-Iris Rezende. Porque a população está cansada dos velhos métodos políticos-administrativos do prefeito da capital — que quase nada faz nos dois primeiros anos, faz caixa e só começa, como agora, a trabalhar de fato a partir do terceiro ano, apostando que a memória do eleitor é curta. Ocorre que a pesquisa detectou que os eleitores perceberam a tática e são críticos ferrenhos dela, sobretudo depois que duas crianças morreram em Goiânia por falta de assistência médica. A pesquisa sugere que, se o prefeito se preocupasse mais com saúde e educação e se colaborasse com a segurança pública, seria mais bem avaliado.

Elias Vaz, deputado federal: perfil anti-Iris Rezende pode ajudá-lo | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Portanto, o candidato que fizer um discurso duro contra Iris Rezende, do ponto de vista administrativo e não pessoal — os eleitores respeitam o prefeito e nao apreciam ataques pessoais a ele —, poderá ser eleito prefeito da capital.

A pesquisa avalia que, do ponto de vista administrativo, quatro políticos são mais bem preparados para suceder Iris Rezende, pela ordem: Maguito Vilela, do MDB, o senador Vanderlan Cardoso, do PP, o deputado federal Francisco Júnior, do PSD, e o deputado federal Elias Vaz (curiosamente, os eleitores ainda dizem que é vereador), do PSB.

Maguito defende conciliação no MDB

Maguito Vilela é o nome mais forte do MDB, mas deve apoiar Iris Rezende | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Entretanto, quando se pergunta quem seria eleito, a maioria diz que será o senador Jorge Kajuru — que garante que não será candidato. Por quê? Porque defende a retidão na política. Como se lembra dele? Pela construção do “Hospital do Diabético”, dizem, e pelas críticas à gestão de Iris Rezende.

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