Deputados da CPI do BNDES vão tentar convocar os irmãos Batista, do JBS. Daniel Vilela vai deixar?

Por que os irmãos Joesley Batista, Wesley Batista e Júnior Friboi não querem explicar o que fizeram com 10 bilhões de reais do banco?

[Joesley, o mandachuva, Júnior Friboi e Wesley Batista: os irmãos não querem ir ao Congresso]

A coluna “Radar”, a mais lida da revista “Veja, publicou na quarta-feira, 23, uma nota, sob o título de “Segundo Round”, na qual menciona que os irmãos Batista — José Batista Júnior (Júnior Friboi), Joesley Batista (o mandachuva) e Wesley Batista, do grupo JBS-Friboi — podem ser convocado pela CPI do BNDES. A resistência dos Batista é estranha, pois, se não devem, por que temem e articulam, nos bastidores, contra a convocação? Por que não explicar como obtiveram 10 bilhões do banco e o que fizeram com o dinheiro?

A nota da “Veja”: “Deputados que integram a CPI do BNDES apresentaram nesta quarta-feira novo requerimento para a convocação dos irmãos Batista, da JBS, para falarem à Comissão sobre seus negócios com o banco de fomento. Em sessão deliberativa no início do mês, Wesley e Joesley Batista, donos da empresa, foram blindados pela maioria dos deputados, numa votação de 15 a 9, para não ter de prestar esclarecimentos à CPI. O Radar mostrou, mais tarde, que 20 deputados que integram a Comissão receberam doações da empresa (de forma direta ou via diretório de partidos) na campanha de 2014”.

Entre os não querem a convocação dos Batista está o deputado federal de Goiás Daniel Vilela, do PMDB. Trata-se de um jovem que diz que pretende “renovar” a política de Goiás, mas comporta-se, na prática, como políticos tradicionais. Por que estaria protegendo a família de Júnior Friboi? Tem a ver com financiamento de campanha, passado e futuro?

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