Conselheiro da OAB-Goiás diz que é preciso abrir a caixa preta das contas de Lúcio Flávio

Waldemir Malaquias afirma que a destituição da Comissão de Contas e Orçamento (COC) foi feita justamente no momento de se apresentar as contas, o que causa muita estranheza

Lúcio Flávio, presidente da OAB-Goiás

A transparência que queremos

Waldemir Malaquias da Silva

A Ordem dos Advogados do Brasil-Seccional de Goiás, através de sua atual diretoria, pregou como pilar em sua carta programa o princípio da transparência. No entanto, o prazo limite para apresentação das contas da gestão administrativa da OAB referente ao ano de 2016 era até o dia 30 de abril de 2017.

Novamente a diretoria, por seu atual presidente Lucio Flávio, não cumpriu com o compromisso assumido com os advogados. Passamos então a questionar o porquê de uma instituição que deveria ser exemplo e modelo para a sociedade e as demais instituições tem mostrado um descumprimento dos modelos basilares de gestão.

A então “caixa preta” nunca foi de fato aberta, pois não vimos em momento algum as tão prometidas auditorias. Pior, estão copiando os exemplos que tanto se criticou em outros tempos.

Ocorre que começam a surgir dúvidas sobre a lisura das contas não apresentadas da gestão administrativa da OAB-GO dentro do prazo legal, ocorrendo assim uma séria possibilidade de se tornar outra caixa preta. Ainda mais que a destituição da Comissão de Contas e Orçamento (COC) foi feita justamente no momento de se apresentar as contas, o que causa muita estranheza.

Portanto não restam dúvidas que os recentes fatos conduzem ao silogismo claro: “Há algo de podre no reino da Dinamarca”.

Waldemir Malaquias da Silva é conselheiro seccional da OAB-GO

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.