Campanha de Goiás terá dossiês, alguns em quadrinhos, e muita baixaria

O Jornal Opção sondou os bastidores dos principais candidatos a governador. Publicamente, há um discurso: a campanha será de ideias, propositiva. Quase uma coisa de anjinhos celestiais. Privadamente, o discurso é outro: a campanha será barra pesada, com denúncias em vários campos, sobretudo no ético.

Há grupos de jornalistas, advogados, e até com participação de marqueteiros, preparando dossiês para divulgar sobretudo nas redes sociais e, dependendo da ação da Justiça Elei­toral, inclusive nos programas de televisão.

Um dossiê, visto en passant por um repórter do Jornal Opção, é minucioso e explica detalhadamente a “denúncia”. Um “dossielogista” disse que seu grupo está estudando, até, a criação de uma revista em quadrinhos e, mesmo, quadrinhos animados.

Ninguém está preocupado com legalidade e dignidade. “Guerra é guerra”, diz um jornalista. Mas a baixaria funciona? Talvez não. “Mas pode desestabilizar candidatos”, acrescenta o “dossielogista”.

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