Câmara de Goiânia e Sefin selam reconciliação após estresse provocado sobre discussão do duodécimo

Tensão foi provocada depois que o titular da Sefin cobrou a devolução do orçamento não utilizado pela Câmara em 2021

A Câmara de Goiânia e a Secretaria Municipal de Finanças selaram a paz após o estresse provocado pela discussão envolvendo o duodécimo do Legislativo. Nos bastidores, técnicos da Casa e da pasta promoveram rodada de reuniões para discutir a questão orçamentária e encerrar a discussão em torno do tema.

Nos dias que antecederam as conversas que levaram ao entendimento, o presidente da Câmara, vereador Romário Policarpo (Patriota), ouviu opiniões divergentes sobre o tratamento que deveria ser dado ao assunto – mais, menos e nada beligerantes. “A Casa não deve fazer discussão política sobre orçamento, isso é um assunto técnico”, disse ele a um interlocutor.

Segundo vereadores do alto clero da Casa, o episódio, já superado, não mudou em nada a relação entre o Legislativo, Policarpo e o prefeito Rogério Cruz. “Romário e Rogério são amigos. A Câmara tem sua participação definida em lei no orçamento. O prefeito tem sido sensível às demandas da Casa”, afirmou um interlocutor do presidente.

O estresse foi provocado depois que o titular da Sefin, Vinícius Henrique Pires Alves encaminhou à Câmara um ofício cobrando a devolução do orçamento não utilizado pela Câmara em 2021 – a receita da Casa é fixa, mas tem origem no Tesouro Municipal. Ocorre que, por lei, a Câmara tem até o final do ano seguinte para fazer a devolução e os Poderes haviam definido que os recursos serão compensados a partir de demanda do Executivo.

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