Caiado pedala 53 km de trilha. Quem topa?  

Governador faz duas horas de academia todos os dias e anda de bike nos fins de semana. Por isso, fracassaram as fake news sobre sua saúde

 Nilson Gomes

Nunca, em tempo algum, houve a baixaria política vista atualmente em Goiás.

As filhas e a mulher do governador Ronaldo Caiado são diuturnamente bombardeadas por blogs, sabe-se lá a serviço de quem (ou sabe-se muito bem). Critica-se tudo e, quando não há assunto, fabricam.

É uma novidade a nojeira chegar aos lares, pois há pouco até as mais renhidas disputas entre grupos preservavam as famílias dos adversários.

Já aconteceu briga entre deputados goianos na porta da Câmara, porque um teria cantado a mulher do colega. Mas quem levou as bordoadas foi o suposto sedutor, não algum familiar.

Os jornais registram ocorrência de tiro, morte, facada, incêndio, todo tipo de tribulação, principalmente em campanha.

Menos ofensas à família.

Outro tipo de ataque, à saúde do oponente, aparece com mais frequência. E sempre com resultado contrário a quem propaga os boatos.

Na campanha de 1992, foram ditos cobras e lagartos sobre o professor Darci Accorsi para tentar impedir sua ascensão à Prefeitura de Goiânia.

O povo não caiu na lábia dos detratores e Accorsi se elegeu para os melhores quatro anos da História de Goiânia.

Na eleição seguinte, a mesma turma que fabricou as barbaridades contra Accorsi estava a serviço da maldade contra Nion Albernaz, outro modelo de gestão.

Os pistoleiros da honra publicaram em jornais (à época, nada de mídias sociais nem aplicativos como o WhatsApp) que Nion estava muito doente. Do quê? Não diziam.

Nion aparecia fazendo caminhadas todos os dias. Portanto, a farsa se desfez.

Em seguida, elevaram o patamar da monstruosidade e usaram o nome de um cunhado de Nion, que realmente estava internado em São Paulo.

Com a criatividade demonstrada atualmente, em 1996 misturaram a doença do cunhado com as visitas de Nion e o sadio teria contraído a enfermidade.

Novamente, o eleitor derrotou o mal e Nion foi vitorioso nas urnas.

Derrotados contra Darci Accorsi e Nion Albernaz, os criminosos voltaram com carga total para arrumar alguma coisa na tentativa de derrubar Ronaldo Caiado.

A tese é: não foi no voto, vai na marra.

Trata-se de continuidade delitiva, pois os marginais que criam e espalham as maldades contra Caiado são os mesmos de 1992 contra Darci, 1996 contra Iris e 2016 contra Iris.

Aproveitando-se de um post do senador Jorge Kajuru pedindo orações para Ronaldo Caiado, que estaria doente, a máfia da difamação se somou à gangue da injúria e à facção da calúnia.

E começaram a campanha.

Um integrante do bando chegou a determinar que o governo Caiado havia terminado.

Outro relatou que o vice-governador Lincoln Tejota estava recebendo ligações o tempo inteiro.

Falou-se que era uma doença incurável.

Um blog, representante cuspido e escarrado da autoproclamada esgotosfera, anunciou com ar solene que o governador possuía a degenerativa Alzheimer.

Caiado estava com uma virose, mas continuava recebendo pessoas.

As audiências não paravam.

Quando pararam, pronto!, o esgoto regurgitou pelos grupos de zap: o homem estaria mesmo doente.

Caiado deu entrevistas, estava lúcido e forte.

Gravou vídeo.

Não adiantou.

No dia seguinte, como ontem, como hoje, como amanhã, como depois, Ronaldo Caiado fez cerca de duas horas de exercício físico na academia que montou no Palácio das Esmeraldas.

Vive praticamente num Big Brother, fotografado e filmado 20 horas por dia.

Não há o menor sinal das doenças que os bandidos inventaram.

E, até o início da noite deste domingo, eles continuavam postando maldades.

Ofendem, inclusive, a quem realmente está enfrentando essas doenças.

São pacientes em pleno exercício de suas atividades como pedreiros, advogados, garis, servidores públicos, engenheiros. Todos aptos ao trabalho. Todos atingidos pelos marginais.

Não se pode nem desejar a volta do cipó no lombo de quem mandou dar, pois são patologias incômodas, às vezes fatais. O governador não tem, mas muita gente tem. E sofre. Sofre, inclusive, com o desrespeito.

Ronaldo Caiado e sua mulher, Gracinha Caiado, são ciclistas.

Estão pedalando menos, porque a semana de trabalho no governo é de sete dias úteis… e sete noites de compromissos também.

Mas, ainda assim, pedalam pela Praça Cívica, ao lado de dezenas de pessoas que se juntam para unicamente isso, pedalar.

O governador percorre trilhas longas, a mais costumeira de 53 quilômetros.

Cinquenta e três quilômetros no meio do mato. Pedalando! O único motor são as próprias pernas.

Seria interessante que os redatores das maldades se dispusessem a ir junto com Ronaldo Caiado num fim de semana desses.

Com a devida distância higiênica deles, para o governador terminar a trilha apenas com o cheiro de suor, não com catinga de esgoto.

Nilson Gomes é jornalista.

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Edvaldo araújo de souza

Parabens Sr governador Que o nosso Deus continue te abencoando; precisando estou a sua disposicao estoy na reserva remunerada; especializacao em RH Gestor em seguranca publica e mais de tres mil horas aulas na area de seguranca publica cursos feitos no Ministerio da justica