Base governista deve eleger mais deputados federais. Mas oposição ganhou musculatura

Governismo tende a eleger oito deputados; coligação de Daniel Vilela deve eleger quatro, a de Caiado ao menos dois e PT pode eleger Rubens Otoni

Com a definição das chapas majoritárias, as chapas proporcionais, para deputado federal, ganham maior equilíbrio. A coligação que apoia a reeleição do governador José Eliton (PSDB), na avaliação dos analistas consultados, tem seus favoritos:

1 — Célio Silveira (PSDB)

2 — Demóstenes Torres (PTB)

3 — Fábio Sousa (PSDB)

4 — Francisco Júnior (PSD)

5 — Giuseppe Vecci (PSDB)

6 — Jean Carlo (PSDB)

7 — Jovair Arantes (PTB)

8 — Lucas Vergílio (SD)

9 — Magda Mofatto (PR)

10 — Marcos Abrão (PPS)

É provável que os dez sejam eleitos? Pode ser. Mas analistas sugerem que ao menos dois da lista devem ficar de fora da Câmara dos Deputados — mas não arriscam a apontar nomes —, considerando que as chapas das oposições se fortaleceram.

Montagem

A coligação MDB-PRB-PP — que apoia o deputado federal Daniel Vilela (MDB) para governador — está reforçada com os postulantes:

1 — Adriano do Baldy (PP)

2 — Dante do Vôlei (MDB)

3 — Iris Araújo (MDB)

4 — João Campos (PRB)

5 — João Reis (MDB, pai do cantor Cristiano Araújo)

6 — Professor Alcides Ribeiro (PP)

7 — Roberto Balestra (PP)

8 — Sandes Júnior (PP)

9 — Wdineia Oliveira (MDB)

Os nove candidatos são consistentes e têm apelo popular, mas analistas sugerem que a tendência é que a chapa eleja apenas quatro, ou no máximo cinco. Eles apontam os favoritos: Iris Araújo, João Campos, Adriano do Baldy e Roberto Balestra.

Fotos: Arquivo

A coligação que apoia Ronaldo Caiado (DEM) para governador ganhou reforço com a chegada de Flávia Morais, que deve melhorar o cociente eleitoral do grupo. A lista de seus principais nomes:

1 — Delegado Waldir Soares (PSL)

2 — Flávia Morais (PDT)

3 — Glaustin Fokus (PSC)

4 — José Mário Schreiner (DEM)

5 — José Nelto (Podemos)

6 — Zacharias Calil (DEM)

Analistas sugerem que a chapa deve eleger de dois a três deputados federais. A aposta dominante é em dois nomes: Delegado Waldir e Flávia Morais. Se houver uma terceira vaga, os analistas sugerem que a briga será entre José Nelto e José Mário Schreiner.

A coligação do PT-PC do B, segundo os analistas, terá dificuldade para eleger um deputado federal. O único nome forte da coligação é o deputado federal Rubens Otoni. Os analistas dizem que há a possibilidade de eleger apenas um nome, exatamente Rubens Otoni, mas apontam que o petista, dada a falta de outros nomes com apelo eleitoral, corre o risco, depois de bem-sucedido em todas as eleições, de ficar fora da Câmara dos Deputados. Curiosamente, os oito analistas convidados a opinar frisam que uma derrota do petista não será positiva. Ele é visto como um político “qualificado”.

É possível alguma surpresa? Os analistas avaliam que sim. Mas ressaltam que surpresas maiores devem ocorrer na eleição para deputado estadual. Dada a quantidade de votos que se precisa para eleger um deputado federal, a tendência é que a renovação seja menor — até bem menor.

2 respostas para “Base governista deve eleger mais deputados federais. Mas oposição ganhou musculatura”

  1. Gostaria que você fizesse uma cotação para Deputado Estadual

  2. Elias Rocha disse:

    Por que nunca publicam minha opinião? Não entendo… Eu antes não me dava bem com Caiado (e era presidente do PFL em Iporá). Apoiei de corpo e alma Marconi em sua primeira eleição. Mas Marconi nada fez por nossa região nos seus 4 mandatos. Decepção. Apesar do gênio forte, sempre reconheci em Caiado 2 qualidades: coerência e honestidade pessoal. Hoje, com 72 anos, voto e apoio Caiado. Marconi…? Está no final do seu ciclo…

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