Apesar dos salamaleques, Mendanha não consegue aliado pra disputar mandato de deputado no Sudoeste

Muitos chegaram a se assustar ao saber que Mendanha — que deixa a Prefeitura de Aparecida daqui a 5 meses e 22 dias — não está filiado em nenhum partido político

O pré-candidato a governador de Goiás Gustavo Mendanha (sem partido) fez um périplo pelo Sudoeste de Goiás no feriado de terça-feira, 12. Foi bem recebido pelos tucanos, pelos quase-tucanos e por dois ou três rebelados do MDB — como o médico Osvaldo Fonseca e Heuler Cruvinel (os dois estão saindo do partido).

Gustavo Mendanha: o prefeito chama o pessoal para correr, mas os políticos começam a correr dele | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Mas, quando se fala em candidaturas a deputado estadual, todos caem fora. Mendanha saiu de Aparecida de Goiânia — onde ganhou o apelido de “Missing” — com o objetivo de lançar o ex-prefeito Juraci Martins para deputado federal (ou estadual) e Osvaldo Fonseca para deputado estadual (ou federal). Apesar dos salamaleques, nenhum dos dois confirmou que será candidato a deputado em 2022. Chegou-se a falar também na possibilidade de candidatura de Flávia Cunha a deputada. Mas a conversas não prosperaram.

Na verdade, todo mundo foi saindo de fininho, alegando que não tem dinheiro para bancar uma campanha que, sabe-se, será dispendiosa (ninguém quer quebrar financeiramente para bancar o ex-emedebista). Muitos chegaram a se assustar ao saber que Mendanha — que deixa a Prefeitura de Aparecida de Goiânia daqui a cinco meses e 22 dias — não está filiado em nenhum partido político. “Como irá bancar sua campanha?”, quis saber um vereador de Mineiros. Ninguém soube responder. Muito menos Mendanha (afinal, o cofre da deputada Magda Mofatto, de Marconi Perillo e de Luiz Alberto Bambu têm limite).

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