A única coisa certa é que o presidente da AGM será do Democratas

Wilson Tavares é, no momento, o nome mais forte. Porque “peitou” Paulinho Rezende. Mas Carlão Andrade está no páreo

Não há favas contadas na disputa pela presidência da Associação Goiana de Municípios (AGM). Mas há duas certezas. Uma mais forte do que a outra. Primeira, o eleito será da base governador Ronaldo Caiado, do partido Democratas. Segunda, a tendência é que o próximo presidente seja filiado ao DEM.

Wilson Tavares, prefeito de Gameleira de Goiás | Foto: Reprodução

No momento, os dois favoritos pertencem ao DEM: Wilson Tavares de Sousa Júnior, prefeito de Gameleira de Goiás, e Carlão Alberto Andrade Oliveira, prefeito de Goianira.

Wilson Tavares é ligado a Ronaldo Caiado e teve coragem de peitar Paulinho Rezende, que, mesmo não sendo prefeito, planejava continuar ocupando o cargo de presidente da AGM, como uma espécie de usurpador, um rei sem direito nenhum ao trono.

Sem receio de Paulinho Rezende, que era bancado pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB), Wilson Tavares liderou o movimento por novas eleições e para retirada de um não-prefeito do comando da AGM. Acabou caindo nas graças do governador.

Mas aliados do governador já informaram que cair nas graças não é o mesmo que já está eleito. É preciso trabalhar.

Carlão Alberto de Andrade: prefeito de Goianira | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Carlão Andrade, cristão-novo no Democratas, é um avião para articular. Sócio de José Nelto num avião e amigo do empresário Wilder Morais, já começou a circular por todo o Estado. O que se teme? Que, mesmo filiado ao Democratas, permaneça como tucano “enrustido”.

Mas, no final de junho, terá mesmo disputa? Tudo indica que não. É possível que haverá composição entre Wilson Tavares e Carlão Andrade. Um deles será o presidente e o outro vice-presidente.

A AGM, para sobreviver, depende do apoio dos prefeitos. Por isso, no lugar de disputa, se buscará o consenso. Quem é o favorito? O que trabalhar mais e conquistar mais apoio dos prefeitos.

Aquele que ficar parado, acreditando unicamente no apoio de padrinhos, acabará por ser deixado de lado pelos eleitores — os prefeitos.

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