“5G, Inteligência Artificial e Internet das Coisas vão governar Goiânia”, diz Nilson Gomes

Jornalista prevê que tecnologia vai baratear e melhorar serviços em Educação, saúde, segurança, gestão, e gerar empresas e empregos

Nilson Gomes: tecnologia pode melhorar serviço público| Foto: Divulgação

A tecnologia tem tudo para ser a estrela das gestões a partir da chegada da quinta geração da Internet móvel, o 5G. A avaliação é do jornalista e advogado Nilson Gomes, que colabora com o Jornal Opção escrevendo sobre a área.

“O prefeito terá um trio”, diz Nilson. “Em consequência de melhores e mais rápidas transmissões, aplaudidas pelo público, virão junto com o 5G a dupla Inteligência Artificial e Internet das Coisas”.

Atualmente, são palavrões para muitos, “como eram aplicativo antes do WhatsApp e streaming até as gerações anteriores”.

A popularização das novas conquistas terá um equivalente nas administrações públicas e particulares. Nilson Gomes é pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo Democratas e acha que o 5G vai reduzir, “mesmo que minimamente”, a redução dos repasses federais para o Município. Os produtos da tecnologia terão preços acessíveis, em relação aos de hoje, e vão proporcionar economia.

“Com o 5G, as inovações só vistas em filme serão encenadas nas ruas de Goiânia, dentro da sua casa, na direção do seu carro”, informa o jornalista.

Por isso, torce para que o presidente Jair Bolsonaro leve logo a leilão as frequências do 5G, adiado de 2019 para este ano e novamente postergado para 2021 ou 2022. Se o serviço público é uma tartaruga, o mercado é Lewis Hamilton: o próprio Nilson já noticiou aqui que a Vivo está implantando no Centro de Goiânia as primeiras experiências da quinta geração, usando canais ainda do 4G.

Bolsonaro está em dúvida entre os modelos da China e do Ocidente.

O governador Ronaldo Caiado, que é ligado em novidades high tech, esteve com executivos da empresa Huawei. Portanto, deve ser observada a importância da China para as exportações brasileiras, mais que o dobro superiores às vendas para os Estados Unidos (63 a 29 bilhões de dólares por ano).

Enquanto o governo brasileiro não se define, o pré-candidato enumera a razão da urgência:

“Goiânia vai precisar do 5G para patrulhar todos os quarteirões com câmeras, moralizar os cadastros na Saúde, aniquilar a burocracia e colocar um tablet com 5G na mão de quem recebe e quem dá as aulas”.

No seu planejamento, a tecnologia será a verdadeira escola em tempo integral:

“O segundo turno para os alunos de 6° a 9º ano será com os melhores professores do mundo em Matemática, Inglês e Mandarim via EAD, em aulas instigantes”.

Para a geração de empresas e empregos, há igualmente a dependência da inovação:

“O conceito é o de Cidade Inteligente, para Goiânia ser a Capital Brasileira da Tecnologia Social”. Assim, quer fazer 10 hubs, local que reúne iniciativas como incubadoras e aceleradoras de startups, coworkings (escritórios e consultórios compartilhados), espaços para desenvolvedores de games e softwares (os DEVs) e prática de e-esportes.

Nos bairros, 80 coworkings, inclusive Coworkings da Saúde (consultórios compartilhados de psicologia, nutrição, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional, educação física e odontologia) e Coworkings do Conhecimento (bibliotecas com apostilas e livros atualizados para quem esta estudando para exames da OAB e do CRC, concursos, Enem e vestibulares).

Nilson anuncia que o Paço Municipal, sede do Poder Executivo, “será transformado na maior hub de inovação do País”. E onde vai funcionar a prefeitura? “No celular do prefeito.”

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