1

Adriana Accorsi (PT) — Obviamente, está fechada com Lula da Silva. São do mesmo partido. É o principal nome do petismo em Goiás e é amiga do presidente.

2

Adriano do Baldy (pP) — O Progressistas está se alinhando com Lula da Silva. O deputado, ligado ao presidente da Câmara, Arthur Lira, está com um pé dentro do governo e o outro quase dentro.

3

Célio Silveira (MDB) — Com a ministra do Planejamento, Simone Tebet, o MDB é governo. O parlamentar do Entorno de Brasília segue junto.

4

Flávia Morais (PDT) — A parlamentar goiana está inteiramente alinhada com o governo Lula, via o ministro da Previdência, Carlos Lupi, presidente do PDT nacional.

5

Glaustin da Fokus (PSC) — Apesar do entusiasmo com o ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado está com os dois pés quase dentro do governo.

6

Ismael Alexandrino (PSD — Seu partido está inteiramente fechado com o governo petista.

7

Jorge Kajuru (PSB) — Vai permanecer crítico, mas, por causa do partido, está alinhado com o governo Lula da Silva.

8

José Nelto (pP) — Seu partido é um dos mais governistas da história do Brasil. Zé Nelto, que não apoiou Bolsonaro, segue com Lula.

9

Lêda Borges (PSDB) — A deputada se tornou lulista e quase-petista.

10

Marussa Boldrin (MDB) — Apesar da resistência de seu “tutor” político, José Mário Schreiner, deve acompanhar seu partido no apoio ao governo de Lula da Silva. Pode até esperar um pouco mais, mas tende a fechar com o governo, no meio prazo.

11

Rubens Otoni (PT) — O deputado, naturalmente, é um dos grandes do petismo e do lulismo em Goiás.

12

Silvye Alves (União Brasil) — Pode até não ter tanto entusiasmo com Lula da Silva. Mas seu partido está fechado com o governo. Terá de compor, portanto.

13

Vanderlan Cardoso (PSD) — O senador não “é” bolsonarista — “estava” bolsonarista. Agora, está se alinhando com o governo Lula da Silva. Seu partido aderiu rapidamente à gestão petista e indicou ministros.

14

Zacharias Calil (União Brasil) — O deputado apoiou Jair Bolsonaro. Mas, até por ser humanista, não é bolsonarista-raiz. Seu partido firmou aliança com o governo Lula, então será arrastado para votar com a gestão do petista. O voto dele será sempre consciente. O que é bom para o Brasil e para a sociedade, aprova; se não for, não aprova. (E.F.B)