Por Redação

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BASTIDORES
Roberto Naves pode perder indicação da Goiás Turismo em meio a articulação com o partido Novo

Governo Daniel Vilela negocia comando da Goiás Turismo com o Novo para ampliar base e dificultar articulação de Wilder Morais

Bastidores
Madga Mofatto desiste do PL de Wilder e fecha com PSD de Caiado

Anúncio da filiação deve ser feito após o fim da janela partidária

Boquete cidade do Panamá
Saiba sobre Boquete, uma das cidades mais badaladas e atraentes do Panamá

Boquete é uma mistura de calma, beleza e aventura ao mesmo tempo, tudo na medida certa. Portanto, Boquete espera por você. Mas não seja malicioso, caro leitor

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FLUXO
Aeroporto de Goiânia registra alta de 12% no fluxo de passageiros na Páscoa

Mais de 41 mil pessoas devem passar pelo terminal entre os dias 2 e 6 de abril, impulsionando o movimento no feriado

DISPUTA
Lucas Calil vai ser candidato a deputado federal pelo PRD, afirma pai do parlamentar

Objetivo da Federação é eleger de um a dois deputados federais; nome de Calil é tido como puxador de votos

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Religião
Compêndio da Bíblia – 13. 1Crônicas

1Crônicas é visto como uma obra que enfatiza a continuidade da história de Israel e a importância de sua linhagem e tradições religiosas

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OPINIÃO
Brasil 2026: o país do bingo permanente

Gaudêncio Torquato

O Brasil inicia 2026 como se estivesse diante de uma cartela de bingo cívico. A cada semana, uma nova bola é sorteada — e, não raro, repete-se o número que já conhecemos: crise, tensão, incerteza. O cidadão acompanha o sorteio com uma mistura de cansaço e resignação. Não se trata mais de surpresa, mas de rotina.

A polarização continua sendo o eixo estruturante da vida política. Não há debate, há trincheiras. De um lado e de outro, narrativas fechadas, impermeáveis ao diálogo. O adversário deixou de ser apenas opositor; transformou-se em inimigo moral. Nesse ambiente, a política perde densidade programática e ganha contornos de guerra simbólica. O país não discute soluções — disputa versões.

Como se não bastasse, escândalos insistem em frequentar o noticiário. O chamado "Caso Master" soma-se a uma sequência de episódios que envolvem agentes públicos, partidos e instituições. A corrupção, que deveria ser exceção, parece estrutural. Espraia-se como mancha de óleo, atingindo Executivo, Legislativo e até setores do Judiciário. A percepção social é devastadora: para muitos brasileiros, o sistema não falha — ele funciona assim.

No plano econômico, o cotidiano pesa. A gasolina orbitando a casa dos oito reais não é apenas um número; é símbolo de um custo de vida que comprime a renda e amplia o desalento. A inflação, ainda que tecnicamente sob controle em alguns indicadores, corrói silenciosamente o poder de compra. O carrinho de supermercado encolhe, o orçamento doméstico estica até o limite. E os impostos, elevados e complexos, reforçam a sensação de que o Estado cobra muito e entrega pouco.

O cenário internacional adiciona mais incerteza ao quadro. Guerras e tensões geopolíticas reconfiguram cadeias produtivas, pressionam preços e afetam mercados. O Brasil, inserido nesse tabuleiro, sente os efeitos indiretos: volatilidade cambial, instabilidade nos custos de energia, insegurança para investimentos. Em um mundo em ebulição, a margem de erro das políticas internas diminui.

Diante desse mosaico, o eleitor brasileiro entra em um novo ciclo eleitoral mais desconfiado e, ao mesmo tempo, mais exigente. A velha lógica do voto emocional começa a ceder espaço a um comportamento mais pragmático. Saúde, segurança e economia voltam ao centro da decisão. O cidadão quer respostas concretas, não apenas discursos inflamados. Quer previsibilidade, não espetáculo.

Mas há um paradoxo. Embora mais crítico, o eleitor ainda está imerso em um ambiente informacional contaminado por desinformação, algoritmos e bolhas digitais. A chamada "telecracia" — o poder das telas e das narrativas instantâneas — molda percepções e amplifica ruídos. A verdade disputa espaço com versões, e o julgamento público torna-se cada vez mais apressado.

O Brasil de 2026 é, portanto, um país tensionado entre a descrença e a esperança. Descrença nas instituições, nos líderes, nas promessas reiteradamente descumpridas. Esperança difusa de que algo, em algum momento, rompa o ciclo. A sociedade parece dizer: "já vimos esse filme", mas continua assistindo, na expectativa de um final diferente.

O desafio maior não é apenas econômico ou político; é civilizatório. Trata-se de reconstruir confiança — ativo invisível, porém essencial. Sem ela, reformas não prosperam, pactos não se sustentam, e a democracia se fragiliza. Com ela, mesmo cenários adversos podem ser enfrentados com coesão.

Enquanto isso, o bingo segue. As bolas continuam a girar no globo transparente da vida nacional. Resta saber se, desta vez, o país terá a lucidez de não apenas marcar números, mas de mudar as regras do jogo.

Gaudêncio Torquato é escritor, jornalista, professor titular da USP e consultor político

Deputada Rosângela Rezende diz que vai disputar reeleição pelo Agir

“Fico no Agir”, afirma. “A chapa é boa e meus concorrentes são fortes. Vai ser uma eleição concorrida no Agir”

BASTIDORES
Paulo Henrique da Farmácia é cotado para assumir a Goiás Turismo

As mudanças ocorrem em meio à reconfiguração do governo, com ajustes nas secretarias diante do calendário eleitoral e após a posse de Daniel Vilela como governador

Líderes políticos do Entorno de Brasília apoiam Arruda e rejeitam Celina Leão para o governo do DF

Acredita-se que Celina Leão tende a repetir Ibaneis Rocha, que governou de costas para o Entorno de Brasília

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PROSAS EM ARTES
Aflag: a escrita das mulheres que transformou Goiás

Desde 1969, a Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás inscreve, na história cultural do Estado, a voz, a memória e a criação feminina como força fundadora e permanente.

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Que não sejamos exceção, mas equilíbrio: o papel das mulheres na liderança institucional

A presença feminina em espaços de deliberação nas instituições de interesse coletivo já não se limita a um avanço simbólico! Se constitui, em essência, um imperativo democrático

Francisco Júnior e Ricardo Oliveira são cotados para dirigir a Secretaria de Infraestrutura

O nome de Pedro Chaves também tem sido citado. Se ele quiser, não tem rival à altura. Mas pode optar pela coordenação da campanha de Daniel Vilela para governador

Joel Santana é cotado para presidir a Agehab

A Secretaria da Indústria e Comércio estaria sendo disputada por líderes políticos de Rio Verde e Aparecida de Goiânia

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Ministério Público investiga “farra das bolsas” para curso de Medicina na gestão de Roberto Naves na Prefeitura de Anápolis

Gestão do ex-prefeito patrocinava bolsas para cerca de 50 estudantes de Medicina. O processo de inscrição teria sido fraudulento. O rombo passa de 10 milhões de reais