Por Raphael Bezerra
Fim da Federação com o PSDB foi definida por unanimidade dentro do Cidadania
O presidente Lula visita a montadora Toyota na cidade para anunciar o investimento de R$ 11,5 bilhões no país pela multinacional japonesa
Segundo o comunicado, foram três ligações na manhã daquele dia para Cloudberry Health, uma clínica médica
O aviso aponta que a combinação de calor e umidade favorece a formação de chuva em diversas regiões do Estado
O Paço e o Hospital não informaram detalhes sobre o número de parcelas ou o valor do repasse mensal para quitar a dívida
Segundo trabalhadores ouvidos pela reportagem as opções: aluguel social ou realocação para a Feira Hippie, não abarca a necessidade dos vendedores instalados na Região da 44
Secretário disse que tanto emendas atuais quanto da última gestão podem ser questionadas
Atuante no mercado goiano como diretora de fotografia, ela expandiu suas atividades para o eixo Rio-São Paulo
De acordo com publicação, a prefeitura recebeu uma média de oito de 24 pedidos por dia para verificar infestações de ratos
Ex-presidente do PSD desabafou sobre o que chamou de "tentativa de Sarney em surfar" no processo de redemocratização
Muito acima da média mesmo na pior fase, canta Gustavo depois da demotape "Inocente", ele revela toda sua hipocrisia desde a primeira frase do novo álbum
Ana Caiuiá Suiá Trumai foi a entrevistada da primeira live realizada pelo Centro Audiovisual (CAud), unidade do Museu/Funai
O plano foi traçado a partir de um diagnóstico de que outros programas econômicos haviam falhado por não terem atacado as causas do desequilíbrio financeiro do Estado Brasileiro
Jornal Opção mostrou na primeira reportagem desta série — que vai de Jânio Quadros (1961) até os primeiros dias do golpe — que os militares planejaram e iniciaram a execução do que seria um massacre na Praça Cívica em novembro de 64
Uma de minhas primeiras produções jornalísticas na política foi acompanhar a prestação de contas de Iris Rezende (MDB) em fevereiro de 2017. Naquela ocasião, assim como Mabel, Iris pegava uma gestão com problemas financeiros , dívidas e, claro, ele também não estava feliz em prestar contas do último quadrimestre do antecessor, Paulo Garcia (PT).
A prestação de contas é mais do que apresentar números da gestão, mas ouvir reclamações, questionamentos e lamentos dos vereadores eleitos, principalmente em momentos políticos de tesão, como vive a política goianiense.
A prestação de contas por parte dos prefeitos às Câmaras Municipais é um princípio fundamental da administração pública. Trata-se não apenas de um dever legal, mas de uma obrigação moral com a população que elege seus governantes esperando transparência, responsabilidade e compromisso com a boa gestão dos recursos públicos.
Na história política da Capital, por diversas vezes, os chefes do Poder Executivo se acovardaram diante do Legislativo e deixaram de ir, mandaram secretários ou auxiliares e, no passado, apesar de ter ido, o ex-prefeito deixou a reunião antes do fim. Não deve ser o caso de Sandro, que apesar de ter mostrado indisposição num primeiro momento, voltou atrás e assegurou que explicaria os números aos vereadores.
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A ausência dos gestores levanta questionamentos sobre o nível de transparência e a disposição dos prefeitos em dialogar com os representantes eleitos pela população. A presença do chefe do Executivo nesse tipo de audiência não é meramente protocolar; é uma oportunidade para esclarecer dúvidas, apresentar justificativas sobre a execução orçamentária e ouvir críticas e sugestões que possam aprimorar a gestão pública.
O descaso com a transparência e a accountability compromete a relação entre governo e sociedade. Prefeitos que evitam prestar contas em espaços públicos demonstram falta de comprometimento com a democracia e com a boa governança. A fiscalização do Legislativo é essencial para garantir que os recursos municipais sejam empregados de maneira eficiente e ética, evitando desperdícios, desvios e malversação do dinheiro público.
O cidadão tem o direito de saber como o dinheiro dos impostos está sendo utilizado. Quando um prefeito se esquiva de prestar contas de maneira pública, ele mina a confiança da população e dos vereadores que representam os interesses do povo. Se há boa gestão, por que evitar a transparência? Se há responsabilidade com os gastos, por que não expô-los à avaliação pública?
A prestação de contas deve ser encarada como um ato republicano e uma demonstração de respeito ao eleitorado. Negar-se a comparecer à Câmara ou limitar a publicidade desse processo são atitudes que fragilizam a democracia e alimentam a desconfiança da sociedade em relação aos seus governantes. Mais do que um dever legal, a transparência deve ser uma prática cotidiana, pois um governo que se esconde de sua própria população certamente tem algo a temer.
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