Por Raphael Bezerra
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Os relatórios do Teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais — o Teste da Urna 2025, revelam que não foram identificadas falhas capazes de comprometer o processo eleitoral. Entre 1º e 5 de dezembro, investigadores externos executaram 29 planos de ataque, dos quais seis apresentaram achados considerados mitigáveis.
As análises das Comissões Avaliadora e Reguladora apontam que nenhum dos achados observados durante os testes representa risco efetivo à integridade, ao sigilo do voto ou ao resultado das eleições. Segundo a Comissão Avaliadora, as fragilidades identificadas são passíveis de mitigação e contribuem para o aprimoramento contínuo dos sistemas. Já a Comissão Reguladora reforça que, diante das múltiplas barreiras de segurança existentes, não houve configuração de falha real.
Auditoria permanente e transparência
O Teste da Urna integra as etapas de auditoria e fiscalização do processo eleitoral, permitindo que especialistas externos avaliem os sistemas de votação, apuração e totalização dos votos. Com participação aberta e colaborativa, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) busca reforçar a confiabilidade do sistema eletrônico e ampliar o controle social sobre o processo.
A edição de 2025 registrou recorde de participação, com 149 inscritos e 109 planos de teste apresentados, dos quais 38 foram aprovados. Durante a semana de execução, 19 testes foram realizados integralmente, dez de forma parcial, seis não foram executados por opção dos investigadores, cinco foram alterados e dois novos planos apresentados não obtiveram aprovação.
Os trabalhos foram acompanhados por equipes técnicas da Universidade de São Paulo (USP), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), do TSE e de entidades convidadas.
Teste de confirmação
Por recomendação da Comissão Avaliadora, os investigadores responsáveis pelos três testes que apresentaram achados retornarão ao TSE entre 13 e 15 de maio de 2026 para o Teste de Confirmação. A etapa permitirá verificar se as correções implementadas pela Secretaria de Tecnologia da Informação foram eficazes para bloquear eventuais vulnerabilidades.
Até a cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais, prevista para setembro de 2026, os sistemas permanecerão abertos para inspeção por entidades fiscalizadoras.
Composição da comissão avaliadora
A Comissão Avaliadora contou com especialistas de instituições acadêmicas, órgãos de controle e entidades profissionais:
- André Ricardo Abed Grégio, Sociedade Brasileira de Computação (SBC)
- André Torres Breves Gonçalves, Tribunal de Contas da União (TCU)
- Antonio Esio Marcondes Salgado, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
- Júlio Ferreira de Andrade, juiz auxiliar da Presidência do TSE
- Leonardo Bueno de Melo, Polícia Federal
- Osvaldo Catsumi Imamura, Instituto de Estudos Avançados do DCTA
- Renato Costa Salomão, Ministério Público da União (MPU)
- Roberto Samarone dos Santos Araújo, Universidade Federal do Pará (UFPA)
- Watson Odilon Pereira de Faria, Conselho Federal da OAB (CFOAB)
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