Por Herbert Moraes
Faz parte da natureza humana: a atração pelo proibido. A Bíblia conta que Adão e Eva foram expulsos do Paraíso porque comeram o fruto proibido.
No mundo real isso também acontece, tem sempre alguém que quer quebrar as regras e infringir leis estabelecidas para evitar o acesso a algo que seja categoricamente proibido. Em todo o mundo, há lugares tão secretos, protegidos ou remotos que compartilham um aspecto em comum: todos são proibidos ao público, mas têm algo em comum que envolve tecnologia, história ou natureza e frequentemente guardam valores extraordinários sob suas superfícies, sejam relíquias inestimáveis, patógenos perigosos ou potenciais ameaças à civilização.
O Jornal Opção selecionou 10 lugares proibidos que você nunca poderá visitar.
1
Área 51, Estados Unidos
Não há como você não ter ouvido as teorias da conspiração que envolvem esse lugar. Trata-se de uma base aérea remota e restrita, no deserto de Nevada, nos Estados Unidos.
A base está completamente fora de acesso do público e é fortemente protegida para que ninguém possa ver o que acontece ali. No final dos anos 40, a Área 51 ficou famosa porque foi ligada a um incidente no Rancho de Roswell, quando um OVNI supostamente caiu por ali. Mas o caso foi abafado pelo governo americano e os destroços da nave teriam sido levados para a Área 51.
Os militares alegam que é na Área 51 onde acontecem os testes com equipamentos de alta tecnologia e, por isso, é protegida de curiosos. Mas, dada a quantidade de relatos sobre avistamentos de OVNIs naquela região, aparentemente há algo a mais que jamais será revelado.
Trata-se de um mistério que deverá permanecer altamente classificado.
Não adianta forçar a barra, a fim de tentar burlar a segurança. Há sinais por todo local advertindo que pode ser usada força letal para impedir a entrada de intrusos.
O que eles escondem na Área 51 você jamais saberá. Porque não se pode entrar lá.
2
Ise Grand Shrine, Japão

Há mais de 80 mil santuários espalhados pelas ilhas que formam o Japão. Mas um, em especial, supera todos os outros 79.999: o Ise Grand Shrine, considerado o mais ornamentado e sagrado do país.
A arquitetura intrincada deste templo xintoísta — que consagra a morte e a renovação — exige manutenção frequente, que é realizada a cada vinte anos. Um processo que, além de lento, é caríssimo: custa milhões de dólares.
O acesso a este ícone da cultura japonesa é permitido apenas aos membros da família imperial. São as únicas pessoas na Terra que têm permissão especial para visitar o grande santuário.
Portanto, se for ao Japão para visitar este Templo, pode esquecer. Você jamais poderá entrar ali.
3
Heard Island, Austrália

Entre a Ilha de Madagascar e a Antártica existe uma ilha — tecnicamente pertence à Austrália — chamada de Heard Island. Um lugar rochoso e sombrio no meio do nada considerado um dos lugares mais remotos do planeta.
A ilha é montanhosa, possui 41 geleiras e dois vulcões em plena atividade.
O clima em Heard Island não é dos mais agradáveis, com ventos fortes e chuvas torrenciais frequentes.
A ilha é tão isolada que, para chegar até lá, são duas semanas de navegação a partir da Antártica ou da Austrália.
Mesmo que consiga derrotar as adversidades naturais que atrapalham o acesso, ao chegar às margens da ilha você estará infringindo a lei marítima internacional que proíbe os humanos de visitar este local — cujo acesso é liberado tão-somente para focas, leões marinhos e pinguins.
Se você não for um desses animais, e não é, claro, então nunca poderá visitar Heard Island na sua vida.
4
Câmara do rei Charles III, Inglaterra

Fica no Palácio de Buckingham, residência oficial da família real britânica.
O palácio é uma das principais atrações turísticas de Londres. Mas tem restrições. Entre elas, senão a principal: o quarto do rei. Até a rainha consorte, Camila, precisa de autorização para entrar.
A câmara do rei fica estritamente fora dos limites de acesso de qualquer mortal — com exceção do próprio rei e seus principais assessores imediatos.
A regra, milenar, nunca foi quebrada. Por isso, este é um local que você nunca poderá entrar em toda a sua vida.
5
Ilhas Sentinelas, Mianmar

Este pequeno pedaço terra cercado de mar por todos os lados fica na costa de Mianmar e é o lar dos sentinelenses, uma tribo que vive há milhares de anos em isolamento voluntário e não permite a visitação de ninguém.
Avessos às influências externas e desconectados do mundo, os sentinelenses são conhecidos por proteger ferozmente a ilha onde moram.
Estima-se que entre 40 a 500 nativos habitam o local — que está sob custódia da Índia.
Por respeitar o isolamento, as autoridades indianas proíbem qualquer pessoa de viajar para o local ou até mesmo aproximar-se.
As Sentinelas estão isentas de qualquer lei. Por isso os povos indígenas que ali habitam podem matar legitimamente os forasteiros que invadirem seu território. Um missionário americano desembarcou na ilha em 2018 e foi executado assim que chegou.
Portanto, a não ser que você seja muito corajoso — ou suicida —, as Ilhas Sentinelas é um lugar que você nunca irá visitar na sua vida.
6
Cavernas Lascaux, França

As cavernas Lascaux, no Sudoeste da França, abrigam mais de 600 pinturas rupestres paleolíticas com mais de 20 mil anos. As pinturas são raras e consideradas excepcionais em qualidade e escala. Elas cobrem as paredes e tetos da caverna e ilustrando a fauna e a flora local além de criaturas místicas.
Os arqueólogos acreditam que as cavernas eram utilizadas para a caça e ritos religiosos. Elas foram listadas como Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, em 1979.
Logo que foram descobertas, em 1948, as cavernas foram abertas para a visitação do público. Mas a presença constante de humanos acabou prejudicando as pinturas devido ao aumento de micróbios e fungos que resultaram em uma grave infestação que acabou colocando as pinturas em risco.
Por isso, a entrada na caverna é proibida por lei, desde 1969. Mas, se você se sentiu prejudicado e insiste entrar nas Lascaux sem querer se “lascar”, os arqueólogos desenvolveram um projeto em uma réplica da caverna perto da vila de Montignac, ao lado da original que você nunca poderá visitar na sua vida.
7
Ilha Poveglia, Veneza

A ilha Poveglia serviu como local de quarentena para vítimas da peste negra no século XVII. Acredita-se que 100 mil pessoas morreram e foram enterradas ali.
Diz-se que 50% do solo da ilha é composto por restos mortais humanos. No século XVIII, foi aberto um hospital psiquiátrico que tempos depois foi abandonado. A ilha ainda guarda alguns prédios dessa época. Mas as autoridades italianas há tempos estão decididas a não permitir a visitação dessas ruínas.
Dada a história da ilha, não é surpresa que se diga que Poveglia é assombrada. Um lugar onde o passado é inquietante e o presente sombrio e que você jamais poderá visitar na sua vida.
8
Zona de exclusão de Chernobyl, Ucrânia

Desde 1986, depois da explosão do reator 4 na Usina Nuclear de Chernobyl, o “tempo” ficou congelado no local.
E, embora já tenham se passado quatro décadas do acidente, a contaminação persiste e por isso os controles rigorosos de acesso permanecem.
Cobrindo uma área de 1000 km², o acesso a Zona de Exclusão, onde a contaminação é maior, é proibido. As autoridades ucranianas limitam também a visitação a áreas consideradas menos perigosas de contaminação, embora os curiosos, mesmo em tempos de guerra, continuem a se interessar por esse lugar abandonado e esquecido.
A violação das regras e regulamentos não é considerada de ânimo leve. Por isso, atrever-se colocar os pés em um lugar tão proibido pode lhe causar sérios problemas. A zona de exclusão de Chernobyl é mais um lugar na Terra que você nunca poderá visitar na sua vida.
9
Fort Knox, Estados Unidos

Ao longo dos anos, a base militar do Kentucky serviu para muitos fins. Mas atualmente é usada para abrigar o ouro dos Estados Unidos e sua visitação está completamente fora de cogitação.
Trata-se se um dos lugares mais seguros do planeta. Mas, se quiser arriscar, você terá que superar cercas elétricas de arame farpado, campos minados, guardas muito bem armados e câmeras de segurança, além de uma cerca invisível a laser.
Caso você consiga atravessar todo esse aparato, ao sair da sala onde está guardado o ouro americano, helicópteros Apache estarão te esperando prontos para te fuzilar ali mesmo. Por isso, o Fort Knox é mais um lugar da Terra que você nunca poderá visitar na sua vida.
10
Svalbard Global Seed Vault, Noruega

Imagine o cenário pós-guerra nuclear mundial. O mundo está em reconstrução e vai precisar de sementes não contaminadas para a agricultura global. Pois é neste depósito de sementes na Noruega que estão guardadas todas essas sementes e mudas que vão sustentar a vida na Terra.
O Seed Vault fica em montanha na remota ilha de Spitsbergen, a meio caminho entre a Noruega continental e o Polo Norte, e abriga aproximadamente 890 mil amostras de 4 mil espécies diferentes de sementes de todo o mundo.
O cofre foi projetado como uma apólice de seguro em caso de um desastre nuclear global que vai acabar com os nossos principais suprimentos alimentares.
Conhecido como o “Cofre do Juízo Final”, o local quase secreto permanece guardado e fechado. O acesso é praticamente impossível, a não ser que você sobreviva à guerra nuclear e seja um dos cientistas que vai retirar essas sementes de lá. Caso contrário, este é um lugar que você jamais poderá visitar na sua vida.
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Uma declaração de Valeria Chomsky, mulher do linguista, filósofo e ativista norte-americano Noam Chomsky, desmentiu, de maneira categórica, a versão de Jeffrey Epstein sobre uma suposta ligação telefônica entre o financista e o presidente Lula da Silva, do PT, que teria ocorrido quando ele estava preso em Curitiba.
A nota, onde Valeria Chomsky classifica a alegação como “falsa”, levou o jornalista Glen Greenwald a recuar sobre a publicação de sexta-feira, 15, em que afirma que houve a ligação entre o presidente Lula da Silva e Jeffrey Epstein de acordo com os mais de 20 mil e-mails divulgados pelo Congresso americano ligados ao financista, condenado por crime sexuais. Entre eles, há um e-mail de 2018 no qual Jeffrey Epstein cita Lula da Silva: “Chomsky me ligou com Lula, da prisão. Que mundo”.
Sem qualquer corroboração ou prova, o texto publicado por Glen Greenwald foi o suficiente para alimentar uma suposta relação entre Lula da Silva e Jeffrey Epstein.
Em nota oficial, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) afirmou que “a citada ligação telefônica nunca aconteceu”.

Glenn Greenwald foi o responsável pela divulgação inicial desse e-mail. Ao postar no X, o jornalista relatou que o fato teria ocorrido durante a visita de Noam Chomsky a Lula da Silva na prisão em Curitiba e que o linguista teria ligado da cela, na sede da Polícia Federal, para Epstein, baseando-se apenas no e-mail divulgado. Mas teve de voltar atrás, após Valéria Chomsky, mulher do linguista, contestar a nota. “A afirmação de Epstein é infundada e falsa”, contrapõe Valéria.
Com toda repercussão, o jornalista norte-americano publicou em suas redes sociais a carta de Valeria Chomsky. No documento, com data de 14/11/25, ela relata que acompanhou pessoalmente a visita do marido a Lula da Silva em 20 de setembro de 2018, na sede da Polícia Federal em Curitiba. Conta que os dois tiveram que deixar os aparelhos celulares na recepção, que foram revistados por agentes da PF e permaneceram o tempo todo na sala com o petista-chefe.
De acordo com a nota, foi Valeria que atuou como intérprete durante toda conversa entre Noam Chomsky e Lula da Silva.
Ao final, Valéria Chomsky reforça que qualquer afirmação de que houve um telefonema durante a visita é “infundada e falsa”.

Documentos mostram Epstein elogiando Bolsonaro
Entre os e-mails divulgados, Jeffrey Epstein se refere ao então candidato Jair Bolsonaro como “o cara” ou “the real deal”. Glenn Greenwald não divulgou este e-mail, mas preferiu focar no suposto telefonema entre Epstein e Lula da Silva.
Ao divulgar a carta de Valéria Chomsky, o jornalista desmente a alegação que ele mesmo ajudou a impulsionar.
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