Por Giovanna Campos
Presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin estiveram em Anápolis nesta quinta-feira, 26
Policiais rodoviários federais realizam, nesta sexta-feira, 27, uma mobilização em todo país em frente às unidades da Polícia Rodoviária Federal em todos os estados. A ação marca o estado de alerta da categoria e tem como principal pauta a cobrança por celeridade na criação do Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC).
O presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado de Goiás (SINPRF-GO), Newton Morais, comentou sobre a manifestação em entrevista ao Jornal Opção. “Esse fundo é essencial para que as polícias federal, rodoviária e penal estejam equipadas, capacitadas e preparadas para combater as organizações criminosas".
O Sindicato alerta que o movimento ocorre em meio a articulações em Brasília para que o Governo Federal avance na implementação do fundo, considerado estratégico para garantir recursos permanentes e proteger o orçamento da segurança pública contra contingenciamentos. Segundo Newton, a mobilização começou em Goiás na semana passada, e hoje foi deflagrada em todo o Brasil.
A proposta do FUNCOC é assegurar melhores condições de trabalho, ampliar a capacidade operacional da PRF e fortalecer o enfrentamento ao crime organizado nas rodovias federais. “Para combater melhor, a gente precisa de recursos, equipamentos, concurso e outras coisas mais", completa Newton.
Durante a mobilização, policiais exibem faixas com reivindicações como investimentos em estrutura, modernização de equipamentos, capacitação profissional e realização de concursos públicos.
Números reforçam pressão por investimentos
Dados operacionais da PRF evidenciam a dimensão da atuação da instituição. Entre 2023 e 2025, foram fiscalizados mais de 22,8 milhões de veículos e abordadas 23,5 milhões de pessoas em todo o país. No mesmo período, foram realizados 8,6 milhões de testes de alcoolemia.
As ações também resultaram na apreensão de mais de 2,1 mil toneladas de maconha e 124 toneladas de cocaína, além de armas e outras substâncias ilícitas. Ao todo, mais de 123 mil pessoas foram detidas e cerca de 23 mil veículos recuperados.
Os dados demonstram a relevância do trabalho desempenhado e reforçam a necessidade de fortalecimento institucional diante do avanço do crime organizado.
Mobilização é pacífica e não afeta atendimento
O sindicato destaca que os atos têm caráter pacífico e informativo, sem prejuízo às atividades operacionais ou ao atendimento à população nas rodovias federais.
A categoria segue em estado de alerta e acompanha as decisões do Governo Federal. Caso não haja avanços concretos em relação ao FUNCOC, novas mobilizações não estão descartadas.
Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas consolida acerto do Governo do Estado ao trazer evento para Goiânia. Foram gerados 10.838 postos de trabalho, sendo 75,7% diretos (8.206) e 24,3% indiretos (2.632)
Preso foi encaminhado ao sistema prisional, e o material será submetido à perícia
Musical de Páscoa “Bendito É o Que Vem” chega à 3ª edição no Teatro Sesi
Novo projeto paisagístico está em fase final de elaboração, com previsão de conclusão e entrega à população em até três meses
Encontro com lideranças do setor antecipa feira de 2026, destaca inovação, sustentabilidade e o fortalecimento do agronegócio mesmo diante de desafios globais
Mutirão também serve como treinamento prático para profissionais da Atenção Primária
Alexandre Silveira estava internado desde terça-feira, 24; família não detalhou a causa e políticos prestaram solidariedade
Edney matou a ex-mulher, em 28 de março dentro da loja de autopeças
Estado apresenta um dos melhores desempenhos no trajeto escolar e lidera avanços no ambiente escolar, aponta IBGE
Enquanto relatórios apontam o desvio interno como eixo do problema, o Brasil insiste em priorizar o inimigo externo
Mãe de Leide das Neves recebe Jornal Opção em casa e relembra memórias do acidente radiológico em Goiânia
Anápolis encontra-se em ritmo de crescimento, sobretudo no Distrito Agroindustrial (DAIA), tendo em vista a chegada de novos investimentos nos segmentos farmacêutico e automotivo
Legislação atual equipara a misoginia à injúria e à difamação – com pena que pode ir de dois meses a um ano de reclusão, de acordo com o Código Penal (arts. 139 a 141)

