Resultados do marcador: Política
A mesa será colocada no Museu Zoroastro Artiaga, na Praça Cívica. A Secretaria da Cultura vai colocar placas sinalizando que, no Centro, fica a primeira Assembleia Legislativa em Goiânia
O presidente da Goinfra deve contar também com o apoio dos generais eleitorais José Délio, Marcos Cabral e Marcos Roberto Silva
Quando decidiu pelo apoio ao presidente da Assembleia para deputado federal, Paulo do Vale, pai de Lucas do Vale, não se posicionava como candidato à Câmara dos Deputados
O secretário de Cultura da Prefeitura de Goiânia é amigo de Jair Bolsonaro e defende Major Vitor Hugo para senador na chapa de Daniel Vilela. “É a chance de ouro do PL”
No momento, o senador insiste que será candidato a governador. Mas, no caso de composição, seu grupo planeja vetar uma candidatura de Major Vitor Hugo a senador
O deputado estadual aposta que o PL vai apoiar Daniel Vilela para governador e vai lançar Gayer ou Vitor Hugo para senador
Marconi Perillo receia passar o bastão para Aava Santiago e ficar com a imagem de “fujão”. Frise-se que a vereadora não tem desgastes e o ex-governador tem, quem sabe, incontornáveis
O ex-presidente parece ter descartado Eduardo Bolsonaro, que pode ser cassado e preso, e Michelle Bolsonaro, que ele prefere disputando mandato de senadora no Distrito Federal
Assim que a direita definir seu candidato, evitando o lançamento de mais postulantes, ele pode saltar para o 1º lugar, deixando Lula bem atrás. É uma possibilidade que não deve ser tratada como certeza
José Mário Schreiner, que poderá puxar a direita bolsonarista dos produtores rurais para Daniel Vilela, também é cotado para vice. Assim como Adriano Rocha Lima e Pedro Sales
As principais apostas são Romário Policarpo, Aava Santiago, Edward Madureira, Coronel Urzeda, Lucas Vergílio, Major Vitor Hugo e Sargento Novandir
O presidente do Avante aposta que o partido que dirige em Goiás vai eleger pelo menos dois deputados federais e vários deputados estaduais
Eurípedes Furtuoso morreu durante a tramitação do caso. “Ele não merecia isso”, diz Demóstenes Torres, advogado no caso
O senador do PL foi ao Palácio das Esmeraldas acertar uma parceria para apoiar Daniel Vilela para governador em 2026? Na verdade, o assunto é outro
Com o objetivo de fornecer mais liquidez ao mercado financeiro em momentos de necessidade, o Banco Central do Brasil (BC) e o Banco Popular da China (PBoC) irão assinar nesta terça-feira (13) um acordo de swap (troca) de moedas. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, e sua contraparte chinesa, Pan Gongsheng, assinarão o documento em Pequim.

Conforme resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), o valor em aberto das operações não poderá ultrapassar R$ 157 bilhões, e elas terão validade de cinco anos. O Banco Popular da China receberá reais, creditando o valor equivalente à moeda brasileira em dólares numa conta de especial de depósito aberta em seu nome no Banco Central brasileiro. O dinheiro só poderá ser movimentado conforme as determinações do acordo.
Para garantir o equilíbrio econômico-financeiro das obrigações, o BC observará as taxas de câmbio relativas às duas moedas, cobradas nos mercados cambiais nacional e internacional, assim como os juros e os prêmios de riscos das obrigações soberanas (como taxas de títulos públicos) nos mercados financeiros doméstico e global.
Iniciativas semelhantes
Em nota, o BC ressaltou que pretende firmar mais acordos do tipo com outros países.
“Esses acordos de swap de moedas têm se tornado comuns entre os bancos centrais, especialmente desde a crise de 2007. O BC já tem conversas com outros bancos centrais para a realização de acordos semelhantes ao que será assinado com o PBoC amanhã”, informou o BC em nota.
Segundo o BC, o Banco Popular da China tem 40 acordos semelhantes de swaps de moedas com autoridades monetárias de países como Canadá, Chile, África do Sul, Japão, Reino Unido, assim como com o Banco Central Europeu.
O BC tem um acordo semelhante com o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Chamado de Foreign and International Monetary Authorities Repo Facility (FIMA, na sigla em inglês), esse acordo dá a possibilidade de o BC brasileiro acessar dólares americanos oferecendo operações compromissadas (títulos públicos usados para regular a quantidade de dinheiro em circulação da economia. Em troca, o BC recebe títulos do Tesouro norte-americano como contrapartidas.
Agenda
Galípolo acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na viagem ao país asiático. Além de assinar o acordo de swap nesta terça, o presidente do BC deve participar de um seminário sobre títulos públicos internacionais da China, chamados de Panda Bonds, na quinta-feira (15).

