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Integração de órgãos garantiu segurança na Copa, diz Comando do Planalto

De tão rigorosas, as ações das equipes de defesa contra agentes químicos e biológicos destacadas para a Copa do Mundo chegaram a interpelar diversos torcedores por estarem com níveis de radiação acima do normal, quando a caminho dos estádios. [caption id="attachment_10548" align="alignleft" width="277"]Integração entre órgãos diversos garantiu segurança na Copa, diz general Racine / Foto: José Cruz/Agência Brasil Integração entre órgãos diversos garantiu segurança na Copa, diz general Racine / Foto: José Cruz/Agência Brasil[/caption] “Posteriormente, verificamos que eram pessoas que estavam fazendo tratamento quimioterápico”, disse hoje (19), durante evento comemorativo ao sucesso das operações de segurança ao longo do evento,  o integrante do Comando Militar do Planalto (CMP) e coordenador de Defesa Aérea em Brasília, general Racine Bezerra Lima Filho. Apesar de ter havido restrições no espaço aéreo próximo aos estádios  nos dias de jogos, 12drones [veículos aéreos não tripulados e com câmeras] foram identificados pelo CMP na região. Destes, dois estavam em áreas proibidas, o que resultou no indiciamento e na prisão de duas pessoas em flagrante. De acordo com o CMP, os drones não foram abatidos no ar porque, com a queda, poderiam machucar pessoas. Nessas situações, o procedimento é, com a ajuda da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), identificar a origem do sinal, por meio de triangulação, e dessa forma localizar seu operador. Tais exemplos servem para ilustrar a relevância que a integração dos órgãos de defesa, segurança e inteligência teve para garantir o sucesso da Copa no Brasil. “Não houve nenhum incidente que pudesse comprometer a imagem de nosso país, o evento ou a segurança de turistas e demais pessoas. Toda essa normalidade pode ser resumida em uma palavra: integração. Tanto em Brasília como nas demais cidades que sediaram os jogos”, acrescentou Racine. Segundo ele, os órgãos de inteligência também tiveram papel fundamental nas ações preventivas. “Não podemos detalhar todas as contribuições que eles deram até porque, se fizéssemos isso, a atividade deixaria de ser de inteligência, mas posso afirmar que muitas das medidas preventivas adotadas, como o reforço de policiamento e o maior número de postos de checagem nas imediações dos estádios, foram em decorrência dos dados que recebemos deles”, informou o general. Ao todo, oito pedidos de busca foram feitos pelos ógãos de Inteligência brasileiros, diz relatório do Comando Militar do Planalto, ao qual a Agência Brasil teve acesso. “A própria prisão do líderbarrabrava argentino [Pablo Álvarez, detido no Estádio Nacional de Brasília] foi feita a partir de informações que nos foram repassadas por órgãos de inteligência. Ele estava disfarçado, praticamente irreconhecível. Nós o prendemos porque sabíamos que ele viria”, acrescentou o comendante. Com um efetivo de 4.060 militares apenas em Brasília, as Forças Armadas inspecionaram 581 embarcações no Lago Paranoá no período da Copa do Mundo – entre os dias 12 de junho e 13 deste mês. Destas embarcações, nove foram notificadas. Foram feitas, ainda, 86 escoltas e 218 varreduras em toda a cidade. Na cerimônia, no Comando Militar do Planalto, mudas de ipê foram plantadas no Bosque Integração, para lembrar a participação de todos os envolvidos nas ações de segurança durante o Mundial de Futebol.

Mesmo sem a taça, Brasil promoveu a Copa das Copas, diz Dilma em carta à seleção

Documento enviado ao time diz que a campanha no mundial servirá como lição. Equipe de Felipão ficou em terceiro lugar, após derrota por 3 a 0 contra a Holanda, no sábado

Capas de diários goianos sobre vexame na Copa são elogiadas

[caption id="attachment_9735" align="alignleft" width="620"]Foto: Divulgação Foto: Divulgação[/caption] Apesar dos senões editoriais — que geralmente têm menos a ver diretamente com a área de Arte do que com a cúpula diretiva da redação —, as capas de “O Popular” durante a Copa mantiveram um padrão de bom gosto, em sua maioria. A tradição de boas capas já vem de certo tempo, tendo começado ainda com Wilson Silvestre, veterano jornalista e também ex-integrante da equipe do Jornal Opção, e sido mantida com André Rodrigues. O editor-executivo é o responsável pelo aprimoramento do trabalho iniciado por Silvestre e que resulta frequentemente em boas citações do jornal em sites mundo afora. Foi o que ocorreu com a capa da quarta-feira, 8, intitulada “Furada histórica”, em que a bola Brazuca, um dos ícones do Mundial de 2014, aparece murcha, simbolizando a vergonhosa eliminação brasileira. A primeira página com o grafismo foi uma das dez que obtiveram destaque do Newseum, o Museu da Notícia, nos Estados Unidos. Os goianos mereceram holofote internacional também no site da “The New Yorker”. Em meio a outras seis publicações brasileiras — entre elas “O Globo” e “O Estado de S. Paulo” — e sob o título “Humiliation, honor, and Brazil”, estava a já citada capa do Pop (embora sem aparecer a logo do jornal) e a de “O Hoje”, cujo título foi “Mineirão, 8 de julho de 2014”.

Imprensa internacional repercute goleada sofrida pelo Brasil

[caption id="attachment_9417" align="alignleft" width="620"]Animação satiriza derrota brasileira. No vídeo, jogadores do Brasil choram, enquanto um alemão entra no gol com carrinho de mão cheio de bolas | Foto: Reprodução/OléTeVê Animação satiriza derrota brasileira. No vídeo, jogadores do Brasil choram, enquanto um alemão entra no gol com carrinho de mão cheio de bolas | Foto: Reprodução/OléTeVê[/caption] A derrota histórica da seleção brasileira de 7 a 1 para a Alemanha, na semifinal da Copa do Mundo, ganhou destaque nos principais jornais de países europeus e da Argentina. Os periódicos também registraram a marca alcançada pelo jogador alemão Miroslav Klose, que fez um dos gols da equipe germânica e tornou-se o artilheiro entre todas as 20 edições da competição, com 16 gols. Ele ultrapassou a marca do ex-atacante Ronaldo, o Fenômeno, que tem 15 gols. O diário Olé, da Argentina, traz matéria de capa com o título Sete como Nunca. O site informa que a Alemanha humilhou o Brasil e deu uma aula de futebol. A publicação também convocou os leitores a sugerirem, por meio de rede social, o título da edição impressa sobre o “Mineiraço”. O termo é uma alusão ao “Maracanaço”, como ficou conhecida a derrota do Brasil para o Uruguai, na Copa de 1950, no estádio carioca. A agência alemã de notícias Deutsche Welle destacou a vitória histórica com a reportagem Tempestade Alemã na Final da Copa do Mundo. A publicação afirma que o Brasil está em choque após assistir a goleada. A agência destacou a eficiência da equipe alemã, ao liquidar a partida antes dos 30 minutos do primeiro tempo. O jornal Mundo Deportivo, da Espanha, deu ênfase ao trabalho do técnico Joachim Löw. Para o jonral, o técnico conseguiu dirigir a partida de seus sonhos, após anos de trabalho à sombra da seleção da Espanha, campeã da Copa de 2010 e eliminada na primeira fase neste ano. A página esportiva da agência britânica BBC destacou o gol de Miroslav Klose, jogador que tornou-se o artilheiro das 20 edições da Copa do Mundo. Segundo a BBC, a Alemanha nunca perdeu um jogo em que Klose marcou.

Jogadores e torcedores do mundial ficam nus pelo Brasil

Nus, jogadores e torcedores convidados do Mundial se refrescam

A pedido da Fifa, Itaquerão terá mais um jogo oficial antes da Copa

A pedido da Federação Internacional de Futebol (Fifa), o estádio do Corinthians receberá mais um jogo oficial antes da abertura da Copa do Mundo, marcada para o dia 12 de junho. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mudou o local e a data da partida do clube paulista contra o Cruzeiro pela Série A do Campeonato Brasileiro. O jogo, que ocorreria no estádio do Canindé no dia 28, passou para o Itaquerão, como o estádio é conhecido, no dia 29 de maio, às 16h. Hoje (20), o estádio passa a ser operado pela Fifa. O evento oferecerá alguns serviços de um jogo de Copa do Mundo, informou a assessoria do clube. O Itaquerão tem capacidade para 48 mil torcedores, mas para os jogos da Copa do Mundo foram montados 20 mil lugares provisórios por exigência da Fifa. O evento-teste será orientado pelo Comitê Organizador Local (COL) dos jogos. Antes da alteração, estava previsto apenas um jogo oficial do Corinthians, que ocorreu no último domingo (18). Com um público de mais de 36 mil pessoas, Figueirense levou a melhor sobre o dono da casa, com o placar de 1 a 0. Os torcedores começaram a chegar ao local pouco depois das 13h. A expectativa era reunir 40 mil pessoas, mas foram registradas 36.694, das quais 36.123 pagantes. Foram arrecadados R$ 3.298.170.