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A ofensiva de hoje resultou em quatro prisões preventivas
A decisão atende a pedido do próprio presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Renan Calheiros
Decisão impede que os investigados vendam as ações enquanto tramitam as apurações sobre o caso
Além dos magistrados, a CPI também aprovou convites para outras autoridades e pessoas ligadas ao caso, como a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, o ministro da Casa Civil Rui Costa, o presidente do Banco Central Gabriel Galípolo e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega
A declaração foi prestada no âmbito do inquérito que apura suspeitas de fraudes envolvendo a instituição financeira
Manifestação visa esclarecer o andamento do processo e responder a questionamentos sobre a competência para julgar o caso
Segundo relatos feitos à coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, Vorcaro solicitou que Paulo Henrique comparecesse ao local informando que “o homem estava lá”, em referência ao ministro do STF
De acordo com documentos enviados pelo BC, os fundos da Reag teriam sido usados para sustentar artificialmente o capital do Banco Master nos últimos meses de 2025
Em nova nota divulgada nesta quarta-feira, 24, o magistrado também reiterou que não tratou do tema em reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo
Segundo o contrato, o pagamento seria dividido em 36 parcelas mensais de R$ 3,6 milhões, com início previsto para 2024
O negócio é avaliado em R$ 2 bilhões
Instituição alcança 9 milhões de clientes e amplia atuação no crédito imobiliário e rural
A aquisição de parte do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) causou tensão no governo do Distrito Federal. A vice-governadora Celina Leão (PP) não foi consultada sobre a operação, avaliada em R$ 2 bilhões. A compra, liderada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), mira 58% do patrimônio líquido do banco paulista.
Segundo a colunista Malu Gaspar, de O Globo, Celina, que assumirá o governo em abril de 2026, caso Ibaneis se afaste para disputar uma vaga no Senado, disse ter tomado conhecimento do negócio apenas pela imprensa. Aliados da vice-governadora criticaram a falta de transparência e alegam que a operação foi feita “a toque de caixa”.
O BRB afirma que o negócio ainda depende da aprovação do Banco Central e do Cade. Já o presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, esclareceu que o BRB não assumirá dívidas de subsidiárias como o Voiter e o Banco Master de Investimentos.
Senadores questionam compra de ações do Banco Master pelo BRB
A compra de 49% do Banco Master pelo BRB (Banco Regional de Brasília), em uma operação estimada em R$ 2 bilhões, está sendo alvo de questionamentos por parte de senadores e especialistas do setor financeiro. A transação, que ainda depende da aprovação do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), gerou dúvidas sobre a transparência e a viabilidade financeira do negócio.
O senador Izalci Lucas (PL-DF) solicitou formalmente ao Banco Central informações detalhadas sobre a operação. Segundo ele, a ausência da apresentação do passivo e dos resultados financeiros recentes do Banco Master levanta suspeitas sobre o valor atribuído à instituição. "Uma grande instituição financeira teria oferecido apenas R$ 1 para assumir o Banco Master por conta das dívidas. Se não houver consistência nos dados, o Banco Central deve vetar essa compra", afirmou o parlamentar.
Izalci também criticou as práticas do Banco Master, que, segundo ele, atua com "taxas de juros inexplicáveis". Ele defende que as informações solicitadas sejam disponibilizadas antes da conclusão do processo.
O senador Omar Aziz (PSD-AM) também se manifestou contra a aquisição. Para ele, é necessário esclarecer a origem dos recursos envolvidos na transação, uma vez que o Distrito Federal depende fortemente de repasses da União. “Vão dizer que os recursos são do BRB, mas quem nomeia o presidente do banco é o governador do DF. É preciso entender por que há tanto interesse nessa compra, ainda mais considerando que recentemente foi feita uma proposta de apenas R$ 1 pelo banco, e agora ele está sendo avaliado em R$ 2 bilhões”, declarou Aziz.
Diante da polêmica, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) instaurou um inquérito civil para investigar a legalidade e os impactos da aquisição.
Reunião extraordinária
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, convocou para este sábado, 5, uma reunião com os principais executivos dos maiores bancos privados do Brasil. O encontro tem como pauta a operação anunciada entre o Banco de Brasília (BRB) e o Banco Master. A transação, avaliada em cerca de US$ 2 bilhões, ainda depende de aprovação dos órgãos reguladores, incluindo o próprio Banco Central.
Entre os participantes confirmados estão os presidentes Marcelo Noronha (Bradesco), Mario Leão (Santander), Milton Maluhy (Itaú), André Esteves (BTG Pactual) e Daniel Lima, presidente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou, por meio de nota, que não participa da iniciativa e não estará presente na reunião.
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A transação, avaliada em cerca de US$ 2 bilhões, ainda depende de aprovação dos órgãos reguladores, incluindo o próprio Banco Central

