Resultados do marcador: Dívidas
Além de descontos em multa e juros, que vão de 100% a 50%, é possível negociar até 60 meses para quitar débitos e eliminar restrição de crédito
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Foto: divulgação[/caption]
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal declarou na última terça-feira (16/5) a falência do deputado distrital Cristiano Araújo (PSD) pelo calote de R$ 1.441.887,88 para com a empresa Carvalho & Koffes.
Segundo a coluna apurou, um negócio familiar a mais de dez anos se transformou em um pesadelo para o parlamentar. A dívida em questão se refere ao aluguel de um prédio no trecho dois do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) destinado ao funcionamento do Iesmat (Instituto de Ensino Superior do meio ambiente e Tecnologia). A insolvência civil é o equivalente a falência de pessoa física e o deputado pode recorrer da decisão. Explicando melhor, a Carvalho & Koffes ajuizou diversas ações para receber dívida de R$1441.887,88 e como o deputado não apresentou bens a serem penhorados então tornou-se insolvente.
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Foto: divulgação[/caption]
Os 12 sindicatos ligados à Prefeitura de Goiânia estudam a divulgação de uma nota repudiando a indicação de Sebastião Peixoto para a direção do Imas.
Os líderes sindicais afirmam que, quando passou pelo Imas, Sebastião Peixoto foi responsável por vários problemas — sobretudo dívidas.
Sebastião Peixoto é pai do deputado Bruno Peixoto e do vereador Wellington Peixoto. Mais blindado, portanto, impossível.
Pela sétima vez seguida, o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor apresentou alta, ao atingir 2,4% em maio em relação a abril. Comparado a igual mês de 2013, houve ligeira elevação de 0,3%, no primeiro crescimento interanual. Mas, de janeiro a maio, o quadro ainda é queda, com variação de 1,9%. Em nota, os economistas da Serasa Experian apontam que a trajetória de elevação na comparação mensal decorre de fatores como o “aumento do custo das dívidas pelas sucessivas elevações das taxas de juros, a manutenção da inflação em patamar elevado, oscilando ao redor do limite superior da margem de tolerância para a meta de inflação e o enfraquecimento da atividade econômica”. A inadimplência média foi puxada, principalmente, pelas dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) com crescimento nos atrasos acima de 90 dias de 2%, e pelas dívidas com os bancos, cujos atrasos aumentaram 1,9%. O valor médio das dívidas não bancárias, no entanto, caiu 2,2%, nos primeiros cinco meses do ano sobre igual período do ano passado (de R$ 324,57 para R$ 317,41). Ocorreu redução ainda mais expressiva, de -8,4% nos débitos com os bancos (de R$ 1.377,50 para R$ 1.262,13). No mesmo período, os cheques sem fundos cresceram 7,7%, mas a sua contribuição no cálculo da inadimplência foi menor, com 0,6 ponto percentual ante 0,9. O valor, porém, aumentou 3,7% (de R$ 1.614,43 para R$ 1.674,05). Em relação aos títulos protestados, os atrasos tiveram ligeira alta (0,7%) e o valor médio ficou 4,8% acima do registrado em abril (de R$ 1.374,53 para R$ 1.440,39). De acordo com a Serasa Experian, nesse último caso, o efeito sobre o resultado geral foi praticamente nulo.

