Resultados do marcador: Ciência
O achado ocorreu em um cemitério datado de cerca de 2 mil anos
PLP 32/2026 propõe mecanismos de proteção a patentes estratégicas no Brasil
Os artefatos analisados pertencem à cultura aurignaciana, grupo que viveu no sul da atual Alemanha entre 43 mil e 24 mil anos atrás
Estudo publicado na revista Science mostra que inteligência artificial auxiliou físicos a demonstrar uma interação de glúons considerada impossível há décadas
O objetivo é permitir que futuros pais escolham características como saúde, altura e até capacidades cognitivas dos filhos, o que reacende debates éticos sobre desigualdade e os limites da ciência
Objeto espacial 2024 YR4 tem cerca de 60 metros de diâmetro e até 4,3% de chance de colisão com o satélite natural, segundo estimativas da NASA e da ESA
O achado oferece um raro vislumbre da vida escolar e das brincadeiras infantis entre os séculos 19 e início do 20
Especialista afirma que interações entre agentes de IA são controladas por humanos e que os riscos atuais estão no uso malicioso da tecnologia, não em uma consciência artificial
Na última semana, uma descoberta em solo brasileiro tem proporcionado um avanço científico no campo da Medicina, levando esperança para que pessoas tetraplégicas possam voltar a andar. Isso acontece graças à polilaminina, que é um composto capaz de estimular a reconexão de neurônios que foram danificados na medula espinhal.
A polilaminina é uma molécula experimental desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, que é professora de Biologia da Matriz Extracelular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela foi obtida por meio de proteínas extraídas da placenta humana e aplicada diretamente na região lesionada. Com isso, levanta-se a possibilidade de estimular a regeneração dos circuitos nervosos e restaurar funções que estavam perdidas.
A descoberta pode render o Prêmio Nobel de Medicina para ela e também ao Brasil, algo que seria inédito. Há quem pense que uma pesquisa dessa é algo simples de ser feito, mas não é. Essa pesquisa, especificamente, demorou 30 anos. A ciência mais uma vez surpreende de maneira positiva ao proporcionar avanços para a sociedade.
Mas, infelizmente, o Brasil conta com uma realidade que chega a ser cruel com quem dedica anos a uma pesquisa para se ter um resultado efetivo: a falta de um orçamento digno. Exatamente! Recursos voltados para a ciência e para as universidades - que são o ponto de partida para pesquisa científica - estão cada vez mais escassos através de cortes, o que pode impactar no desenvolvimento de estudos importantes para vários segmentos.
Com a aprovação do orçamento federal para este ano, os orçamentos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sofreram reduções de R$ 359,3 milhões e R$ 92,4 milhões, respectivamente, em relação à proposta original, o que representa uma queda superior a 7% em termos reais quando comparado a 2025.
Além disso, as universidades federais enfrentarão uma diminuição de R$ 488 milhões em seus recursos discricionários, comprometendo o funcionamento das instituições, a manutenção da infraestrutura, a assistência estudantil e as atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Os pesquisadores vinculados ao Programa Conhecimento Brasil precisaram fazer uma nota conjunta para falar o óbvio: essas medidas ameaçam a continuidade de projetos científicos, assim como a permanência de estudantes e pesquisadores no sistema nacional de ciência e os esforços de internacionalização da pesquisa brasileira.
Ao mesmo tempo, o orçamento traz o aumento dos valores destinados às emendas parlamentares, que alcançarão R$ 61 bilhões, além do aumento do Fundo Eleitoral, de R$ 1 bilhão para R$ 4,9 bilhões, apontando uma inversão de prioridades incompatível com um projeto de desenvolvimento baseado em conhecimento, inovação e redução das desigualdades.
A situação só destaca o abismo existente entre Brasil e valorização da ciência. Situações como essa mostram que os governantes deveriam sentir vergonha de retirar dinheiro de uma área que salva e pode transformar vidas, como o exemplo mostrado no início deste texto.
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Os resultados foram publicados na revista científica Biochemical Pharmacology
Começa mais uma “Expedição Araguaia”, uma das maiores expedições científicas do Brasil, percorrendo cerca de 3.500 quilômetros na bacia do Rio Araguaia e contando com uma equipe multidisciplinar de pesquisadores que atuarão de forma integrada para ampliar o conhecimento sobre a região
Descoberta pode render à cientista e ao Brasil o Prêmio Nobel de Medicina
A autorização da Anvisa contempla duas indicações
O método, ainda em fase experimental, utiliza um biomaterial derivado da pele humana e promete reduzir cicatrizes, inflamações e o tempo de recuperação das pacientes
Para o pesquisador Masaharu Takemura, um dos autores do trabalho, a relevância vai além da biologia viral

