Goiânia terá castração e atendimento veterinário para 1,2 mil cães e gatos; veja como participar
24 setembro 2026 às 14h47

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A Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) firmou parceria para a realização de duas ações de atendimento veterinário em Goiânia, com previsão de atender 1.285 cães e gatos. O investimento total será de R$ 825 mil, e os projetos terão prazo de execução de até 12 meses.
Os atendimentos serão destinados prioritariamente a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico)e a pessoas ligadas a instituições de proteção animal. As ações serão executadas pelo Instituto Efatá, responsável pelos procedimentos veterinários.
Ao Jornal Opção, o presidente do instituto, Cleber Guimarães, explicou que será realizado um pré-cadastro para identificar as regiões da capital com maior demanda pelo serviço.
“Realizaremos um pré-cadastro aberto para o povo de Goiânia. A gente faz um mapa de calor dos CEPs desse pré-cadastro para, a partir daí, determinar em quais regiões a gente vai atender”, explicou.
O pré-cadastro poderá ser feito pelo WhatsApp 3030-2811. Segundo Guimarães, a previsão é que os atendimentos comecem em janeiro de 2027.
Regiões serão definidas pela demanda
O presidente do Instituto Efatá explicou que a estratégia será semelhante à utilizada atualmente em Bertioga, município onde a instituição também realiza ações de castração. A distribuição dos atendimentos em Goiânia será definida a partir da concentração de interessados identificada no pré-cadastro.
Além da castração, os projetos contemplam cadastramento dos animais, consultas veterinárias, exames pré-operatórios, implantação de microchip de identificação, fornecimento de medicamentos no pós-operatório e acompanhamento dos animais.
Para a realização das ações, também está prevista a utilização de estruturas veterinárias móveis ou temporárias, permitindo que os serviços sejam levados às regiões selecionadas.
Controle populacional
As iniciativas têm como objetivo ampliar o acesso aos serviços veterinários e contribuir para o controle populacional de cães e gatos na capital. A proposta também busca reduzir ninhadas não planejadas, abandono de animais e riscos sanitários relacionados ao crescimento descontrolado da população animal.
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