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Um estudo conduzido por cientistas brasileiros aponta que o Instagram pode se tornar uma ferramenta auxiliar no monitoramento de manchas de óleo no litoral. A proposta surge após o impacto do desastre ambiental que atingiu o Nordeste em 2019 e deixou resíduos ainda identificados anos depois.
A pesquisa, liderada pelo Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná, desenvolveu um protocolo para identificar, filtrar e georreferenciar registros de contaminação a partir de postagens públicas na rede social. Os resultados foram publicados na revista Ocean and Coastal Research.
Segundo a autora principal, Lorena Nascimento, o uso das redes sociais amplia a capacidade de vigilância ambiental. “O monitoramento de derramamentos de petróleo no Brasil ainda é um desafio significativo, e nesse contexto as redes sociais podem atuar como ferramentas complementares relevantes para ampliar a disponibilidade de informações”, afirmou.
Para validar o método, os pesquisadores analisaram publicações relacionadas a derramamentos de óleo entre 2019 e 2023. A busca incluiu cerca de 50 hashtags, como #ManchasDeOleo e #OleoNoNordeste. As imagens foram verificadas para confirmar a presença de resíduos e, em seguida, tiveram data e localização extraídas a partir de legendas, comentários ou geolocalização.
O levantamento identificou 312 registros em 170 localidades durante o desastre no Nordeste e outros 162 registros em 111 pontos entre 2022 e 2023, abrangendo 11 estados brasileiros. Parte dessas ocorrências indicou presença de óleo em áreas ainda não mapeadas anteriormente.
“A partir dessas informações obtidas no Instagram foi possível identificar de forma sistematizada registros de derramamento de petróleo em grande escala, mas também ocorrências esporádicas ao longo da costa brasileira”, destacou a pesquisadora.
Além da metodologia baseada em redes sociais, o grupo desenvolve um novo projeto com uso de inteligência artificial e aprendizado de máquina para ampliar o monitoramento ambiental a partir de dados online.
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"O povo está cansado. Tenha coragem de fazer o que fez em Goiás, não se curve ao sistema. A vitória é nossa, o povo evangélico saberá reconhecer quem é Caiado”, declarou.
O engenheiro eletricista Matheus Vicente Correia morreu no domingo, 29, um dia após se casar, em Goiânia. Formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), ele havia celebrado o casamento no sábado, 28, no Setor Vila Maria Dilce. A causa da morte não foi informada pela família.
A morte provocou forte repercussão nas redes sociais, com manifestações de pesar de familiares, amigos e profissionais que participaram da cerimônia. Em nota, pessoas próximas destacaram o impacto da perda. “Sua partida deixa uma lacuna imensurável, marcada por lembranças de respeito, caráter e presença significativa na vida de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.”
A celebrante do casamento também publicou mensagem de despedida e solidariedade à família. “Com imenso pesar que recebi a notícia do falecimento do querido Matheus, a quem tive a honra de celebrar o casamento no dia 28 de março”, escreveu.
Ela ressaltou ainda o simbolismo do momento vivido pelo engenheiro. “Fica a dor da saudade, mas também a certeza de que ele viveu um dos momentos mais especiais da sua história.”
O velório foi realizado no domingo, na Funerária Paz Universal, no Setor Coimbra, na capital.
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O acidente com o Césio-137, ocorrido em Goiânia em 1987, voltou ao centro do debate após o lançamento da série Emergência Radioativa, da Netflix. A produção reacendeu discussões sobre memória, responsabilidade e os limites entre realidade e ficção na narrativa.
Durante entrevista coletiva, o ator Johnny Massaro, que interpreta um dos protagonistas, afirmou que a obra busca resgatar um episódio marcante da história brasileira. “Acho que séries como a nossa […] cumprem exatamente essa função de resgatar a memória”, disse.
O que é real
A produção reconstrói os principais acontecimentos do acidente, mantendo a base histórica do episódio.
- Início da contaminação: assim como ocorreu na vida real, a série mostra catadores encontrando um aparelho de radioterapia abandonado e o levando a um ferro-velho, onde a cápsula com material radioativo é aberta.
- Disseminação da radiação: a obra retrata a rápida propagação do material contaminado e os primeiros sintomas nas vítimas, como vômitos, tonturas e queimaduras.
- Demora na identificação: também é abordada a dificuldade das autoridades em reconhecer a presença de radiação e identificar a origem do problema.
- Reação da população: o medo, a desinformação e a revolta dos moradores aparecem como elementos centrais, assim como o isolamento das áreas contaminadas e das vítimas.
Personagens reais retratados
A série incorpora figuras históricas diretamente ligadas à tragédia.
- Leide das Neves Ferreira: uma das vítimas mais emblemáticas, a menina morreu após ingerir material radioativo e se tornou símbolo do desastre.
- Cientistas, médicos e técnicos também aparecem representados, ainda que nem sempre com seus nomes reais.
Elementos ficcionais
Para construir a narrativa dramática, a série recorre a personagens e situações adaptadas.
- Personagem Márcio: interpretado por Johnny Massaro, é inspirado no físico Walter Mendes Ferreira, mas reúne características de diferentes profissionais envolvidos na resposta ao acidente.
- Linha do tempo condensada: eventos são organizados de forma mais direta para facilitar o entendimento do público.
- Criação de núcleos dramáticos: alguns personagens e histórias foram inventados para dar ritmo e profundidade emocional à trama.
Bastidores e preocupação com precisão
Segundo o elenco, houve apoio técnico para garantir verossimilhança.
A produção contou com assessoria do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares e de especialistas que atuaram no caso. O ator afirmou que houve o esforço em estudar relatos reais: “A gente teve um cuidado absurdo informação verdadeira, do conhecimento, da ciência”, explicou Massaro.
Críticas e controvérsias
Apesar da repercussão positiva, a série também enfrentou questionamentos.
- A Associação das Vítimas do Césio-137 afirmou não ter sido ouvida durante a produção.
Houve críticas à decisão de gravar fora de Goiânia. - Os criadores afiraram que a proposta não é documental, mas uma dramatização baseada em fatos reais.
O caso segue sendo um dos maiores desastres radiológicos do mundo. Sobre as vítimas, Massaro disse: “A minha esperança é que […] elas tenham o que merecem, porque são dores que ainda estão pulsando”.
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