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A cirurgia robótica tem ampliado a precisão no tratamento da endometriose profunda, especialmente em casos complexos em que as lesões atingem estruturas delicadas como ureteres, bexiga e intestino. Em Goiás, o Einstein Goiânia tem se tornou referência nesse tipo de abordagem, indicada quando a doença causa dor persistente, compromete a função de órgãos ou está associada a quadros específicos de infertilidade.
A endometriose é uma condição crônica e ainda subdiagnosticada. De acordo com estimativas amplamente difundidas, ela atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva e pode provocar cólicas intensas, dor pélvica crônica e desconforto durante a relação sexual, além de alterações urinárias e intestinais. Em casos avançados, o quadro pode comprometer a fertilidade e demandar intervenção cirúrgica.
Ginecologista do Einstein Goiânia e referência em cirurgia robótica para endometriose, Luciana dos Anjos explica que a plataforma robótica representa evolução em relação à laparoscopia tradicional, sobretudo quando há infiltração em regiões de difícil acesso. “A plataforma robótica oferece visão tridimensional ampliada em alta definição e instrumentos articulados que garantem movimentos mais precisos e estáveis. Esses recursos facilitam a dissecção em áreas de difícil acesso e contribuem para uma maior preservação funcional”, afirma.
Segundo a especialista, o tratamento costuma começar com abordagem clínica, baseada principalmente em bloqueio hormonal e controle da dor. A cirurgia passa a ser considerada quando o quadro é incapacitante, quando há risco ou comprometimento funcional, como obstrução intestinal, lesões extensas em bexiga ou intestino e endometriomas volumosos, ou quando a avaliação médica aponta benefício no contexto de infertilidade. Nesses casos, o objetivo é remover os focos visíveis, preservar a anatomia e reduzir complicações futuras.
A médica relata que, além da tecnologia, o resultado depende do nível de experiência da equipe e da remoção criteriosa das lesões, muitas vezes com atuação multidisciplinar. “A tecnologia robótica torna mais precisa a dissecção em regiões complexas, o que favorece a preservação da função dos órgãos. Tanto quanto a tecnologia, a expertise da equipe e a remoção criteriosa de todos os focos da doença são determinantes para melhores resultados a longo prazo”, diz.
Por ser minimamente invasiva, a cirurgia robótica tende a permitir recuperação mais rápida. Em geral, a paciente recebe alta em até 24 horas, com deambulação precoce e bom controle da dor. A retomada de atividades leves costuma ocorrer em poucos dias, enquanto o retorno a esforços maiores varia conforme a extensão do procedimento, sobretudo quando há abordagem intestinal ou urinária.
O ginecologista José Ricardo Lopes Filho, também do Einstein Goiânia, destaca que a dor é um dos principais sinais de alerta e que é comum a mulher conviver por anos com sintomas antes de chegar ao diagnóstico. Ele cita cólicas intensas, dor fora do período menstrual e dor na relação sexual como queixas frequentes, além de sintomas urinários e intestinais. “É importante que a mulher procure avaliação sempre que perceber que a dor não é habitual ou começa a interferir em sua rotina”, orienta.
O médico explica que a endometriose pode reduzir a fertilidade por causa do processo inflamatório, que favorece fibrose e distorções anatômicas na pelve, afetando trompas e ovários. Endometriomas volumosos, por exemplo, podem substituir tecido ovariano saudável e reduzir a reserva ovariana.
A investigação diagnóstica se apoia em histórico clínico, exame físico e exames de imagem, como ressonância magnética de pelve e ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal. Além do bloqueio hormonal e da analgesia, estratégias como fisioterapia pélvica e acompanhamento nutricional podem integrar o tratamento e ajudar no controle dos sintomas.
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