*Colaboração de Raphael Bezerra

Segundo o delegado André Monteiro da Silva, da Polícia Federal (PF), o esquema de superfaturamento envolvendo empresas responsáveis pela manutenção de ambulâncias da Prefeitura de Goiânia contava com a participação de quatro servidores públicos ativos. Um deles ocupava cargo de gestão na Gerência de Transportes do município. As informações foram repassadas em coletiva realizada na sede da Superintendência da PF na manhã desta sexta-feira, 28.

A investigação, conduzida pela PF em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), identificou cinco oficinas que prestavam serviços às viaturas: três regularmente credenciadas e duas clandestinas. Segundo a corporação, estas últimas eram centrais no esquema fraudulento, emitindo “notas frias” — notas fiscais por serviços que nunca foram executados.

Os nomes dos servidores investigados não foram divulgados. Por isso, não foi possível obter a versão das defesas até o momento.

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