Donald Trump confirma ataque à Venezuela e diz que Maduro e esposa foram capturados
03 janeiro 2026 às 06h59

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado, 3, que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e que capturaram o presidente Nicolás Maduro, segundo publicação na rede social.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”

Entretanto, o presidente americano não comentou para onde Maduro e a esposa foram levados. Mais detalhes da operação serão repassados em coletiva de imprensa marcada para as 13h, no horário de Brasília.
Antes da confirmação por parte de Donald Trump, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas, capital venezuelana, nesta madrugada, segundo a agência Associated Press. Elas ocorreram em intervalos de 30 minutos.
Moradores também relataram tremores, barulhos de aeronaves e correria nas ruas. Apagões foram registrados pela cidade, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no Sul da capital.
O governo da Venezuela publicou um texto confirmando o ataque no país, não fez menção à captura de Maduro. O comunicado diz que o presidente venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.
“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto. “O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”
O país afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. Ainda no comunicado, Caracas diz que os EUA tentam impor uma “guerra colonial ” e forçar uma “mudança de regime”. Por fim, o país declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e pediu ajuda a países da América do Sul e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.
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