Comer rápido demais pode trazer riscos à digestão e favorecer o ganho de peso
09 março 2026 às 18h43

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Segundo especialistas, comer muito rápido pode trazer impactos negativos para o organismo e comprometer o processo digestivo. A prática, comum em rotinas agitadas, faz com que o cérebro não tenha tempo suficiente para reconhecer os sinais de saciedade, o que pode levar ao consumo de uma quantidade maior de alimentos do que o necessário.
De acordo com nutricionistas, o organismo leva cerca de 20 minutos para que estômago e cérebro se comuniquem e indiquem que a pessoa está satisfeita. Quando a refeição é feita de forma acelerada, esse tempo não é respeitado, aumentando a ingestão calórica antes que a sensação de saciedade seja percebida.
Além disso, especialistas alertam que comer rapidamente também pode favorecer problemas digestivos, como azia e refluxo. Isso ocorre porque os alimentos chegam ao estômago em pedaços maiores, dificultando a digestão e fazendo com que permaneçam mais tempo no órgão.
Outro ponto destacado é a importância da mastigação adequada. Considerada a primeira etapa da digestão, ela facilita a quebra dos alimentos e a absorção de nutrientes pelo organismo. Quando a mastigação é insuficiente, o sistema digestivo precisa trabalhar mais para processar a comida, o que pode reduzir a eficiência da absorção nutricional.
Especialistas recomendam que as refeições sejam feitas com calma e atenção, priorizando a mastigação correta e evitando distrações. A mudança de hábito pode contribuir para uma digestão mais eficiente e para o controle da quantidade de alimentos consumidos.
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