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Policiais rodoviários federais realizam, nesta sexta-feira, 27, uma mobilização em todo país em frente às unidades da Polícia Rodoviária Federal em todos os estados. A ação marca o estado de alerta da categoria e tem como principal pauta a cobrança por celeridade na criação do Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC).
O presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado de Goiás (SINPRF-GO), Newton Morais, comentou sobre a manifestação em entrevista ao Jornal Opção. “Esse fundo é essencial para que as polícias federal, rodoviária e penal estejam equipadas, capacitadas e preparadas para combater as organizações criminosas".
O Sindicato alerta que o movimento ocorre em meio a articulações em Brasília para que o Governo Federal avance na implementação do fundo, considerado estratégico para garantir recursos permanentes e proteger o orçamento da segurança pública contra contingenciamentos. Segundo Newton, a mobilização começou em Goiás na semana passada, e hoje foi deflagrada em todo o Brasil.
A proposta do FUNCOC é assegurar melhores condições de trabalho, ampliar a capacidade operacional da PRF e fortalecer o enfrentamento ao crime organizado nas rodovias federais. “Para combater melhor, a gente precisa de recursos, equipamentos, concurso e outras coisas mais", completa Newton.
Durante a mobilização, policiais exibem faixas com reivindicações como investimentos em estrutura, modernização de equipamentos, capacitação profissional e realização de concursos públicos.
Números reforçam pressão por investimentos
Dados operacionais da PRF evidenciam a dimensão da atuação da instituição. Entre 2023 e 2025, foram fiscalizados mais de 22,8 milhões de veículos e abordadas 23,5 milhões de pessoas em todo o país. No mesmo período, foram realizados 8,6 milhões de testes de alcoolemia.
As ações também resultaram na apreensão de mais de 2,1 mil toneladas de maconha e 124 toneladas de cocaína, além de armas e outras substâncias ilícitas. Ao todo, mais de 123 mil pessoas foram detidas e cerca de 23 mil veículos recuperados.
Os dados demonstram a relevância do trabalho desempenhado e reforçam a necessidade de fortalecimento institucional diante do avanço do crime organizado.
Mobilização é pacífica e não afeta atendimento
O sindicato destaca que os atos têm caráter pacífico e informativo, sem prejuízo às atividades operacionais ou ao atendimento à população nas rodovias federais.
A categoria segue em estado de alerta e acompanha as decisões do Governo Federal. Caso não haja avanços concretos em relação ao FUNCOC, novas mobilizações não estão descartadas.
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A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira, 27, uma operação nacional para investigar possíveis práticas abusivas na formação de preços de combustíveis. A ação ocorre em Goiás e em outros 11 estados, além do Distrito Federal, com apoio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e de órgãos estaduais de defesa do consumidor.
A ofensiva, batizada de “Vem Diesel”, tem como objetivo identificar aumentos indevidos nas bombas, alinhamento de preços entre concorrentes e outras condutas que possam prejudicar o consumidor. As fiscalizações se concentram nas capitais dos estados envolvidos, incluindo Goiânia.
Segundo a PF, eventuais irregularidades encontradas durante as ações serão encaminhadas para investigação e possível responsabilização dos envolvidos.
Em Goiás, a movimentação ocorre em meio a uma sequência recente de aumentos nos preços, especialmente do diesel. Dados levantados por órgãos de fiscalização apontam variações significativas no estado, com o litro chegando a oscilar entre R$ 6,98 e R$ 8,69 em alguns municípios.
Setor aponta distribuidoras e cenário global
Representantes do setor de combustíveis afirmam que os reajustes não têm origem nos postos, mas sim nas etapas anteriores da cadeia. O presidente do Sindiposto Goiás, Márcio Andrade, afirmou que houve aumento expressivo nos valores praticados pelas distribuidoras.
“Houve casos de aumento de até R$ 2,50 no litro do diesel em um período de cerca de 10 dias nas distribuidoras”, declarou .
Segundo ele, os postos apenas repassam os custos e não têm margem para absorver os reajustes. “Esses aumentos não aconteceram nos postos; os postos foram consequência do aumento das distribuidoras”, disse .
O dirigente também relaciona a alta ao cenário internacional. “É uma questão mundial, o preço do petróleo está aumentando no mundo”, afirmou .
Outro fator apontado é a dependência de importações. De acordo com o setor, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado, o que eleva os custos em momentos de valorização internacional do combustível.
Fiscalização e próximos passos
Em Goiás, o Procon estadual já havia iniciado ações de monitoramento antes da operação da PF. Entre os dias 23 e 25 de março, cerca de 60 postos foram notificados para apresentar esclarecimentos sobre os reajustes recentes.
A expectativa é que a operação nacional amplie o controle sobre a cadeia de combustíveis e produza um diagnóstico mais detalhado sobre possíveis irregularidades.
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