Notícias

Encontramos 149738 resultados
Iris Rezende e Waldir Soares estão estagnados. Há espaço para nome alternativo crescer

Pesquisas que circulam entre os candidatos a prefeito de Goiânia mostram um quadro de estagnação de Iris Rezende e quedas de Vanderlan Cardoso e de Waldir Delegado Soares. Analistas sugerem que existe um vácuo a ser ocupado por um candidato ousado e propositivo.

Marlúcio Pereira, Barack Obama de Goiás, planeja disputar Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Embora a maioria dos políticos não perceba que está no páreo, Marlúcio Pereira, do PTB, garante que deve ser candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia. O petebista costuma brincar que chegou a vez do Barack Obama de Goiás. Eles são parecidos, com a diferença de que o político de Goiás é menor fisicamente.  

Luiz Bittencourt e Waldir Soares são os pré-candidatos que mais chamam a atenção dos eleitores

Na semana passada, políticos brincavam: você viu o Luiz Bittencourt? “Passou por aqui”, respondiam. Isto quer dizer que o pré-candidato do PTB a prefeito de Goiás não para, frequentando vários lugares da cidade e conversando com políticos — como Vanderlan Cardoso — de vários partidos. Hoje, são dois os pré-candidatos a prefeito que mais chamam a atenção: Luiz Bittencourt e o deputado Waldir Delegado Soares.

Aliado de Vanderlan Cardoso diz que, se seu grupo lançar muitos candidatos, Misael pode ser reeleito

Um aliado de Vanderlan Cardoso faz uma análise pertinente: “Se o nosso grupo lançar muitos candidatos, Misael Oliveira tende a ser beneficiado e pode ser reeleito.

Se depender de Vanderlan Cardoso, Zélio Cândido deve ser vice de Franco Martins

Pré-candidato a prefeito de Senador Canedo pelo PSB, o empresário Zélio Cândido estaria se sentindo traído por Vanderlan Cardoso, que, acossado pelo PPS, tende a bancar Franco Martins para prefeito do município. Zélio Cândido, que não é popular em Senador Canedo — dizem que, até nas suas empresas, sua aprovação não chega a 30% —, se depender de Vanderlan Cardoso, deve ser empurrado para a vice de Franco Martins, que é mais popular.

Chapa com Misael Oliveira e Túlio Sérvio pode surpreender em Senador Canedo

Uma chapa com Misael Oliveira (PDT) para prefeito e Túlio Sérvio (ex-prefeito) — conhecido como Sr. Ética — para vice-prefeito pode surpreender em Senador Canedo. Um possível equívoco de Vanderlan Cardoso é considerar Misael Oliveira como “galinha morta”, o que ele não é, em definitivo. É um guerreiro.

Daniel Vilela garante que Leandro Vilela deve ser candidato a prefeito de Jataí

O deputado federal Daniel Vilela disse ao Jornal Opção na sexta-feira, 20, que seu primo Leandro Vilela, que havia desistido de disputar a Prefeitura de Jataí, voltou a ser interessar pelo assunto. “Leandro Vilela deve ser candidato a prefeito de Jataí. Ele gosta de política e agora está decidido a disputar. E é o favorito”, afirma Daniel Vilela.

Danúbio Cardoso pode ser candidato a vereador pelo PSD ou pelo Solidariedade

O advogado Danúbio Cardoso deve ser candidato a vereador em 2016. Pelo PSD de Vilmar Rocha ou pelo Solidariedade de Lucas Vergílio.

Ex-ministro do STF diz que lei de direito de resposta é hostil à liberdade de imprensa

A lei do direito de resposta “trabalha mal com as categorias constitucionais sobre liberdade de imprensa e direito de resposta". É "hostil à liberdade de pensamento"

Corinthians foi campeão com um time que ganharia a Série B mas não a Série A do Campeonato Espanhol

[caption id="attachment_52209" align="alignright" width="620"]Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians[/caption] O Corinthians é o campeão do Brasileirão 2015. Merecidamente. Não há dúvida de que se trata do melhor time da Série A. Mas empolga e joga um futebol ao nível de Barcelona e Real Madri? De jeito nenhum. Ganharia a Série B mas não a Série A do Campeonato Espanhol. O Brasileirão deste ano certamente vai entrar para a história como um dos mais desmotivados da história do futebol brasileiro. A palavra que melhor o define é “mediano” — não Brasileirão, e sim Brasileirinho. Não se pode apontar um craque incontestável, daqueles que levam o torcedor aos estádios. Num campeonato com vários times medíocres — o Cruzeiro perdeu energia, tornando-se um time comum —, o Corinthians, insista-se, merece certos louvores. Como conjunto, bem armado pelo técnico Tite, é uma força considerável. Mas não é, vale repetir, um timaço, um timão. Num universo de timinhos, é um time. O Atlético Mineiro joga um futebol mais vistoso, mas falta-lhe a regularidade do Corinthians. Numa partida jogava muito bem, goleava o adversários, para, noutro jogo, perder jogando de maneira bisonha. O time da terra de Carlos Drummond de Andrade e Cyro dos Anjos jogou para ser vice-campeão.

Giancarlo Civita está destruindo o legado do avô Victor Civita e do pai Roberto Civita?

Giancarlo Civita e Roberto Civita foto da EXameVictor Civita (pai) e Roberto Civita (filho), criadores de publicações importantes como “Veja”, “Exame” e “Quatro Rodas” (editada por Mino Carta, que não sabe dirigir), adotavam a tese de que uma revista superavitária deveria servir de suporte para uma revista deficitária. As revistas em geral dão prejuízo, às vezes durante anos, até se firmarem. Criada em 1968, a “Veja” trabalhou no vermelho por muito tempo, até se consagrar como principal revista de informação do país. Quando Victor Civita morreu, seus dois filhos, Richard e Roberto, estavam brigados. O segundo, jornalista, ficou com o negócio das revistas e manteve a tese formulada pelo pai, um judeu italiano que, inteligente e perspicaz, buscou Mino Carta no “Jornal da Tarde”, onde fazia jornalismo de primeira linha, para editar a “Quatro Rodas” e, depois, a “Veja”. Falem bem ou mal de Mino Carta, mas é um grande editor. Com a morte recente de Roberto Civita, um de seus filhos, Giancarlo Civita, assumiu o comando da Editora Abril e, com o apoio de executivos do setor financeiro — os famosos mãos de tesoura —, está extinguindo várias revistas, como “Playboy”, “Men’s Health” e “Women’s Health”. O objetivo, afirma, é tornar o Grupo Abril mais enxuto e focado nos produtos mais lucrativos, como “Veja”, “Exame” e “Quatro Rodas”. Giancarlo Civita, do ponto de vista exclusivo do mercado, está certo. Mas pode estar destruindo o legado do avô, Victor Civita, e do pai, Roberto Civita. Que ninguém estranhe, se amanhã, o empresário vender um de seus produtos mais importantes, como a “Veja”, para grupos internacionais. (Na foto: Giancarlo Civita e Roberto Civita; da revista "Exame")

Livro conta a história de Alex, o craque que brilhou em clubes mas não na seleção brasileira

46098011Alex era um craque relutante? Brilhava na maioria dos jogos, tinha uma visão integral da partida, como se fosse um observador externo, fazia belos gols e dava passes incríveis. Porém, por não ser marqueteiro de seu futebol e por não disputar espaço, não se tornou um cracaço de seleção. “Alex — A Biografia” (Planeta, 256 páginas), de Marcos Eduardo Neves, tenta explicá-lo. Alex jogou, sempre muito bem, no Coritiba, no Palmeiras, no Cruzeiro e no Fenerbahçe, da Turquia. Era um ídolo incontestável dos torcedores de seus times, mas também era respeitado e admirado pelos torcedores dos clubes adversários. Seu futebol vistoso e produtivo, ao estilo de Leonel Messi, sempre agradou todos aqueles que iam aos estádios ou assistiam jogos pela televisão, independentemente se torciam para seu time ou não. Quando fui ao Japão em março de 1996, encontrei-me com Zico, o estelar jogador do Flamengo e da Seleção Brasileira, e percebi que os japoneses falavam muito bem dele (utilizei como intérprete o brasileiro Manzo, professor de uma universidade em Tóquio). Eles sabiam que era um grande jogador e um técnico capacitado. Mas o que mais ressaltavam era o “caráter” do homem. Zico era bem-visto como cidadão. Alex não é muito diferente de Zico. Além de jogador de primeira linha, é um cidadão exemplar, o que não quer dizer perfeito (perfeito nem Deus). Ninguém discordaria se a biografia tivesse o título de “Alex — Um Jogador, Um Homem”.

Livro resgata relação dos poderosos chefões do jogo do bicho com a ditadura civil-militar

Capa Os poroes da contravencao V4 DS.inddAloy Jupiara e Chico Otávio lançam o livro-reportagem “Os Porões da Contravenção: O Jogo do Bicho e Ditadura Militar — A História da Aliança Que Profissionalizou o Crime Organizado” (Record, 266 páginas). A obra mostra as relações de Anísio Abrahão, o “Papai” da escola de samba Beija-Flor, de Castor de Andrade, financista da Mocidade Independente, e de Capitão Guimarães com a ditadura civil-militar. O Capitão Guimarães, militar de fato, era um dos torturadores mais “eminentes” da ditadura, atuando com firmeza à luz do dia e nos porões. Os “banqueiros” do jogo do bicho cresceram à sombra dos governos ditatoriais e, como aliados, não eram incomodados. Na sinopse distribuída pela editora, fala-se que “o regime não apenas protegeu, mas permitiu e mesmo estimulou o desenvolvimento sustentável do crime organizado no Rio de Janeiro e, logo, no Brasil”. Talvez haja algum exagero na interpretação, os autores talvez tenham forçado a barra, mas, de fato, a relação entre bicheiros e ditadura é incontestável.

Obstruir estrada é crime, se feita por caminhoneiro. É manifestação social se feita pela esquerda

[caption id="attachment_52193" align="alignright" width="620"]O governo do PT, ao financiar o Porto de Mariel, está bancando o crescimento e o desenvolvimento de Cuba. Já os portos brasileiros estão superlotados | Divulgação O governo do PT, ao financiar o Porto de Mariel, está bancando o crescimento
e o desenvolvimento de Cuba. Já os portos brasileiros estão superlotados | Divulgação[/caption] A greve dos caminhoneiros provocou uma reação do governo federal. Destrambelhada, como sempre. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que consegue desagradar até seus companheiros de partido (é voz corrente que Lula pede sua cabeça), determinou à Polícia Rodoviária Federal liberar as estradas, usando da força, se necessário, contra os motoristas; e o governo editou a Medida Provisória 699 para multar pesadamente os grevistas. Multa escorchante, que pode ficar próxima dos 12 mil reais para quem participou da paralisação, algo significativo para quem trabalha de verdade, e não ganha dinheiro fácil em cargo comissionado por indicação partidária. A presidente Dilma Rousseff, no Rio de Janeiro, em um desses eventos meio secretos, os únicos a que comparece, e a que apenas podem ter acesso plateias amestradas (ou a vaia é certa), pontificou: “É crime obstruir estradas”. Observe-se que essas intimidações e medidas coercitivas são dirigidas aos caminhoneiros, integrantes de uma classe trabalhadora, que paga impostos, que enfrenta o descaso do governo nas estradas esburacadas e sem sinalização, no combustível caro e de má qualidade, nos portos obsoletos (pois o dinheiro foi modernizar porto cubano), nos assaltos de estrada que a polícia não coíbe e a que um motorista não pode reagir por não poder conduzir uma arma. Nenhum leitor vai se recordar de medida ou condenação parecida quando os desocupados e desordeiros do MST obstruíram ruas ou estradas, invadiram fazendas, prédios públicos ou laboratórios de pesquisa. Obstrução de estrada é crime, se feita por trabalhador. É manifestação social se feita por turbulentos de esquerda, quase sempre financiados com dinheiro público. Cada vez mais, com o governo Dilma, o PT mostra sua face autoritária, concorde com sua base marxista, assim como o de Lula havia mostrado a face corrupta do partido, avançando com apetite na coisa pública. Quanto mais rápido nos livrarmos dessa turma, mais tempo teremos para a reconstrução do país.

Combate a terrorismo por terra é muito mais eficaz

A experiência militar, desde o século passado, demonstrou que é limitado o poder da Força Aérea, quando isolado, como efeito decisivo numa guerra. É importantíssima, essa força, quando atua em combinação com as demais, principalmente com a força terrestre. Os bombardeios na verdade resultam dispendiosos para quem bombardeia e para quem é atacado. Se prejudicam a atividade econômica do oponente, raramente conseguem anulá-la, se não se conjugam com outras forças em contato direto com o inimigo. Quanto à destruição de efetivos, mais limitados se mostram estes ataques, pois tropas no solo têm inúmeras maneiras de se proteger de ataques pura e simplesmente aéreos, que, além disso, fazem vítimas civis. As “pedradas” que as forças aéreas dos EUA, da Rússia e de outros países têm dirigido ao Estado Islâmico não eliminam sua organização e poder de fogo, como demonstram os ataques de Paris. São mais medidas para efeito interno em seus países (os governantes querem mostrar aos governados que estariam agindo) do que ações para erradicar o Isis. Ou se faz uma guerra de ocupação no território sírio e em outros territórios dominados por ele ou teremos que conviver com ataques isolados infindáveis. O ataque por terra é mais difícil, mais desgastante, gera perda de vidas, mas é a única possibilidade de acabar com o grupo terrorista. A menos que se leve a sério o delírio diplomático de Marco Aurélio Garcia e Dilma Rousseff levado pela presidente à Assembleia Geral da ONU: dialogar com os fanáticos degoladores e homens-bomba, em vez de combatê-los.