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Novos indicados de Marconi Perillo podem surpreender gregos, goianos, troianos e tucanos

O governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, poderá surpreender gregos, troianos, tucanos, pessedistas e pepistas e anunciar nomes novos, do e fora do meio político, para compor seu secretariado.

O tucano-chefe tem dito que quer uma equipe menos burocrática, mais ágil. Porque há quem se escude na tese de que “falta dinheiro para quase tudo” para ficar parado e justificar sua falta de criatividade.

Um recado tem sido claro: não há vacas sagradas no governo. Quer dizer, ninguém é intocável.

Thiago Peixoto é um dos principais interlocutores de Marconi Perillo

O deputado federal Thiago Peixoto (PSD) permanece como um dos principais interlocutores do governador de Goiás, Marconi Perillo, a respeito de temas locais e nacionais.

Em Brasília, segundo seus colegas da Câmara dos Deputados, é um dos políticos mais articulados. “Thiago Peixoto chegou e, rapidamente, passou a participar do alto clero. É um caso raro.”

O motivo? A força das ideias, diria o filósofo anglo-letão Isaiah Berlin.

Brasília aposta que Lula da Silva e Renan Calheiros vão ser presos e condenados

[caption id="attachment_64562" align="alignleft" width="620"]Renan Calheiros e Lula | Foto: José Cruz/ Agência Brasil Renan Calheiros e Lula | Foto: José Cruz/ Agência Brasil[/caption]

Em Brasília só há dois tipos de apostadores. Primeiro, os que garantem que o ex-presidente da República Lula da Silva, do PT, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB, serão presos. Segundo, os que discutem as datas das prisões. Numa coisa concordam: as prisões tendem a sair antes do Carnaval de 2017. Para que, exatamente, seja tema dos bailes.

Há um consenso de que Renan Calheiros começa a usar o Senado para tentar intimidar a Justiça. Pode ser um caminho para que sua prisão seja pedida e, por fim, aceita pelo Supremo Tribunal Federal. O senador tem seguindo o mesmo roteiro — improdutivo e perigoso — de Eduardo Cunha. Só é um pouco mais sutil e, quiçá, cínico.

Henrique Meirelles é competente, mas veio burocrata trava ações do governo federal

Michel Temer aprecia seu ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tanto pela firmeza de propósitos quanto pela lealdade e competência técnica. Mas há quem avalie que o ex-presidente do Banco Central, meio burocrata, às vezes amarra as ações do governo.

Embora seja um homem de mercado, sobretudo da área financeira, Henrique Meirelles tem se comportado, por vezes, como se fosse um acadêmico uspiano, com ar professoral.

Andrey Azeredo pode dormir presidente da Câmara de Goiânia e acabar derrotado

O vereador Wellington Peixoto, do PMDB, está jogando pesadíssimo para se tornar presidente da Câmara Municipal de Goiânia. Felizmente, Clécio Alves e Andrey Azeredo, do mesmo partido, estão jogando pelas regras da legalidade.

Wellington Peixoto não é uma galinha morta como pensam alguns. Ele articula o tempo todo e conta com o apoio do irmão, o deputado Bruno “Cabelinho” Peixoto. Entretanto, Andrey, o favorito, dado o apoio do prefeito eleito Iris Rezende, pode dormir eleito e acabar derrotado.

O PMDB irista foi vítima de jogo pesado quando, numa jogada hábil, Armando Vergílio operou a vitória de Deivison Costa par presidente do Legislativo goianiense, há alguns anos.

Cartas

“Literatura saborosa no trem de Thomas Wolfe”

ADALBERTO DE QUEIROZ “O trem e a cidade” é uma pequena obra-prima. Terminei de lê-lo num vagão de um trem rápido de Helsinque a São Petersburgo e me deparei com trechos saborosos, em que Thomas Wolfe descreve a emoções da partida de um trem. O narrador é um americano que viaja na França – similar a este brasileiro que o lia muitos anos depois –, viajando num trem russo: “As pessoas estavam falando a língua universal da partida, que não varia no mundo inteiro – a língua muitas vezes banal, trivial e até inútil, mas por isso mesmo curiosamente tocante, já que serve para esconder uma emoção mais profunda no coração dos homens, para preencher o vazio que há em seus corações ante o pensamento da partida, para servir de escuro, uma máscara que esconda seus sentimentos verdadeiros. E por isso havia para o jovem, o estranho e o forasteiro que via e ouvia essas coisas, um caráter emocionante e comovente na cerimônia da partida do trem. Enquanto ele via e ouvia essas atitudes e palavras – que, transposta a barreira de uma língua estranha, eram idênticas àquelas que ele vira e conhecera toda a sua vida, entres os seus –, ele de repente sentiu, como nunca tinha sentido antes, a terrível solidão da familiaridade, a percepção da identidade humana que tão estranhamente une todas as pessoas do mundo, e que está arraigada na estrutura da vida dos homens, muito além da língua que eles falam, da raça da qual são membros” (tradução de Marilene Felinto). Só o jornalista Euler de França Belém para escrever algo assim nesta altura da geografia jornalística do Brasil Central – ou, se preferem, da província de Goyaz. Parabéns, genial! [“Filme e livro ressaltam relação produtiva entre o escritor Thomas Wolfe e o editor Max Perkins”, Jornal Opção, 2157, coluna “Imprensa”] Adalberto de Queiroz é escritor e empresário.

“Que os governantes do País precisam acabar com o Uber”

[caption id="attachment_57844" align="alignleft" width="620"]Protesto de taxistas em frente a Câmara Municipal de São Paulo | Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas[/caption] CLEBSON CERQUEIRA Os táxis e a profissão de taxista estão sendo sucateados por um aplicativo que não respeita as leis já existentes em nosso país, as quais não permitem transporte individual remunerado com carros particulares. Nossos governantes têm de tomar uma providência urgente e proibir de vez o Uber, que está aproveitando-se da crise para explorar as pessoas e desrespeitar leis que controlam nosso sistema. Se continuar assim, vai virar uma bagunça em todo o sistema de transporte. Por exemplo, podemos comprar um ônibus com placa particular (placa cinza) e sair por aí transportando passageiros a um preço menor do que as em­presas cobram e por aí a fora. O aplicativo em questão, além de desrespeitar as leis e normas do País, ainda ilude as pessoas propondo ganhos que não são reais. Esse aplicativo ilegal e imoral pratica preços que não cobrem despesas mínimas nesse tipo de serviço. Mas não há preocupação em relação a isso, querem simplesmente acabar com os táxis e os taxistas no País para, assim, monopolizarem o serviço e escravizar esses motoristas que se sujeitam ao aplicativo, que se preocupa somente com os 20% a 25% que descontam do valor praticado, sem que exista nenhuma forma de controle de quantidade de frota, local para atuar ou trabalhar. Há tantos motoristas, que ficam batendo cabeça entre eles, pois, como não existe critério algum, em pouco tempo terão de transportar um ao outro para trabalhar um pouco e pagar pelo menos o combustível Fazem os donos do aplicativo infame ficarem cada dia mais ricos e poderosos, enquanto trabalham de 12 a 18 horas por dia, sem sobrar tempo nem mesmo para um lanche no horário em que estão trabalhando – que dirá pagar outras contas. Que os governantes deste País abram os olhos e acabem com isso. Esse assunto deve ser tratado como questão de honra, pois é mais um escândalo em nossa terra. Não merecemos isto. [“Taxistas goianos vão a Brasília pedir aprovação de lei que proíbe Uber no Brasil”, Jornal Opção Online] E-mail: [email protected]

“Um projeto ridículo para um país de tanta pluralidade religiosa”

CELSO ASSIS Trabalhei em um colégio estadual no interior onde a biblioteca era abarrotada de Bíblias (aquela versão de bolso como as da primeira foto na matéria). Ora ou outra os alunos apareciam com algumas nas mãos, como se fossem panfletos. Não sei como elas surgiram lá no colégio, mas pareciam infinitas. Também não por qual motivo. Não é da competência do estado (não merece letra maiúscula) garantir educação religiosa para ninguém. Sou desses que querem o fim do MEC. Chega a ser ridículo um projeto como esse em um país de tanta pluralidade religiosa como o nosso. [“Há um projeto de poder que se esconde por trás de distribuição de exemplares da Bíblia em escolas”, Jornal Opção Online] Celso Assis é professor.

“Ideólogos de gênero deveriam receber território para fundar sua própria civilização”

MURILO RESENDE FERREIRA É, esse projeto de poder começou uns 500 anos atrás quando um bando de portugueses cravou a primeira cruz lá pelos lados de Porto Seguro. Os ideólogos de gênero deveriam receber um território livre para fundar sua própria civilização. Murilo Resende é líder do Movimento Brasil Livre (MBL)  

“O momento pertence à turma de ‘cantores’ que está aí”

JOSÉ SILVA Esta lista é pessoal e não há nada de errado com ela. Se pedissem a um garoto de 18 anos para fazê-la, provavelmente 80% dela seria composta por “cantores” da atualidade. Este terreno é controverso e resta-nos subir na arquibancada da vida e contemplá-lo. Não importa o que digamos, o momento pertence a essa turma que está aí, que pessoalmente rejeito veementemente, até que algo bom possa florescer neste pântano! [“As 13 maiores duplas sertanejas de todos os tempos”, Jornal Opção, 2089] E-mail: [email protected]

“Lembro-me da foto de Ademar Ferrugem”

VANESSA MACHADO BARIANI Morei na Avenida Ademar Ferrugem [bairro de Campinas], e Dona Nicole [Nicolina Honório Borges, mãe do soldado Aldemar Ferrugem] morava em frente a nossa casa. Já a conheci viúva. Lembro-me da foto de Ademar na parede, porém como era muito jovem, não me apeguei a esse detalhe – até porque ninguém tocava no assunto, pois era algo penoso para a boa senhora, ninguém queria fazer sangrar essa ferida na nossa querida Dona Nicole. [“A história do primeiro goiano morto na Segunda Guerra Mundial”, Jornal Opção, 2138] E-mail: [email protected]

Candidato a presidente da Câmara de Goiânia estaria oferecendo 100 mil reais colegas

Há notícia de que um postulante a presidente da Câmara Municipal de Goiânia estaria oferecendo até 100 mil reais por voto. Alguns vereadores estariam “comovidos” com a Bolsa Esperteza.

Parece inacreditável, talvez seja fofoca. Porém, se a notícia for verdadeira, é o que se pode chamar de inominável.

Temer e sua equipe tratam o deputado Daniel Vilela com deferência

Auxiliares mais próximos de Michel Temer, sempre que encontram o deputado federal Daniel Vilela, do PMDB, dizem: “Como vai, governador?”

Daniel Vilela é sempre tratado com extrema deferência pelo presidente e por sua equipe.

Um deputado quis saber por que os temeristas tratam o político goiano tão bem e ouviu as seguintes palavras: “O presidente percebe que o futuro, bem próximo, pertence a este jovem”.

Maguito está abrindo espaço para Daniel Vilela. Mas, se ele não emplacar, disputa o governo

[caption id="attachment_77760" align="alignleft" width="620"]maguito-daniel-foto-alexandre-parrode-2 Daniel e o pai, Maguito | Foto: Alexandre Parrode/ Jornal Opção[/caption] As declarações de políticos exigem interpretações. Quando Maguito Vilela sugere que está se aposentando, para abrir espaço para o filho Daniel Vilela, o que ele quer dizer é outra coisa. Não está se aposentando e quer mesmo abrir espaço para o pupilo, mas, se ele não emplacar, volta ao palco e se apresenta como candidato a governador, em 2018.

Alexandre Baldy tem atuação firme em Brasília e se afasta da política populista

[caption id="attachment_79428" align="alignleft" width="620"]Baldy durante entrevista ao Jornal Opção Baldy durante entrevista ao Jornal Opção[/caption]

O deputado federal Alexandre Baldy, político moderno, não vive de salamaleques e tapinhas nas costas de aliados de suas bases eleitorais.

Mas em Brasília é um deputado atuante, participando dos debates e discutindo, com firmeza, os assuntos de interesse do país.

Na CPI do BNDES, o parlamentar goiano, de tão competente e bem informado, ganhou espaço na mídia nacional.

O líder do PTN não é um político populista, o que às vezes incomoda aqueles que estão acostumados com os políticos tradicionais.

PSB quer bancar Marconi Perillo para vice de Geraldo Alckmin

[caption id="attachment_61816" align="alignleft" width="620"]Alckmin e Marconi Perillo | Foto: Eduardo Ferreira Alckmin e Marconi Perillo | Foto: Eduardo Ferreira[/caption]

O PSB de Carlos Siqueira e o PSD de Gilberto Kassab podem bancar Marconi Perillo, do PSDB, para presidente da República. O PSB gostaria de filiá-lo para que se torne vice na possível chapa presidencial do governador Geraldo Alckmin, do PSDB.

Acredita-se que a articulação parta de Geraldo Alckmin, que mantém relacionamento estreito com o PSB de São Paulo.

Marconi Perillo é um dos principais interlocutores de Alckmin, Serra, Aécio e Kassab

Player político nacional, o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, tornou-se um dos principais interlocutores do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, do ministro das Relações Exteriores, José Serra, do PSDB, do senador Aécio Neves, do PSDB, e do presidente do PSD, ministro Gilberto Kassab. No e fora do ninho tucano, é convocado para opinar sobre vários assuntos.

Aécio Neves deve disputar o governo de Minas Gerais. Senão perderá força na política nacional

[caption id="attachment_72386" align="alignleft" width="620"]Os senadores Antonio Anastasia e Aécio Neves conversam durante sessão que decide se a presidenta Dilma irá a julgamento final no processo de impeachment | Foto:  Antonio Cruz/Agência Brasil Os senadores Antonio Anastasia e Aécio Neves: ex-governadores de Minas Gerais| Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil[/caption]

O senador Aécio Neves tem dito aos seus pares mais íntimos que ou volta para Minas Gerais, para disputar o governo em 2018, ou Minas se tornará apenas um retrato na parede de seu apartamento carioca.

Aécio Neves, o mineiro mais cariosa de Minas Gerais, está perdendo contato com o eleitorado de seu Estado. Porém, apesar de todos os percalços e lava-jatos, é apontado como gestor eficiente, de ideias arejadas.

Suas chances de se eleger em 2018 são altas, dada a decepção generalizada com o governador Fernando Pimentel. O petista, tudo indica, perderá o mandato e será condenado pela Justiça. Está enroladíssimo.

Henrique Meirelles tem elogiado o ajuste fiscal de Goiás e o cita como modelo para o país

[caption id="attachment_79754" align="alignleft" width="620"]Marconi e o ministro da Fazenda | Foto: Humberto Silva Marconi e o ministro da Fazenda | Foto: Humberto Silva[/caption]

De tão afinados, o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, do PSD, até parecem músicos, quiçá pianistas. Eles conversam com frequência e se respeitam.

Henrique Meirelles tem elogiado com frequência, apresentando-o como modelo, o ajuste fiscal feito pelo governador Marconi Perillo, desde 2014, que praticamente salvou Goiás da bancarrota (o Rio Grande do Sul, espécie de Shangri-la ao contrário, já está parcelando até salários dos servidores públicos).

Crédito com garantia fiduciária não entra em recuperação judicial

Créditos com garantia fiduciária não sofrem os efeitos da recuperação judicial, independentemente de o bem dado em garantia ter origem no patrimônio da empresa recuperanda ou no de outra pessoa. Para os ministros da 3ª turma do STJ, a titularidade do bem colocado em alienação fiduciária não é relevante para definir se os créditos devem ou não ficar sujeitos à recuperação. Com esse entendimento, o colegiado deu provimento a recurso da Caixa Econômica Federal para afastar de recuperação judicial o crédito da instituição garantido por propriedade fiduciária de bem imóvel. Os ministros reformaram decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que havia classificado seu crédito como quirografário e, portanto, sujeito à recuperação, pelo fato de que o imóvel colocado como garantia não pertencia originalmente à empresa. Para o ministro relator do recurso, Marco Aurélio Bellizze, ao classificar o crédito como quirografário e ao não aplicar o parágrafo 3º do artigo 49 da lei 11.101/05 – que prevê proteção a certos tipos de crédito e não faz distinção sobre a titularidade –, o TJ/SP criou uma limitação não prevista pelo legislador na lei de recuperação e falência. Finalidade Segundo Bellizze, a propriedade fiduciária foi introduzida no sistema legal nacional “com o nítido intuito de atender às necessidades de proteção aos créditos não tutelados satisfatoriamente pelas garantias reais existentes, em decorrência da necessidade de interveniência do Poder Judiciário na realização dessas garantias”. O ministro lembrou que o importante, no caso analisado, é observar a origem do crédito, e não a titularidade da propriedade. “De fato, o elemento essencial da propriedade fiduciária é a indissociável vinculação do bem com a finalidade de sua constituição, característica explicitamente incluída na definição legal da alienação fiduciária de bem imóvel.”