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A antecipação feita por Ana Carla Abrão provocou desgaste para o governo de Marconi Perillo, que decidiu manter a forma antiga de se pagar o imposto
Vinícius Bonemer, de 19 anos, voltava de Búzios quando o carro em que estava bateu em um caminhão e um ônibus. Ele passa bem
Nos bastidores, Ilésio Inácio contribuiu para a montagem do secretariado de Iris Rezende e para a eleição do presidente do Legislativo
Recém-empossado, pessebista Jairo Silveira decidiu reservar seu primeiro decreto para "entregar as chaves da cidade ao Senhor Jesus Cristo"
Medida foi aprovada em 19 de dezembro e foi contestada por vereador, que apontou desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal
Deputado goiano se cansou da morosidade do grupo e articula voo solo na disputa de fevereiro
A pasta saiu da cota do PT. Aliado respeitado, o partido ocupará outros postos na prefeitura
Marconista afirma que são fortes as suspeitas de que a secretária da Educação tenha conspirado contra a implantação das OSs na escolas de Goiás
Embora seja expert em PMDB, a repórter não pôde cobrir a posse de Iris Rezende. Vai cobrir assuntos dos vereadores. É uma “queda para o alto”
Jorcelino Braga, Jorge Kajuru e Milton Mercez foram tratados como “aliados” de segunda classe, ou até quase como inimigos pelo irismo
Logo após tomar posse, Gustavo Mendanha anunciou extinções, fusões e criações de novas pastas no seu governo. Número foi reduzido de 27 para 20
Envolta de polêmica, após questionamentos da oposição, composição foi definida em sessão na última segunda-feira (2)
Marcelo Costa ocupava posto de destaque na Seduce. O que se comenta é que falta ao grupo de Iris Rezende técnicos qualificados
Epicentro foi registrado no município de Belágua (MA) durante a manhã desta terça-feira. Prédios públicos chegaram a ser evacuados em algumas cidades
Kleber Adorno responde na Justiça por estelionato, formação de quadrilha e fraude em licitações enquanto chefe da mesma pasta, entre os anos de 2010 e 2011
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Sob investigação, Kleber Adorno retorna ao cargo de secretário de Cultura | Foto: Marcos Souza[/caption]
O prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB) e o Controlador Geral do Município, Juliano Gomes Bezerra serão formalmente notificados sobre a ação penal contra secretário de Cultura da capital, Kléber Adorno, nomeado na última segunda-feira (2/1) para compor a equipe de trabalho de Iris Rezende.
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O secretário responde perante a Justiça a denúncias do Ministério Público Estadual, em ação penal, por estelionato, formação de quadrilha e fraude em licitações enquanto secretário de Cultura de Goiânia entre os anos de 2010 e 2011 que causou prejuízos de R$ 1 milhão 350 mil ao cofre municipal.
A notificação será encaminhada pelo vereador Elias Vaz (PSB), autor da denúncia à época. “Nós tivemos o convencimento das irregularidades cometidas pela secretaria e as apresentamos à Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública. A Decarp investigou e comprovou os atos ilícitos apresentando a denúncia ao Ministério Público. O MP também se convenceu, propôs ação penal que foi acatada pela Justiça e está tramitando. É um absurdo que três instrumentos de investigação coloquem o secretário como acusado de três crimes e ele retorna para o comando da mesma pasta. Queremos formalizar essa notificação para que o atual prefeito não alegue que não sabia dessa situação vergonhosa e lastimável”, disse o vereador.
Vale lembrar que em março de 2012 Kleber Adorno foi afastado do cargo de secretário de Cultura, exatamente pelas irregularidades cometidas na secretaria.
Relembre o caso
Investigações da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública comprovaram um esquema de beneficiamento de empresas ligadas ao alto escalão da Secretaria de Cultura de Goiânia. Para fugir da licitação, os contratos feitos com empresas que mediavam à contratação de artistas e prestavam serviços como montagem de palco, luz e som eram sempre fracionados e firmados com apenas cinco empresas.
O processo de nº201201214321 que tramita na 7º Vara de Crimes Punidos com Reclusão aponta que de 2007 a 2012 as cinco empresas teriam recebido R$ 4,7 milhões e contratos superfaturados. De acordo com a polícia, quando o contrato envolvia artistas, eles ficavam com a menor parte. A Secult divulgava um valor de cachê para o artista em torno de R$ 1 mil. Mas a empresa, sem transparência para com o artista, recebia da Secult o pagamento em torno de R$ 8 mil. (Com informações / Assessoria)

