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A disputa para representar o Brasil no Oscar 2026 começou oficialmente. Nesta quinta-feira, 14, a Academia Brasileira de Cinema divulgou os filmes inscritos para concorrer à vaga de Melhor Filme Internacional, categoria vencida este ano pelo emocionante drama “Ainda Estou Aqui”.
A seleção nacional é considerada um dos momentos mais aguardados do calendário cinematográfico brasileiro, e a expectativa é alta após a vitória histórica de Walter Salles, que levou o Oscar de Melhor Filme Internacional com sua última produção.
Entre os destaques estão O Agente Secreto, um thriller político que vem ganhando atenção internacional; Homem com H, uma releitura contemporânea da masculinidade brasileira; e O Último Azul, drama poético que conquistou prêmios em festivais europeus.
Com uma seleção diversa e promissora, o Brasil se prepara para mais uma tentativa de conquistar a estatueta dourada. A expectativa é que o escolhido tenha força para repetir o feito de Walter Salles e emocionar o mundo com o talento do cinema nacional.
A seleção passam por duas etapas: 1) a pré-lista com seis títulos será anunciada em 8 de setembro; e a 2) escolha final do representante brasileiro acontece em 15 de setembro. O filme escolhido será o candidato oficial do Brasil na corrida pelo Oscar 2026, representando o país na categoria de Melhor Filme Internacional.
Confira os filmes inscritos:
- A Melhor Mãe do Mundo
- A Praia do Fim do Mundo
- Baby
- Homem com H
- Kasa Branca
- Malu
- Manas
- Milton Bituca Nascimento
- O Agente Secreto
- O Filho de Mil Homens
- O Último Azul
- Oeste Outra Vez
- Os Enforcados
- Retrato de um certo oriente
- Um lobo entre os cisnes
- Vitória
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A cidade de São Bernardo do Campo, São Paulo, vive uma reviravolta política, nesta quinta-feira, 14, com a posse da policial militar Jéssica Cormick (Avante), de 38 anos, como nova prefeita. O afastamento do então chefe do Executivo, Marcelo Lima (Podemos), envolvido em uma investigação por corrupção e lavagem de dinheiro, abriu caminho para que a vice-prefeita eleita em 2024 assumisse o comando da cidade. Com a repercussão do escândalo, Cormick viu seu nome disparar nas buscas do Google nas últimas horas.
Jéssica, que é natural de São Bernardo, construiu uma sólida carreira na Polícia Militar de São Paulo, onde ingressou em 2005. Foi promovida a cabo em 2016 e posteriormente a sargento, ela se destacou na atuação em policiamento ostensivo e na preservação da ordem pública. Em 2024, decidiu se afastar da corporação para ingressar na política, após convite de Marcelo Lima para compor sua chapa como vice-prefeita.
Ela é casada com o também sargento Éder, com quem trabalhou no 6º Batalhão da cidade, Jéssica é mãe de Rafaella, nascida em 2013, e atualmente cursa MBA em Administração Pública. A sua escolha como vice foi estratégica, visando atrair o eleitorado conservador e alinhado com pautas de segurança.
A ascensão de Jéssica à prefeitura ocorre em meio a uma operação da Polícia Federal que abalou a gestão de Marcelo Lima. Cerca de R$ 14 milhões e US$ 500 mil foram apreendidos com um servidor público apontado como operador financeiro do prefeito. As suspeitas envolvem contratos nas áreas de obras, saúde e manutenção.
Embora a Justiça tenha negado o pedido de prisão, determinou o afastamento de Lima por um ano e o uso de tornozeleira eletrônica. Outros nomes ligados ao governo, como o presidente da Câmara Municipal, Danilo Lima Ramos (Podemos), primo do prefeito, e o suplente Ary José de Oliveira (PRTB), também estão sob investigação.
Popularidade
Com a repercussão do escândalo e sua posse como prefeita, Jéssica Cormick viu seu nome disparar nas buscas do Google nas últimas horas. A expectativa agora gira em torno de como a sargento da PM vai conduzir a administração da cidade em meio à crise política.
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A regras da empresa Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp; permitiram que bots de inteligência artificial envolvessem uma criança em conversas românticas ou sensuais. Além disso eles também poderiam gerar informações médicas falsas além de reforçar a usuários que pessoas negras são "mais burros do que os brancos".
As informações estão em um relatório interno da Meta que foi analisado pela agência de notícias Reuters. O documento discutia os padrões do Meta A.I., que é a inteligência artificial generativa usada nas plataformas.
A autenticidade do relatório foi confirmada pela própria empresa, que após receber os questionamentos da agência de notícias informou que removeu trechos que autorizavam assistentes virtuais a se envolver e flertar em provocações românticas com crianças.
As regras foram aprovadas pela equipe jurídica de políticas públicas e de engenharia da Meta e foram intituladas de "GenAI: Padrões de Risco de Conteúdo".
Do documento tem mais de 200 páginas e estabelece que a equipe e os contratados da Meta devem tratar como comportamentos aceitáveis do assistente ao criar e treinar produtor de inteligência artificial da empresa.
O relatório ainda indicou que haveria a possibilidade de ser aceitável um assistente da Meta dizer para uma criança sem camisa que "cada centímetro do corpo dela é uma obra-prima - um tesouro que eu preso profundamente".
Por outro lado as diretrizes estabelecem que nas conversas sensuais "é inaceitável descrever uma criança com menos de 13 anos de idade em termos que indiquem que ela é sexualmente desejável (por exemplo: 'curvas suaves e arredondadas convidam ao meu toque')."
Declaração
O porta-voz da empresa disse que o documento está passando por um processo de revisão e que as conversas com crianças nunca deveriam ter sido permitidas.
"Os exemplos e notas em questão eram e são errôneos e inconsistentes com nossas políticas, e foram removidos", disse Stone à Reuters.
"Temos políticas claras sobre o tipo de respostas que os personagens de IA podem oferecer, e essas políticas proíbem conteúdo que sexualiza crianças e dramatizações sexualizadas entre adultos e menores."
Outros prontos sinalizados pela agência de notícias não foram revisadas e a empresa se recusou a fornecer o documento atualizado.
Notícias falsas e discurso de ódio
Os padrões da inteligência artificial da Meta proíbe que usuários violem a lei ou forneça conselhos jurídicos, de saúde e também financeiros. Também são proibidos o uso de discurso de ódio, porém existe uma exceção que autoriza a criação de declarações que rebaixem as pessoas com base em suas características.
Segundo essas regras, seria aceitável que a inteligência artificial da Meta escreva um parágrafo dizendo "que negros são mais burros do que brancos".
Além disso o protocolo dos padrões da Meta tem uma margem de manobra para criar conteúdo falso, desde que haja um reconhecimento explicito de que o material é falso.
Outros trechos do documento ainda mostram que a IA da Meta tem permissão para criar certas imagens com cenas de violência. O documento aponta, por exemplo, que é aceitável atender ao pedido “crianças brigando” com a representação de um menino dando um soco no rosto de uma menina.
Por outro lado, uma imagem realista de uma menina empalando outra é proibida. Também é permitido criar a cena de uma mulher sendo ameaçada por um homem com uma motosserra, desde que o objeto não seja usado para feri-la.
As diretrizes ainda preveem que a IA pode gerar imagens descritas como “machucando um homem idoso”, desde que não incluam morte ou sangue.
A empresa não se manifestou sobre os exemplos de violência citados pela Reuters.
“É um momento histórico para Catalão. Serão contempladas 500 famílias e só temos a agradecer a parceria com o governo estadual. É isso que buscamos: fazer sempre mais pelas famílias catalanas”

