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Conselho
CDTC aprova novo modelo de gestão do transporte coletivo na Grande Goiânia

A decisão foi tomada durante a 3ª reunião extraordinária do colegiado e formalizada por meio da Deliberação nº 21/2025

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Novidade
Instituto do Pulmão será instalado em ala do antigo prédio do HC-UFG e terá 10 consultórios

Instituto terá como foco principal o cuidado de doenças do pulmão e das vias aéreas

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Governo aposta em parceria com empresas para expandir tratamento de esgoto em Goiás

Edital foi lançado por meio da Companhia Saneamento de Goiás (Saneago) e contempla as três microrregiões de saneamento do estado

fgts
benefício
Governo libera saque do FGTS retido; veja quem pode sacar

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a liberação dos recursos será feita em duas etapas

Descoberta
Enterro da Idade do Bronze na Escócia indica morte coletiva durante crise há 3 mil anos

A descoberta ocorreu nas proximidades de Twentyshilling Hill

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Previsão
Véspera de Natal em Goiânia terá calor acima dos 30°C e pancadas isoladas de chuva

Na capital, a previsão indica temperatura máxima de até 32 °C

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Alpargatas perde R$ 152 milhões em valor de mercado após reação política a campanha da Havaianas

Desvalorização veio após a repercussão negativa de uma peça estrelada pela atriz Fernanda Torres, interpretada por apoiadores da direita como contendo uma mensagem política

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cirurgia de hérnia
PGR apoia cirurgia de Jair Bolsonaro no Natal e aguarda decisão do STF

Procedimento é destinado ao reparo de duas hérnias inguinais

Presidente da Comissão de Transportes questiona mudança na gestão da CMTC e avalia judicialização

Geverson Abel critica perda de autonomia da Câmara de Goiânia e questiona ausência de aval do Legislativo municipal no projeto aprovado pela Alego

modelo de gestão
Após nota de Mabel, Aparecida de Goiânia endossa governo em novo modelo da Rede Metropolitana de Transportes

Posicionamento da Prefeitura de Aparecida faz coro ao do governo, que rebateu os pontos elencados por Mabel e destacou que a alteração no modelo foi solicitado pelo próprio prefeito da Capital

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Opinião
A ONU poderá falir em 2026?

Rui Martins

António Guterres, secretário-geral da ONU, não esconde sua inquietação: a organização mundial com sedes em Nova York e Genebra pode chegar a uma situação equivalente à de uma falência, por falta de dinheiro em caixa.

Os cortes feitos pelo presidente dos EUA, Donald Trump, equivalentes a 9 bilhões de dólares, destinados aos diversos organismos onusianos, mais os atrasos de diversos países podem significar, numa primeira fase, uma onda de demissões e o abandono de Genebra e Nova Iorque em busca de cidades menos caras para os diversos organismos da ONU. Essa dispersão e fragmentação é capaz de fragilizar e diminuir a importância da ONU, já acusada de ineficácia por alguns países e pelo próprio Trump.

Dentro dessa linha de deslocalizações, a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) pretende se transferir para Roma com a maior parte dos seus funcionários, cerca de 300, deixando um grupo menor em Genebra para atender às urgências, a fim de provocar uma importante redução de custos. Essas deslocalizações e demissões já estão provocando perdas financeiras para a cidade de Genebra (o mesmo deve estar ocorrendo em Nova Iorque) com uma substancial diminuição na arrecadação de impostos sobre os bons salários pagos pela ONU a esses funcionários.

É provável também uma baixa no preço dos bons apartamentos com a partida dos locatários transferidos ou demitidos pela ONU, em síntese, uma crise que não se restringe apenas à ONU, sem esquecer que muitos desses demitidos pela ONU não terão como viver em Genebra, cidade cara, e serão obrigados a retornar aos seus países, alguns em idade difícil para encontrar novo emprego.

O Jornal Le Monde publica uma reportagem, na qual é citado o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados, onde já foi demitido o equivalente a um quarto dos funcionários efetivos, cerca de 5 mil contratados. Resta a pergunta: como a ONU poderá continuar agindo nesse setor e financiar as missões?

Esses programas da ONU, assim como o Programa Alimentar Mundial, dependem de doadores e sofreram cortes imediatos em situações dramáticas, nas quais pessoas em importantes funções ficaram desempregadas e sem seguro saúde. Na Organização Mundial da Saúde houve 2.371 demissões. Somando-se as demissões com as aposentadorias e aposentadorias antecipadas chega-se a 45% do total dos empregados.

A situação da ONU vai ser dramática em 2026 com um corte de 25% nas operações de manutenção da paz, equivalente a 61 mil efetivos. Haverá o risco de atrasos nos pagamentos e apelos para que outros países ou multinacionais contribuam para compensar a retirada das subvenções dos EUA decididas pelo presidente Donald Trump.

Essa crise irá também ocorrer no número de capacetes azuis da ONU enviados às zonas em conflito. No momento, haverá uma redução de 25% do contingente atual, com o desligamento de 13 a 14 mil policiais e militares. Embora Trump se considere candidato a um Prêmio Nobel da Paz, seus cortes vão afetar setores importantes da ONU como as missões para a manutenção da paz, controle de cessar-fogo, proteção de civis no trabalho com ações humanitárias.

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Polêmica
Alexandre Frota critica descarte de Havaianas após polêmica e lança ação solidária

Ex-parlamentar recolhe Havaianas jogadas fora e promete doá-las a necessitados

Melhorias
Após denúncia no Jornal Opção, Seinfra realiza obras para acessibilidade nas imediações da Câmara de Goiânia

Renan Sena celebra obras que facilitam acesso à Praça dos Trabalhadores para sua mãe cadeirante

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Base apresenta emenda e votação da ‘taxa do lixo’ é adiada na Câmara de Goiânia

Texto retorna para a CCJ e emenda será analisada antes de voltar para o plenário