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Governo do Distrito Federal pedia avaliação média para verificar disponibilidade de atendimento em unidades prisionais da capital federal
O projeto, em fase de execução, deve ser concluído até o final de dezembro
As equipes atuarão diariamente em todas as regiões da cidade
Suspeito teria enviado mensagens eletrônicas com conteúdo de ódio racial e antissemita, incluindo ameaças a autoridades estrangeiras
Equipamentos serão empregados em situações de alagamentos, deslizamentos e quedas de árvores
Filiado ao PSDB, Ciro Gomes destaca popularidade do governador no estado
Não há informações se o veículo transportava estudantes da rede municipal de ensino, ou se alguém ficou ferido
O vídeo com a fala da primeira-dama viralizou nas redes sociais
Tribunal se manifestou no sentido de que a competência para o licenciamento ambiental do aterro sanitário deve ser mantida com a AMMA
As reuniões vão acontecer em cinco municípios goianos: Mineiros (12/11), Anápolis (18/11), Nova Crixás (19/11), Posse (26) e Jaraguá (27/11)
O anúncio foi feito em Brasília
De acordo com autoridades locais, onze pessoas morreram, três tripulantes e oito em solo, entre elas uma criança
Secretário de Gestão de Negócios e Parcerias afirmou que não vê problemas na eventual instalação de uma CEI e que a Segenp está à disposição para fornecer informações ao Legislativo
*Colaboração de Tathyane Melo
Membros da bancada goiana na Câmara dos Deputados ouvidos pelo Jornal Opção avaliam que o pacote antifacção e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), previstos para votação até o fim do ano, representam um passo importante para fortalecer o combate ao crime organizado.
O posicionamento segue o anúncio do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), que confirmou a análise, nas próximas semanas, do projeto elaborado pelo governo do presidente Lula (PT) e outras iniciativas de parlamentares que equiparam crimes cometidos por organizações criminosas ao terrorismo.
O deputado José Nelto (UB), disse que o Brasil vive um cenário semelhante ao enfrentado pela Itália durante a ascensão da máfia e defendeu que o Congresso trate o crime organizado com o mesmo rigor aplicado ao terrorismo. Para ele, o combate não deve se concentrar apenas nas bases operacionais das facções, mas também nos responsáveis pelo comando financeiro.
“O Estado brasileiro terá que agir com inteligência para alcançar não somente o cidadão com o fuzil na favela, mas também o barão da Faria Lima, aquele que está em Nova York e Miami. Tem que haver um esforço coordenado da União, dos estados, das polícias e de todas as forças de inteligência”, disse.
“Infelizmente o Poder Judiciário brasileiro tem envolvimento de juízes, autoridades, promotores, policiais e parlamentares. É um momento em que essa lei precisa ser muito pesada”, completou.
Para Ismael Alexandrino (PSD-GO), há consenso de que o país precisa de respostas legislativas imediatas. Ele defende que o projeto antifacção deve ser votado nos próximos dias para fornecer diretrizes claras aos estados e assegurar a proteção jurídica às autoridades de segurança.
“Precisamos votar um projeto antifacção para promover um enfrentamento ao crime organizado, dar norte aos entes federados e segurança jurídica às instituições. A população precisa dessa tranquilidade, e nós, parlamentares, temos o dever de dar uma resposta efetiva”, afirmou.
A deputada Magda Mofatto (PRD-GO) apoia as propostas. Temos que dar um jeito de acabar com essa violência toda. Tudo que for contra facção é altamente positivo. Quem gosta de violência? Quem gosta de tráfico de drogas?”, questionou.
O deputados Samuel Santos (Podemos) destacou que o crescimento das facções se consolidou ao longo dos anos e que o país enfrenta hoje um cenário “insustentável”. Para ele, além do endurecimento legislativo, políticas públicas sociais negligenciadas contribuíram para o avanço das organizações criminosas.
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