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TRÁFICO
Com maior número do país, Goiás abriga mais de 120 laboratórios clandestinos de cocaína

Levantamento "Floresta em Pó" mostra que Goiás se encontra no encontramento da rota do tráfico

Prefeito de Sorocaba é afastado por suspeita de corrupção na saúde

Nas redes sociais, Manga comentou o afastamento: “Incrível, me afastaram do cargo de prefeito. Os caras tentam tirar do jogo qualquer um que ameaça a candidatura deles”

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Estudo garante que Aterro Sanitário de Goiânia está estável e sem riscos de deslizamento

Documento indica pequenas variações no terreno, consideradas normais mesmo após o aumento no volume de resíduos

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Declaração
Caiado endurece discurso após foguetório: “agora ampliei ainda mais, não solta nem foguete”

O governador reforçou que as forças de segurança continuam apurando o caso e que não haverá espaço para manifestações criminosas em território goiano

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É preciso quebrar os dentes das motosserras da Equatorial

Meu sonho é ver pessoas fazendo das árvores na porta de sua calçada e/ou do seu quintal um pet vegetal. Muitas ainda, infelizmente, não conseguem enxergar as árvores como seres vivos

HOMENAGEM
Instituto Bernardo Élis entrega Troféu Cariana 2025 a Geraldo Coelho Vaz

Evento, que reconhece anualmente personalidades de destaque na cena cultural goiana, acontecerá às 9h no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG)

Pedro Gravata
Tilápia não é o problema e não está proibida no país

Está em análise pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Comissão Nacional de Biodiversidade a inclusão da tilápia na lista de espécies exóticas invasoras, medida de caráter preventivo, que não implica banimento, nem suspensão do cultivo

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Investigação
Polícia prende produtor rural em Goiás suspeito de fraude de R$ 20 milhões

Operação "Título Cego" desmantela esquema de fraudes envolvendo falsificação de documentos e empréstimos ilegais

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POLÍCIA
PRF apreende 12 mil maços de cigarros contrabandeados na BR-153

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“Mandato sério, sem palhaçada”: Tiririca mira expansão eleitoral e troca PL pelo PSD do Ceará

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Idosos em risco: PC e Vigilância Sanitária encontram lar com más condições em Goiânia

O local já havia sido autuado em outubro e recebeu prazo até 22 de novembro para se regularizar

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Justiça
Nova lei sobre abandono afetivo amplia responsabilidade civil de pais ausentes

A recente sentença da 2ª Vara de Família e Sucessões de Anápolis, que condenou um pai ao pagamento de R$ 15 mil a cada um dos dois filhos por abandono afetivo, trouxe novamente à tona a discussão sobre o dever jurídico de convivência familiar e as consequências emocionais do afastamento parental. O caso, julgado pelo juiz Bruno Leopoldo Borges Fonseca, reconheceu que a distância física e emocional não exime o genitor da obrigação de exercer o cuidado afetivo e educativo previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Para a advogada Laudiene Andrade, vice-presidente da Comissão de Sucessões da OAB-GO, a decisão é emblemática e já reflete a nova Lei nº 15.240/2025, sancionada há menos de uma semana, que inclui o abandono afetivo como ilícito civil.

“Essa sentença mostra que o tema deixou de ser apenas teórico. O Judiciário tem reconhecido o abandono afetivo como violação de um dever legal e aplicando a lógica da responsabilidade civil aos vínculos familiares. Quem negligencia o afeto, responde por isso”, explicou ao Jornal Opção.

Laudiene Andrade | Foto: Arquivo Pessoal

Segundo a advogada, o abandono afetivo ocorre quando um dos pais se omite de forma intencional e contínua, deixando de oferecer cuidado, presença e orientação. “A criança precisa do respaldo emocional e da figura protetiva dos pais. Quando há ausência de convivência, carinho e diálogo, há abandono afetivo. Isso causa prejuízos psíquicos profundos, muitas vezes irreversíveis”, afirma.

Ela acrescenta que, entre os principais critérios analisados pela Justiça, estão a ausência física prolongada, a falta de vínculo emocional, e a negligência com o dever educativo e afetivo.

“O amor não se obriga, mas a responsabilidade, sim”, disse.

Laudiene ressalta que o objetivo da indenização não é “comprar afeto”, mas reparar o dano emocional causado pelo abandono. Citando decisão da ministra Nancy Andrighi, do STJ, ela explica que o amor não pode ser imposto, mas a responsabilidade parental é dever jurídico.

“A indenização não obriga o amor, mas reconhece que houve uma lesão moral. A ausência não pode mais ser tratada como um simples fato da vida, e sim como uma omissão passível de sanção”, diz.

A advogada afirmou que a nova legislação altera o ECA para estabelecer o dever jurídico de cuidado emocional, educativo e afetivo dos pais. A norma surge em resposta a um cenário em que 70% a 80% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres, segundo o IBGE.

“A maternidade é obrigatória, mas a paternidade tem sido tratada como facultativa. A nova lei corrige essa distorção e afirma que a ausência também gera responsabilidade”, observa.

Apesar do avanço, Laudiene alerta para possíveis efeitos adversos da aplicação da lei, caso o cumprimento da convivência se torne forçado.

“O risco é gerar situações de convivência apenas por obrigação, sem vínculo afetivo real. Isso pode expor crianças a novos tipos de violência, física, psicológica ou até sexual, se o contato ocorrer sem preparo ou acompanhamento adequado”, adverte.

Para a advogada, o foco deve ser o reconhecimento da dor da vítima e a educação afetiva dos pais, não a imposição artificial de convivência. “O abandono afetivo é uma ferida social que precisa ser discutida com empatia e responsabilidade. Reconhecer o dano é o primeiro passo para mudar a cultura da omissão parental”, completou.

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