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A secretária de Educação, Giselle Faria, se reuniu com os vereadores nesta terça-feira, 10, na Câmara Municipal de Goiânia. A reunião atendeu a uma solicitação dos parlamentares, que buscavam esclarecimentos e o atendimento de demandas relacionadas à Secretaria Municipal de Educação (SME). O encontro também foi considerado um “pré-requisito” para que o Legislativo possa votar, em definitivo, o projeto de lei que estabelece os critérios para a escolha de diretores nas escolas da rede.
Segundo os vereadores, o principal motivo para a reunião com a secretária foi o pouco acesso que eles teriam a ela. Os parlamentares afirmam que, na maioria das vezes, tratavam de assuntos e demandas com outros integrantes da pasta, uma vez que Faria não estava presente. Por outro lado, integrantes do Executivo argumentaram que a incompatibilidade de agendas se devia às demandas externas da secretária e acrescentaram que ela ainda estaria aprendendo a lidar com o aspecto político do cargo, já que não possui experiência prévia nessa área.
Em entrevista após os atendimentos na sala do presidente da Câmara, Romário Policarpo (PRD), a secretária Giselle Faria destacou o compromisso da Secretaria Municipal de Educação (SME) com o atendimento ao Legislativo.
“Os vereadores da base são comprometidos com a população e apresentam demandas legítimas, que precisam ser ouvidas e atendidas. A SME, assim como as demais pastas da gestão do prefeito Sandro Mabel, está totalmente empenhada em acolher essas solicitações. Eles merecem atenção, são representantes diretos da comunidade, e temos nos dedicado a atendê-los da melhor forma possível”, afirmou a titular da pasta.
Segundo a secretária, houve problemas de incompatibilidade de horários para atender os parlamentares, mas que essa questão já está sendo organizada. “Houve uma incompatibilidade de horários, um atraso, um ‘delay’ nas respostas. Mas estamos trabalhando para que isso diminua, para que o trabalho flua e tudo dê certo. A gestão do Mabel quer atender os vereadores e a população. Temos toda a vontade de melhorar essa comunicação”, admitiu.
Entre as sugestões feitas pelos vereadores à secretária Faria estão a realização de reuniões mensais na Casa, como a ocorrida hoje, ou em ocasiões específicas. Também foi proposta a possibilidade de a secretária adquirir um celular com número exclusivo para atendimento aos vereadores. Todas as sugestões apresentadas pelos representantes do Legislativo estão sendo analisadas pela SME.
Vereadores e secretários
Como afirmou o presidente na última semana, o projeto de lei que estabelece os critérios para a escolha de diretores nas escolas da rede poderia ser votado hoje, caso as expectativas fossem atendidas durante a reunião. Vereadores da base, ouvidos pelo Jornal Opção, consideraram o encontro positivo, e o projeto foi aprovado em definitivo nesta manhã.
O vereador Henrique Alves (MDB) afirmou que a reunião foi positiva e que a secretária veio aberta ao diálogo com os parlamentares. “Conversamos sobre demandas que cada um tem em sua região, relacionadas às escolas, à retomada de alguns CIMEIS e a obras na educação, que são necessárias para diminuir ou acabar com esse déficit. No geral, foi uma reunião positiva e amena. Acho que, a partir de agora, podemos ter uma nova relação com ela”, pontuou.
Já os vereadores da oposição não compareceram à reunião, com exceção de Aava Santiago (PSDB) e Fabrício Rosa (PT). Eles questionaram na sessão que a conversa foi fechada a portas fechadas. A tucana ainda destacou que não pode nem levar os assessores para auxiliarem ela, apenas os assessores da SME estavam no espaço além dos vereadores, Faria e a secretária de Governo Sabrina Garcez.
“A secretária disse que vai responder aos requerimentos, e que eu disse que não posso depender de ela vir tomar um café na Câmara para que meu exercício como vereadora seja respeitado por ela. Os requerimentos estão na mesa dela, na SME, e precisam ser respondidos, pois não são perguntas minhas, mas sim da sociedade”, afirmou Santiago. Os documentos citados tratam sobre o número de vagas criadas na educação que foi questionado pelo Ministério Público de Goiás (MPGO).
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