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Administração municipal planeja criar memorial, centro gastronômico e sede para a Secretaria de Esportes no local
A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 6, em reunião com líderes e Vilmar
Parceria entre a Megasoft, empresa realizadora do evento e o jornal Opção, contará com um stand onde serão realizadas entrevistas exclusivas durante o evento
*Carlos César Higa
Nos anos 1970, a Rede Globo tinha um programa chamado "Faça humor, não faça guerra". Renato Corte Real e Jô Soares faziam parte do elenco. Quando era para fazer o papel de louco, os dois se vestiam de Napoleão Bonaparte. Muitos Napoleões Bonapartes habitaram os hospícios do mundo derrotando os russos com suas espadas de plástico.
Bonaparte foi um talentoso militar e tomou as rédeas da Revolução de 1789 nos instantes finais. Deu o golpe do 18 Brumário e virou Cônsul. Convocou um referendo e se tornou imperador. Sua coroação aconteceu na Catedral de Notre Dame, em Paris. Napoleão tomou a coroa das mãos do Papa Pio VII, uma amostra de que seu império não teria interferência religiosa.
A França monarquista e agrária nos anos pré-revolução virou um poderoso Império a partir de 1804. Napoleão criou o Banco da França, o Código Napoleônico, investiu na educação, entrou em guerra com vários reinos e quando foi invadir a Rússia, caiu por terra. Ele bem que tentou arruinar a Inglaterra com o Bloqueio Continental, mas tomou um olé da Coroa portuguesa que não bloqueou os ingleses e fugiu para o Brasil. Foi deposto e exilado na Ilha de Elba, mas Napoleão conseguiu escapar de lá e retornar à França para governar por cem dias. Mas ele não resistiu à Batalha de Waterloo, em 1815.
Napoleão foi novamente para o exílio em Santa Helena, onde viveu seus últimos anos. Em 5 de maio de 1821, ele morreu. Somente em 1840, seus restos mortais voltaram para a França e desde 1861 jazem em Les Invalides.
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O pré-candidato à Prefeitura de Valparaíso de Goiás, Marcus Vinícius (MDB), nome apoiado pelo atual prefeito Pábio Mossoró, também emedebista, tem trabalhado para viabilizar seu nome no município e deve chegar ao pleito com apoio de ao menos 10 partidos. São eles: MDB, UB, PP, PDT, PSD, Avante, Podemos, PRTB e DC. Há também o Agir que, apesar de ainda não ter fechado apoio (partido ainda segue com Maria Yvelônia), segundo apurado pela coluna, estaria em conversas com o grupo de Mossoró.
Ex-secretário de Valparaíso e advogado, Marcus Vinícius tem unido forças para enfrentar o nome a ser bancado pela deputada federal Lêda Borges (PSDB). A ex-prefeita tem ainda grande força no município, e se não se lançar na disputa, pode bancar nome de sua confiança. O mais provável, até o momento, é o de José Antônio.
Há quem diga que é improvável que as duas deixem suas cadeiras no Legislativo para pleitear o cargo no Executivo municipal valparaisense.
Pelo sim, pelo não, é compreensível o empenho do jovem Marcus Vinícius para chegar forte às convenções e à própria campanha. O pré-candidato tem, inclusive, mantido conversas com alguns nomes cotados para serem vice em sua chapa. Entre eles o presidente da Câmara de Valparaíso, Alceu Gomes; Vaguinho do Céu Azul, comerciante; e Rudilene Alvez, da Secretaria Municipal de Educação.
Há um outro nome que tem trabalhado no município para ter seu nome forte no pleito. Trata-se de maria Yvelônia (Solidariedade), que já atuou como secretária de Desenvolvimento Humano e Social de Goiânia. Yvelônia foi a primeira mulher a declarar que estaria na disputa pela Prefeitura de Valparaíso. (T.P.)

Entre os inúmeros benefícios fiscais no plano de requalificação do Centro, o Centraliza, há desonerações previstas para estacionamentos fechados. Isenções para esses estabelecimentos parecem atrativas à primeira vista, mas podem acarretar em consequências negativas. Essa prática não só contribui para a manutenção do uso excessivo de veículos particulares, como ainda pode causar o processo da gentrificação, que é o processo de transformação de áreas urbanas que leva ao encarecimento do custo de vida e aprofunda a segregação socioespacial nas cidades.
Em primeiro lugar, desonerar estacionamentos perpetua a dependência dos automóveis como principal meio de transporte nas cidades. Ao reduzir os que envolvem ter um carro, isso encoraja mais pessoas a optarem por esse modal, em vez alternativas sustentáveis. Por consequência, isso aumenta a demanda por espaço para estacionar os veículos, levando a mais congestionamentos, poluição do ar e deterioração da mobilidade urbana.
Desonerar estacionamentos fechados pode contribuir para o processo conhecido como gentrificação, principalmente no Setor Central de Goiânia. Com os incentivos para estacionamentos, essa situação pode alterar completamente os preços dos imóveis e dos aluguéis dos locais. Isso pode “expulsar” os moradores dessas regiões, o que geraria um efeito totalmente contrário ao que o Paço Municipal deseja com o programa Centraliza.
O plano do Centraliza é atrair mais moradores para ocupar o Centro, logo não faz sentido beneficiar estacionamentos fechados, algo que pode causar o efeito oposto ao desejado. Com a criação de uma demanda artificial por esse tipo de empreendimento, ainda há o risco de construções histórias que não forem tombadas serem demolidas. Ou seja, a modalidade pode tomar o Setor Central e apagar a história do bairro e de seus moradores.
Esse é o alerta que os vereadores de oposição realizaram durante a tramitação do Centraliza na Câmara Municipal de Goiânia. Aava Santiago (PSDB), Kátia Maria (PT) e agora Fabrício Rosa (PT) alertaram para os riscos citados anteriormente. Entretanto, a Prefeitura de Goiânia deve seguir firme com o plano de desoneração de estacionamentos.
A solução para o Centro deveria prezar pelo “equilíbrio”, com menos desoneração para estacionamentos e expansão da chamada “Área Azul”. Ou seja, seria o contrário, com a implementação de oneração em locais de parada nos espaços públicos para incentivar modais mais sustentáveis.
E claro, sempre martelar a questão de investir em transporte público, mesmo que pedir investimentos nessa área pareça repetitivo e sem solução. De alguma forma, as grandes cidades precisam se reinventar no transporte público para não colapsar a mobilidade local.
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