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Localizar esse pequeno animal não foi tarefa simples. Com dimensões que variam entre 9 e 14 milímetros, dependendo da idade e do sexo, trata-se de uma espécie micro-endêmica, ou seja, restrita a áreas muito específicas e encontrada apenas em determinados períodos
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Um vídeo mostra o momento em que um agente de imigração do governo dos Estados Unidos atirou e matou uma mulher durante uma operação em Mineápolis, em Minnesota, nesta quarta-feira, 7.
Segundo as autoridades locais, a mulher que morreu era uma cidadã americana e tinha 37 anos. Ela estava dentro do veículo, cujo qual bateu depois de ser baleada.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que um dos agentes do ICE atirou após a mulher tentar avançar com o carro contra os oficiais.
A secretária do DHS, Kristi Noem, saiu em defesa dos agentes e classificou a ação da mulher como um ato de "terrorismo doméstico". Ela afirma que os agentes foram atacados enquanto tentavam retirar um veículo que havia ficado preso na neve.
“Esses ataques com veículos são atos de terrorismo doméstico. Estamos trabalhando com o Departamento de Justiça para processá-los dessa forma”, afirmou.
O senador Omar Fateh disse, em uma rede social, que testemunhas informaram que agentes federais impediram um médico de tentar socorrer e reanimar a mulher. Já o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, criticou a atuação dos agentes federais.
Após a morte da mulher, dezenas de manifestantes se reuniram no local e protestaram contra a atuação de agentes federais e locais. Eles gritavam palavras de ordem como "Vergonha! Vergonha!" e "ICE fora de Minnesota", além de usar apitos.
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- Por Emídio Brasileiro - Educador, Jurista e Cientista da Religião
Êxodo, palavra grega que significa “saída”, é o segundo livro da Bíblia. De autoria de Moisés, trata da libertação do povo de Israel do Egito, evento que se estende por aproximadamente 216 anos, entre 1706 e 1490 a.C. A obra contém 40 capítulos e apresenta não apenas um relato histórico-religioso, mas também um marco fundamental na constituição espiritual, social e jurídica do povo de Israel.
Estrutura e grandes episódios do livro
A narrativa do Êxodo é organizada em cinco grandes episódios principais:
- O povo de Israel escravizado no Egito (caps. 1 e 2);
- Libertação do povo de Israel da escravidão no Egito (caps. 3 a 15);
- Os israelitas caminham pelo deserto até o Sinai (caps. 15 a 18);
- Israel recebe a Lei (caps. 19 a 23);
- Israel em adoração a Deus (caps. 24 a 40).
O livro narra a história da libertação do povo de Israel da escravidão no Egito sob a liderança de Moisés, a formação de Israel como nação e a aliança entre Deus e Seu povo no monte Sinai, sempre com destaque para a ação divina em favor dos israelitas.
Da opressão à libertação
A narrativa inicia-se com o sofrimento do povo no Egito e segue com o nascimento, adoção, fuga e casamento de Moisés. Posteriormente, Deus o chama por meio da sarça ardente para libertar os hebreus. Moisés retorna ao Egito, confronta Faraó, e ocorrem as dez pragas enviadas por Deus para convencer o rei a libertar o povo.
A última praga — a morte dos primogênitos — leva à instituição da Páscoa, à saída do Egito e à travessia do mar Vermelho, quando Deus abre o mar para o povo passar e destrói o exército egípcio.
A travessia do deserto e a provisão divina
A caminho do monte Sinai, os israelitas passaram por Mara e Elim. Em Mara, encontraram águas amargas; em Elim, havia doze fontes de água e palmeiras — um oásis onde acamparam. Em seguida, no deserto de Sim, reclamaram da falta de alimento e água. Deus então supriu suas necessidades com o maná — um pão que caía do céu — e com codornizes, aves que surgiam em abundância.
Mais adiante, acamparam em Refidim, onde novamente enfrentaram a escassez de água. Moisés, por ordem de Deus, golpeou uma rocha, e dela jorrou água para o povo. Ainda em Refidim, os israelitas enfrentaram os amalequitas. Sob o comando de Josué e com o apoio espiritual de Moisés, saíram vitoriosos.
O Sinai, a Lei e a aliança
No primeiro dia do terceiro mês após saírem do Egito, chegaram ao deserto do Sinai e acamparam ao pé do monte. Moisés recebeu a visita de Jetro, seu sogro e sacerdote de Midiã, trazido por Zípora e seus filhos, Gérson e Eliézer. Jetro aconselhou Moisés a ensinar a Lei ao povo, nomear juízes e delegar funções.
Poucos dias depois, Moisés subiu o monte Sinai e recebeu os Dez Mandamentos de Deus:
I - Não terás outros deuses diante de mim.
II - Não farás para ti ídolo algum.
III - Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão.
IV - Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.
V - Honra teu pai e tua mãe.
VI - Não matarás.
VII - Não adulterarás.
VIII - Não furtarás.
IX - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
X - Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo.
A idolatria e a restauração
Enquanto Moisés estava no monte e recebia as tábuas da Lei, os israelitas pressionaram Arão, seu irmão, a fazer um deus que os guiasse. Arão cedeu e fabricou um bezerro de ouro, que foi idolatrado pelo povo, desviando-os da adoração ao Deus verdadeiro.
Ao descer e ver a idolatria, Moisés quebrou as tábuas da Lei, pois considerou o povo indigno. Depois, movido por misericórdia, subiu novamente ao monte Sinai para interceder pelo povo e receber novas tábuas.
Leis civis e o Tabernáculo
Deus também deu a Moisés leis civis, com normas a respeito da justiça, honestidade e o tratamento dos escravos. Mais adiante, Moisés e os líderes do povo subiram o monte para encontrar-se com Deus, que lhes deu instruções detalhadas a respeito da construção do Tabernáculo — o lugar sagrado onde o povo adoraria a Deus. Essas instruções foram seguidas, e o Tabernáculo foi construído conforme a ordem divina.
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