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Daniel Vilela tende a crescer e há expectativa de que pode ganhar no primeiro turno. Então, o adversário do postulante do PL é, no momento, Marconi Perillo. Os dois precisarão se atacar
O caso Eptein parece confirmar uma suspeita antiga: a de que a justiça não falha por acaso, mas falha por estrutura

A edição número 4 do Jornal Opção foi publicada em 11 de janeiro de 1976. A capa, em preto e branco, traz uma árvore frondosa e algumas silhuetas por toda a copa. Abaixo o título: Cassações. Nessa época, o Brasil ainda estava sob o regime militar e quem comandava o país era o general Ernesto Geisel. O jornal questiona a onda de cassações dos mandatos de deputados e suspensões de poderes políticos, e ainda afirma (sob risco de fechamento pela censura) que isso representava um atraso no processo de distensão proposto pelo presidente Geisel. O clima era tão pesado que, após anunciar a cassação de dois deputados de São Paulo, o ministro da Justiça à época, Armando Falcão, apenas disse que “o ato foi baseado no interesse da Revolução de 64. E só”.
Para não chamar a atenção dos militares, o Jornal Opção optou pela árvore na capa, e lá dentro, entre as folhagens estão escondidos os deputados e senadores que ainda não tinham sido cassados pela ditadura.
Nesta entrevista ao Jornal Opção, Vitor Hugo comenta sobre o cenário eleitoral em 2026, onde se apresenta como pré-candidato a deputado federal
Especialistas e representantes da educação apontam que desafios vão além do calendário escolar
O líder goiano pode romper a polarização entre o petista e o membro do PL. Seus fortes são decência, política de segurança pública eficiente e contas públicas em ordem
O divisor de águas no município é o apoio do prefeito Velomar Rios para Jamil Calil, o que levará Adib Elias a disputar a prefeitura em 2028, aliado com Elder Galdino
Dirigido por Patrícia Moraes, o Jornal Opção permanece um jornal inovador e conta com a criatividade de Herbert Moraes, Bruna Ariadne, Giovanna Campos, João Paulo Alexandre e Ton Paulo
Bolsonarista-raiz, Ugton Batista afirma que, se Gustavo Gayer for derrotado para o Senado por causa da insistência de Wilder em disputar o governo, os Bolsonaros jamais vão perdoá-lo
O vice-prefeito Walter Vosgrau rompeu com o prefeito e se aproximou de Marconi Perillo. Roberto Naves só tem um projeto político em mente: um tira-teima com Márcio Corrêa
O evangélico, irmão do bispo Oídes José do Carmo, avançou alguns passos. Mas permanecem no jogo Adriano da Rocha Lima, Bruno Peixoto e José Mário Schreiner
O concurso acontece dentro de um contexto de festa agropecuária, com leilões e provas que começam cedo e vão até o final da noite. Este ano, o evento ocorreu na sexta-feira, às 20h
A reação ao PL da misoginia mostra mais sobre o Brasil do que o próprio projeto
Milhares de pessoas tomaram as ruas de diversas cidades dos Estados Unidos neste sábado, 28, em protestos contra o governo do presidente Donald Trump. As manifestações, conhecidas como “No Kings”, chegaram à terceira edição e voltaram a mobilizar multidões em todo o país.
Os atos ocorreram simultaneamente em grandes centros como Nova York, Washington DC e Los Angeles, além de cidades menores, mostrando a amplitude da mobilização. Na capital americana, manifestantes se concentraram no National Mall e nas escadarias do Memorial Lincoln, enquanto grupos marchavam desde Arlington, na Virgínia, em direção ao centro político do país.
Os organizadores afirmam que os protestos são uma resposta a medidas adotadas pelo governo Trump, incluindo a guerra no Irã, políticas mais rígidas de imigração e o aumento do custo de vida. Em tom crítico, o movimento declarou que o presidente tenta governar como um “tirano”, reforçando que o poder deve permanecer nas mãos do povo.







Já a Casa Branca minimizou os atos. Um porta-voz classificou as manifestações como “sessões de terapia” e afirmou que apenas a imprensa se interessa por elas.
Em Nova York, milhares de pessoas lotaram a Times Square e participaram de uma grande marcha por Manhattan. A polícia precisou interditar ruas para permitir a passagem dos manifestantes. Em edições anteriores, o movimento chegou a reunir milhões de pessoas em todo o país.
Cartazes contra a guerra e críticas ao governo marcaram os protestos, que também exibiram esculturas e representações de Trump, do vice-presidente JD Vance e de outros integrantes da administração, com pedidos de prisão e afastamento.
Apesar da mobilização da Guarda Nacional em alguns estados, os organizadores reforçam que os atos são pacíficos. Ainda assim, o clima político permanece tenso. Desde que retornou à Casa Branca, Trump tem ampliado o uso de ordens executivas e adotado medidas consideradas controversas por críticos, que alertam para riscos à democracia americana.
Entre os episódios que intensificaram a insatisfação popular está a morte de dois cidadãos americanos por agentes federais de imigração em Minneapolis, caso que gerou forte comoção e novos protestos.
Enquanto o presidente defende suas ações como necessárias para restaurar o país, opositores seguem mobilizados nas ruas, em uma demonstração de que a polarização política nos Estados Unidos continua em alta.

