Gol marcado por Gabigol , marcado aos 48 minutos do 1º tempo após cruzamento de Everton Ribeiro foi o suficiente para garantir a conquista. O Rubro-Negro bateu o Athletico-PR em Guayaquil, no Equador, por 1 a 0, para levantar a mais desejada taça do continente pela terceira vez em sua História, após as conquistas de 1981 e 2019.

O técnico Dorival Júnior colocou em campo um Flamengo chamado “time das Copas”, mas encontrou dificuldades no início do jogo para achar espaços no campo de ataque. O Fla conseguiu ter avanços e houve um lance que mudou o cenário, com a expulsão de Pedro Henrique. Pouco depois, porém, após tabela pela direita, Everton Ribeiro achou Gabigol nas costas da defesa, e o camisa 9 abriu o placar.

No segundo tempo, o time soube controlar as emoções e ditou o ritmo, conseguindo criar boas chances. Sofreu poucos sustos. O Athletico-PR entrou em campo com um 4-4-4, tendo Hugo Moura como primeiro volante e Vitor Roque no setor ofensivo. A equipe paranaense conseguiu, com uma marcação encaixada, criar problemas ao Fla e, com saídas em velocidade, chegou a levar perigo. O time vinha conseguindo manter o adversário longe da área, mas o esquema ficou prejudicado após a expulsão de Pedro Henrique.

E a América do Sul é do Flamengo pela terceira vez. O Flamengo se junta a São Paulo, Santos, Grêmio e Palmeiras, as cinco equipes brasileiras tricampeãs da Libertadores da América.

Não foi um grande jogo. E era até de certa maneira equilibrado até a expulsão de Pedro Henrique, no fim do primeiro tempo. Quatro minutos depois, aos 49, Gabriel Barbosa completou ótima jogada de Everton Ribeiro, que tabelou com Rodinei.

Com um a menos, o Furacão se jogou para frente no meio da segunda etapa e só ameaçou em finalizações de longa distâncias – duas vezes com o uruguaio Terans.